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quarta-feira, 31 de outubro de 2007

O Flamengo não se discute, o Flamengo se ama!!!

Uma vez um jornalista perguntou a um torcedor:
- O que significa ser Flamengo?
- Você é Flamengo? Retrucou o torcedor.
- Não. Respondeu o repórter.
- Então não posso responder, porque você nunca vai entender!

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Flamengo, Coração Pulsando





Flamengo, nossos Corações Rubro Negros estão pulsando de alegria. Nossas vidas são mais felizes pelo fato de você existir.
O Flamengo é imortal e estará sempre nos trazendo contentamento.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

7 X 0 no Fla X Flu de 1945

Uma goleada no Fla x Flu - 1945

Foi mais um Flamengo e Fluminense na história do tradicional clássico carioca. Pelo Torneio Municipal carioca de 1945, em São Januário, o Flamengo aplicou uma tremenda goleada no Fluminense: 7x0. No primeiro tempo, os rubros negros já venciam por 1x0, gol de Pirilo. No segundo tempo o clube da Gávea veio arrasador – Pirilo. Adilson. Tião. Tião. Pirilo e Pirilo foram os artilheiros.

Foi um clássico tecnicamente fraco. Não foi compensado pelo entusiasmo dos contendores, da submissão dos tricolores e com a frieza que os rubros negros agiram diante da sua superioridade. E como o Flamengo agiu menos mal, alcançou uma vitória merecida por uma contagem inédita na história do Fla-Flu.

O juiz foi Fioravante D’Angelo.
O Flamengo goleou com Luis Borracha. Newton e Quirino. Biguá. Bria e Jaime. Adilson. Zizinho. Pirilo. Tião e Jarbas.
O Fluminense perdeu com Batataes. Hélvio e Haroldo. Afonsinho. Pascoal e Bigode. Pedro Amorim. Simões. Geraldindo. Nadinho e Murilinho.

sábado, 27 de outubro de 2007

Coração Rubro Negro

Essa é a imagem do Coração de quem é Flamengo, um coração Rubro Negro, onde o Urubu ocupa boa parte do espaço. Esse é o Coração de Quem ama essas cores, de quem vive esse Sentimento. Flamengo Eterno. Flamengo, nada pode ser Maior.


quinta-feira, 25 de outubro de 2007

O Flamengo em 1929

Uma breve folga no campeonato carioca levou o Flamengo a realizar dois amistosos em Vitória, capital do Espírito Santo, onde o clube jamais se apresentara, embora gozasse de significativa popularidade.

Presos a compromissos no Rio, jogadores importantes, como o zagueiro Hélcio, o centro-médio Flávio Costa e os atacantes Chrystolino, Agenor e Moderato, não puderam seguir com a delegação. E o time acabou sendo surpreendido na estréia, em 23 de junho, pois perdeu de 2 a 1 para o Rio Branco. O técnico, Joaquim Guimarães, lamentou a ausência de Hélcio e Hermínio, que formavam a zaga titular, e também aproveitou para culpar a arbitragem.

No dia seguinte, na partida mais aguardada, o Flamengo enfrentou a seleção capixaba formada por jogadores de América, Rio Branco, Santo Antônio e Vitória. O próprio Guimarães apitou. E o time venceu por 4 a 1, assinalando os quatro gols ainda no primeiro tempo. Fragoso, que marcou três vezes, foi o destaque.

Telegrama enviado por jornalistas do Espírito Santo e publicado pelo Jornal do Commércio do Rio mostra que Guimarães não teve influencia alguma sobre o resultado. “Enfim o glorioso bicampeão carioca de terra e mar deu sobejas provas dos eu valo. Reuniu todas as suas energias e pisando o field dominado pela força de vontade que já é o traço característico dos que o compõem, lutou bravamente, conseguindo abater por alto score o team representativo do esporte capichaba. Tem razão os torcedores rubro-negros quando dizem que o Flamengo é o Flamengo”, destacou.

Os próprios derrotados fizeram questão de comparecer ao chá dançante que Guimarães, também chefe da delegação carioca, ofereceu à “distincta sociedade” de Vitória, no Hotel Majestic.

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Vamos dar as mãos e torcer juntos

As torcidas organizadas do Flamengo tem cantos maravilhosos. Não aprovamos aquelas que incitam a violência mas outras são fascinantes.

Essa aqui é uma música da Raça

Vamos dar as mãos e torcer juntos
Na dividida ganha quem tem união
O nosso time é a gente em campo
A gente tem mais garra tem mais coração
Mengo, mengo é a nossa seleção de ouro
É um grito de guerra só
Vamos mengão, avante mengão
O nosso time é forte
Ô ô ô ô, ô ô ô, Mengo!
Lá lá lá lá, lá lá lá, Raça

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Levantou poeira



A música lançada por Ivete Sangalo fez muito sucesso no Brasil. Mas ela vai ser lembrada para sempre não pela interpretação da baiana, mas sim pela torcida do Flamengo cantando em um Maracanã lotado. A letra toda da música era essa:



Sorte Grande (Poeira)

Ivete Sangalo

Composição: Lourenço


A minha sorte grande,
Foi você cair do céu,
Minha paixão verdadeira.
Viver a emoção,
Ganhar seu coração,
Pra ser feliz a vida inteira...

É lindo o teu sorriso,
O brilho dos teus olhos,
Meu anjo querubim.
Doce dos meus beijos,
Calor dos meus braços,
Perfume de jasmim...

Chegou no meu espaço,
Mandando no pedaço,
O amor que não é brincadeira.

Pegou me deu um laço,
Dançou bem no compasso,
Que prazer levantou poeira.
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Levantou poeira!
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Levantou poeira!

A minha sorte grande,
Foi você cair do céu,
Minha paixão verdadeira.
Viver a emoção,
Ganhar seu coração,
Pra ser feliz a vida inteira...

É lindo o teu sorriso,
O brilho dos teus olhos,
Meu anjo querubim.
Doce dos meus beijos,
Calor dos meus braços,
Perfume de jasmim...

Chegou no meu espaço,
Mandando no pedaço,
O amor que não é brincadeira.

Pegou me deu um laço,
Dançou bem no compasso,
Que prazer levantou poeira.

Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Levantou poeira...
Eu quero ouvir você cantar:
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Eu disse levantou poeiraaaaaaaaa..
Levantou,
Levantou poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...

Mas todos vão se lembrar apenas do refrão, que a Nação do Flamengo cantava:


Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Poeiraaaaaa...
Levantou poeira...


Muitas torcidas imitaram, mas isso já é normal. A torcida do Famengo é única.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

O Flamengo em 1928

O Flamengo foi o único time a derrotar o América durante o campeonato Carioca de 1928, conquistado pelo clube de Campos Sales. O rubro-negro cumpria campanha irregular, mas pisou o gramado das Laranjeiras incentivado pelas torcidas de Botafogo e Vasco da Gama, que também brigavam pelo título.

O América apresentou-se com a formação base que qualquer criança da época sabia recitar: Joel, Hildegardo e Pennaforte; Hermógenes, Floriano e Miro; \Gilberto, Osvaldinho, Mário Pinto, Mineiro e Celso. O Flamengo conservava a maioria dos campeões de 1927.

O estádio quase veio abaixo quando Chagas abriu o placar para o rubro-negro, aos 27 minutos. E o empatedo América, pouco depois, provocou todo tipo de protesto. Osvaldinho ajeitou escandalosamente com a mão, deixando a bola nos pés de Gilberto,que não teve trabalho para marcar. O árbitro, Álvaro Ramos Nogueira, estava encoberto e não viu a irregularidade.

Aos 10 minutos do segundo tempo, Fragoso fez grande jogada pela direita e cruzou para Chagas completar, desempatando a partida. Osvaldinho correu em direção ao árbitro e o agrediu acintosamente. Joel, Hildegardo e Gilberto também passaram a ameaça-lo, obrigando a polícia a intervir. Osvaldinho, expulso, só deixou o campo depois que o representante a Associação Metropolitanade Esportes Terrestres (Amea) Albertino Moreira Dias foi busca-lo. O jogador saiu sob chuvas de detritos.

Osvaldinho, conhecido como “Divina Dama” pela excelência de seu futebol, era uma espécie de ponto de referência do América. Sem ele, o time descontrolou-se por completo e virou presa fácil. Aos 33 minutos, Agenor fez 3 a 1 para o Flamengo, fechando o placar e acalmando enfim os ânimo da torcida, que viveu tarde das mais agitadas.

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Virna



Infância -
A boa estatura de Virna para sua adaptação no vôlei já se prenunciava no nascimento. Ela veio ao mundo no dia 31 de agosto de 1971, na capital do Rio Grande do Norte, Natal, pesando 3kg e 175 gramas. Tinha 53 centímetros. Passados seis meses, estava com 74,5cm, quase 10 acima da média. Aos 13 anos de idade, já era, de fato, uma moça muito alta e magra. "Só tinha perna, eu era muito descoordenada", diz. Nessa época, estudava no colégio Maria Auxiliadora e tinha aversão à educação física. Estranhamente, foi aí que o vôlei surge em sua vida.

Virna lembra que sua mãe começou a incentivá-la a praticar vários esportes para que, um dia, ela tivesse um pouco mais de coordenação. Filha de Tarcísio de Carvalho Dias e Maria do Carmo Dantas (a dona Carminha), a atacante do BCN/Osasco começou no handebol, mas o excessivo contato do jogo corpo-a-corpo, "muito violento", a faria optar pelo vôlei. Simultaneamente aos esportes com bola, sua "grande paixão", Virna praticava ballet clássico - que abandonaria, após um acidente onde teve seu braço esquerdo fraturado. Nesse momento, pinta o primeiro reconhecimento no vôlei: a convocação para defender a seleção de seu estado, na categoria infanto-juvenil. A partir daí, sua ascensão foi espetacular.

Em 1989, aos 17 anos, Virna tornava-se campeã mundial juvenil para, cinco anos depois, ajudar o Brasil na conquista do Grand Prix da Ásia, além do vice na Copa do Mundo do Japão. Consagrada internacionalmente depois de duas medalhas de prata em Jogos Olímpicos (Atlanta-1996 e Sydney-2000) com a seleção, a jogadora ainda acumula os mais representativos títulos nas disputas nacionais. É bicampeã brasileira por clubes diferentes - Uniban-1999 e Flamengo-2001 - e bicampeã carioca (99/2000) com a camisa rubro-negra do Mais Querido. Sua história com o time da Gávea é, inclusive, muito mais do que uma mera "passagem" a constatar em seu currículo.

Uma vez Flamengo - Virna é uma flamenguista apaixonada. E, mesmo após sua saída do clube carioca, ela jamais ocultou a identificação que teve com a mais popular das torcidas. "O que mais me marcou no Flamengo foi o amor à camisa, não o lado financeiro. Os torcedores até iam à minha casa", relembra, com saudades. A figura de Zico também é presente na memória de Virna. "Na casa dele, tem um mural onde as grandes personalidades que vestiram a camisa do time deixam suas assinaturas. Quando estive lá, ele quis que eu também assinasse. Fiquei toda orgulhosa, ele é uma pessoa incrível", se esbalda em elogios.
Sobre o Flamengo declara: "Foi uma história muito legal que eu vivi, ter sido campeã com a camisa do Flamengo, clube pelo qual eu sempre torci."

http://www.gazetaesportiva.net/idolos/volei/virna/abertura.htm

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Charge sacaneando o Vasco.

O Vasco não cansa de perder jogos importantes para o Flamengo. E por isso a torcida do Flamengo faz essa homenagem sacaneando esse time que não cansa de perder.


quinta-feira, 18 de outubro de 2007

O Gol de Rondinelli

Esse gol é absolutamente histórico e nos traz boas recordações. O Vasco jogava pelo empate quando no apagar das luzes o Deus da Raça do Flamengo, Rondinelli subiu na área vascaína e decretou a vitória do Rubro-Negro

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As emoções deste clássico carioca estão guardadas até hoje.

Ninguém, nem a torcida do Flamengo reparou quando Rondinelli deixou o seu posto de sentinela na zaga rubro negra e caminhou em direção á área do Vasco com um ar de quem estava com péssimas intenções. Eram 41 minutos do segundo tempo, no dia 4 de dezembro de 1978, no maracanã, e Zico ia bater o escanteio. O empate de 0x0 dava ao Vasco o titulo do segundo turno e obrigaria a um jogo extra para decidir o campeonato. Mas, Zico levantou a bola na área e, Rondinelli penetrou, subiu mais que os zagueiros vascaínos e cabeceou violentamente para a meta de Leão. Ainda faltava quatro minutos e a torcida do Flamengo sentia que estava conquistando um novo titulo de campeão carioca. O Vasco nunca iria empatar e acabava ali, no gol imortal de Rodinelli, o campeonato Carioca de 1978.

As relações entre Rondinelli e a bola não eram exatamente cordiais. Ele era pago para tira-la da área rubro negro, se preciso espanando os atacantes adversários e passando sobre suas canelas como um rodo. A partir daquele jogo, a torcida do Flamengo passou a chamar Rondinelli de – Deus da Raça. Ele não era o melhor jogador do time do Flamengo, mas certamente, era a alma do time.

O melhor é que, desta vez, os vascaínos não podiam dizer que Rondinelli se apoiara nos ombros de alguém da defesa vascaína, como falaram que Valido se apoiara em Argemiro para marcar o gol do tri campeonato em 1944.

Quatro minutos depois do gol, o juiz apitou o final da partida e o carnaval rubro negro começou no gramado, no vestiário e pelas ruas da cidade do Rio de Janeiro.

Fonte Museu do Esportes

O Flamengo em 1927

A criação da primeira torcida organizada da história do futebol brasileiro foi iniciativa de um grupo de 21 torcedores rubro-negros de um colégio do Rio, pouco depois de o clube conquistar o título da cidade, em 1927.

Está na edição de O Globo de 10 de outubro daquele ano. “Foi no seio do Atheneu Luso Carioca que partiu o primeiro grito de júbilo lançado por um pugillo de adeptos do rubro-negro, pela grandiosa Victória obtida pelo ínclito club nas renhidas batalhas de foot-ball, demonstrando assim de quanto é capaz a vontade férrea dos rapazes que compõem o team campeão”, registrava o jornal, ao publicar com destaque notícia enviada pelos integrantes da “Ala Flamenga”.

Intitulava-se “presidente” o aluno Antônio Borges, que morreu no anonimato, mas que agora, descoberta tal curiosidade, torna-se o primeiro chefe de torcida da história do futebol brasileiro. O secretário João Fonseca, o tesoureiro José de Sá Barreto e o “procurador” Waldemar Teixeira eram os principais auxiliares de Borges na “corporação”, que era composta em sua maioria de, acreditem, mulheres, numa época em que elas não tinham sequer direito a voto.

Naquele ano, o clube sofreu a maior derrota de sua história para o Botafogo, 9 a 2, em pleno campo da Rua Paysandu, logo na quarta rodada do campeonato carioca. O primeiro tempo acabou 7 a 1. No segundo turno, voltou a perder para o alvinegro, também por placar elevado: 5 a 3. Mas terminou campeão. O ponta esquerdo Moderato Wisitainer disputou a partida decisiva, vitória de 2 a 1 sobre o América, usando uma cinta, pois havia sido operado poucos dias atrás de uma apendicite sepurada, intervenção cirúrgica complicada à época.

Saí a capacidade do rubro-negro de provocar manifestações como a criação da “Ala Flamenga”.

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quarta-feira, 17 de outubro de 2007

O Flamengo em 1926

Dois fatos poucos badalados agitaram a vida do Flamengo em 1926. No começo daquele ano, o presidente Faustino Esposel iniciou entendimentos com a prefeitura do então Distrito Federal para encontrar um local onde pudesse erguer uma nova sede para os “desportos terrestres”. Afinal, a família Guinle passara a reclamar a devolução do terreno da Rua Paysandu, que era de sua propriedade. O clube tinha opção de compra, mas não possuía dinheiro suficiente em caixa.

Sócios com alguma influência política chegaram a acreditar na possibilidade de ocupar uma área na Praia Vermelha, na Urca. Mas a burocracia impediu que o negócio evoluísse. Conta o Boletim Mensal de março daquele 1926 que a solução foi aceitar um terreno às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, considerado então “um areal de fim de mundo”, pois dependia de urbanização e até de aterro. O contrato de arrendamento da área, então com 34.120 metros quadrados – metade da extensão que ocupa hoje -, acabou sendo assinado no dia 2 de março.

Outro fato importante aconteceu no dia 15 de agosto, quando o Flamengo venceu o Botafogo por 8 a 1, a maior goleada já aplicada no rival em toda a história do clássico. “A peleja se anunciava interessante, porque a turma rubro-negra estava disposta a vencer a partida e quitar-se assim da derrota do primeiro turno”, destacou o Jornal do Brasil.

O Botafogo entrou com Ribas, Surica e Octacílio; Sorinho, Alfredo e Orlando; Maciel, Ariza, Lolô, Neguinho e Claudionor. E até começou melhor. Mas Ache fez 1 a 0, e os demais gols passaram a sair com naturalidade. O primeiro tempo acabou em 5 a 0. Neco descontou para o Botafogo quando estava 7 a 0. E o próprio Aché tratou de completar o placar, no último minuto. Um autêntico vexame alvinegro.

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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Domingo eu vou ao Maracanã

Seguimos visitando as tradições do Flamengo, através de seus cânticos. Essa música é muito popular entre a torcida rubro-negra, que sempre canta Maracanã. A letra diz:


"Não quero cadeira numerada,
vou ficar na arquibancada,
pra sentir mais emoção.
Porque meu time bota pra ferver
e o nome dele são vocês que vão dizer".

Esse samba foi inspirado pelo melhor time que o Flamengo já teve, campeão Mundial de Clubes no começo dos anos 80. Mas foi adotado por torcidas de quase todas as cidades. É um sucesso de Neguinho da Beija-Flor.

“Olha o Maracanã aí gente!”

Em 1979, Neguinho da Beija-Flor compôs um samba que ia virar um hino. Não só do clube do coração dele, do Flamengo, mas de todas as torcidas. Também pudera, começa assim: “Domingo eu vou ao Maracanã”.

"Não quero cadeira numerada, vou ficar na arquibancada, pra sentir mais emoção. Porque meu time bota pra ferver e o nome dele são vocês que vão dizer", cantou Neguinho da Beija-Flor. “A minha felicidade foi que eu tive essa maldade de não dizer o nome do clube. Então virou um hino para todos os clubes: Paysandu, Grêmio, Inter, Bahia...”, disse.

Intimidade com a bola, o autor tem desde menino. “Eu jogava de ponta direita, mas não levei muita sorte, tive uma fratura grave e fiquei impossibilitado. Mas dos 15 aos 20 anos tive uma intimidadezinha”, contou o cantor.

Admiração pelo futebol também. “Domingo no Maracanã” foi feito para o Flamengo de Zico, Junior, Adílio, um time que colecionou títulos e que Neguinho admira até hoje. "Esse samba estourou mesmo naquele jogo Flamengo e Atlético. Gol de Nunes, 3 a 2, gol de Nunes sem ângulo", relembra.

Flamengo Campeão da Copa Rio

Copa Rio

Inicialmente, o campeao disputaria a Copa do Brasil do ano seguinte. Caso o campeao tivesse vencido tambem o campeonato estadual (o que efetivamente aconteceu nos 3 primeiros anos), o vice-campeao deste iria para a Copa do Brasil. Os clubes grandes via de regra participavam da Copa Rio com times mistos. Com o aumento de participantes na Copa do Brasil por meio de convite, a Copa Rio ficou ainda mais despretigiada e deixou de ser disputado em 1995, voltando em 1998 sem classificar o campeao para a Copa do Brasil.

Mesmo jogando com um time misto o Flamengo fez o suficiente para ganhar a primeira Copa Rio, que tinha um grande reconhecimento.
 Ano     Campeao
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1991 Flamengo