Deixem seus comentários sobre o futebol deles e as lembranças que trazem.





FOI DEUS QUEM FEZ O VENTO SÓ PARA TREMULAR...
A BANDEIRA RUBRO NEGRA PARA A GENTE ADORAR !
FEZ O SOL QUE ILUMINA SUAS CORES E O MEU SORRISO !
FEZ A GARRA QUE ACABA COM OS NOSSOS INIMIGOS !
FOI DEUS QUEM FEZ A RAÇA E A NOSSA EMOÇÃO !
FOI DEUS QUEM FEZ DO FLAMENGO NOSSA RELIGIÃO !
FEZ O AMOR PELO MENGÃO PARA TODO MUNDO AMAR !
NO PALÁCIO, NA FAVELA, NO MARACA OU NO BAR !
FOI DEUS QUEM FEZ VOCÊ "FLAMENGO" PARA NOS DAR DE PRESENTE !
FOI DEUS QUEM FEZ A GENTE SOMENTE PARA TE AMAR...SÓ PARA TE AMAR !!!
AUTOR : ADEILTON
MACHADO

Nuestros hermanos rubro-negros
Don Diego é Fla
“No Brasil, sou Flamengo por causa do Zico e daquele time da década de 80, que era genial. Também gosto do Flamengo porque, assim como o meu Boca, ele tem uma torcida fanática, que joga com o time”. (Maradona em entrevista durante a última Copa América).
Não chorem por nós “arco-íris”. Saibam que a Argentina (isso mesmo) também é Flamengo. Por isso, lembrem sempre do Valido. O nosso Agustín, o goleador do Rio. Queimando de febre, finalzinho da decisão, zero a zero no placar, empate dando o título ao bacalhau e… cabeçada fulminante estufando as redes e glorificando o Mais Querido com o seu primeiro tri. Depois veio todo aquele característico nhen nhen nhen se arrastando ano após ano toda vez que o Mengo supera o seu principal rival e freguês de carteirinha. O ano era 1944 e o mundo estava em guerra (estava?!) e o cara já tinha até pendurado as chuteiras. Porém, a sua história no futebol brasileiro tinha que ter um último capítulo de heroísmo. O rolo compressor comandado pelo astuto e visionário Flávio Costa era formado por Jurandyr, Newton e Quirino; Biguá, Bria e Jayme; Valido, Zizinho, Pirilo, Tião e Vevé. Apenas esses.
Com passagem expressiva pela Gávea ainda tivemos o setentista craque cabeludo “bicho-grilo” Doval. O argentino que “engomou” o Manto número 10 para o Galinho, sua alteza o príncipe Zico, logo em seguida eternizá-lo. Também tivemos o excelente (e nada modesto) arqueiro Ubaldo Fillol e o raçudo Mancuso que assim como o seu genial amigo — um “tal” de Don Diego Maradona — até hoje nutre uma certa paixão platônica pelo Mengo. Sem esquecer de quando o ex-capitão Daniel Passarela confessou que por muito pouco não realizou o sonho de vestir a camisa do time mais popular do Brasil. Ou ainda um curiosíssimo fato ocorrido durante a última eleição presidencial na qual saiu vitoriosa a elegante e poderosa Cristina Kirchner. É que um intrépido chico resolveu comparecer, vestido no Manto, muito cedo à seção eleitoral da sua província e foi surpreendido por um fiscal dizendo-lhe que ele teria que assumir o lugar de um mesário faltoso. Entretanto, o hermano rubro-negro negou-se prontamente porque assim perderia o jogo do Mengo pelo canal de tevê a cabo internacional. Preferiu ser autuado e detido por algumas horas a ter que perder uma partida do seu time brasileiro do coração. E eu que sempre achei os caras marrentos demais. Agora, soy loco por ti Argentina! Mas só do seu lado flamenguista, diga-se de passagem. Pois não podemos deixar de lado essa saborosa e eterna rivalidade platina x tupiniquim.


A morte prematura do ex-centroavante Nonô foi o momento mais triste do Flamengo em 1931, um ano em que o clube viveu dias tumultuados. Carlos Eduardo Façanha Mamede renunciou à presidência e outros dois homens ocuparam o cargo, enquanto o time chegava apenas em sexto lugar no Campeonato Carioca.
“Faleceu ontem às 14:30 em sua residência, à Rua São Cristóvão, 497, victimado por cruel enfermidade, que zombou de todos os recursos da sciência e dos desvelos de sua família, o antigo Player do Flamengo, Claudionor Gonçalves da Silva”, noticiou o Jornal dos Sports, de 24 de julho. Campeão carioca em 1921, 1925 e 1927, artilheiro dos campeonatos de 1921 (11 gols), 1923 (17) e 1925 (19), um jogo pela Seleção Brasileira no Sul Americano de 1921, Nono morreu pobre mas teve enterro concorrido no Cemitério São Francisco Xavier, com a presença de, entre outros, do então presidente da CBD, Renato Pacheco.
Logo após sua morte, fulminado por uma tuberculose aos 32 anos de idade, o Flamengo começou a planejar a transferência dos desportos terrestres para a Gávea. Mas a tarefa acabou sendo interrompida. O presidente Arthur Lobo da Silva, que sucedeu a Mamede, também renunciou. Hélio Beltrão assumiu o cargo interinamente a partir de 22 de setembro, mas não pôde dar atenção à futura sede, pois foi impedido pela politicagem que fervilhava no clube.
Surgiu então um grupo intitulado “Legião Rubro-Negra”, formado por sócio pacificadores encabeçados por Arnaldo Costa, João Maurity, João Segadas Viana e Sávio Garcia, que promoveram reuniões e festas no rinque do estádio da Rua Paysandu, preparando a eleição de José de Oliveira Santos, o candidato do consenso, enfim eleito.
"Uma história de outros tempos conta que o homem feliz não tinha camisa. A história desse tempo conta que o homem feliz tem camisa: e é a camisa do Flamengo."