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domingo, 22 de fevereiro de 2015

SÓ EMPATAMOS PORQUE O BANDEIRINHA AJUDOU

Tudo bem, que o Madureira tem um time arrumadinho, com bons jogadores etc e tal.

Mas, o Flamengo é o Flamengo e não poderia, nunca jogar da maneira que jogou e empatar em 1 x 1 com o Tricolor do Subúrbio.

Como erramos passes!

O Cáceres então, segundo a transmissão da TV Globo, teve um momento que já havia errado 13 passes em 15!

E, pior, empatamos com um gol ilegal, no segundo tempo. A bola chutada pelo Bressan foi defendida pelo goleiro do Madura antes de ultrapassar totalmente a linha.
Bressan comemora o gol que não entrou, mas valeu

O bandeirinha não viu e deu o gol.

O problema não é nosso.

O Madureira jogou retrancadinho com o Fla, mas o gol dos caras foi bonito. Um belo chute de fora da área do Luiz Paulo, na gaveta da meta defendida pelo Paulo Victor. Golaço!

É o nosso segundo empate contra times pequenos (o primeiro foi na estreia contra o Macaé, também por 1 x 1) e isso nos custou a liderança do Cariocão, que está nas mãos do Botafogo, time da Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro.

E só estamos em segundo por causa do saldo de gols, pois o Volta Redonda também tem 14 pontos ganhos.

Luxemburgo viu que o Arthur Maia caiu bastante de produção e pouco ajudou a equipe. E olha que o cara começou o campeonato jogando muito bem.

Quer dizer que potencial ele tem. Agora é descobrir o que está acontecendo. Pode ser posicionamento em campo, talvez. 

O Luxemburgo ganha muito bem para solucionar este problema.

Quem teve uma pequena queda de rendimento foi o Nixon. Continua veloz, mas anda errando muitos passes e finalizações.

Pra piorar, os laterais rubro-negros são uma lástima.

O Pará e o Thallyson não poderiam estar vestindo o Manto Sagrado.

O Leonardo Moura está indo embora...

Perneta, velho, seja o que for, ele é bem melhor que as duas figuraças, Pará (que cuida muito bem de seu cabelo) e Thallyson (fraquinho, fraquinho...)

Pará é típico lateral de time pequeno. Muita força, muita garra e nenhuma qualidade.

Não vai se criar no Flamengo, a não ser que aprenda a jogar futebol.

Por quanto tempo vamos viver a sina das laterais?

Só quem jogou bem de verdade foi o Marcelo Cirino, o Everton e o Canteros.

Bressan e Samir cumpriram seu papel na zaga.

Domingo tem clássico, exatamente contra o Botafogo, que está com um time aparentemente arrumadinho.

O Flamengo tem que trabalhar bastante esta semana e arrumar a casa, senão está arriscado a perder para um time da Segunda Divisão.

Abre o olho Pofexô!

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

CIRINO ACABOU COM O JOGO

Ainda bem que o Flamengo tinha o Marcelo Cirino em noite inspirada, diante do Boavista.

Bem, pelo menos no segundo tempo...

A mais cara contratação do ano fez o primeiro gol e deu o passe para Everton fechar o placar em 2 x 0, em cima do Boavista.

E o Mengão, pra variar, acabou assumindo a liderança do Cariocão.

Marcelo Cirino, o nome do jogo
No primeiro tempo, com Cirino sendo pouco acionado, o Flamengo deu um show de incompetência nas finalizações e poderia ter saído de campo com pelo menos dois ou três gols marcados.

Arthur Maia não foi nada bem. A pior partida dele, desde que chegou ao Flamengo.

Outro que jogou mal foi o Canteros, errando muitos passes.

A má atuação destes dois jogadores atrapalhou bastante para o time furar a retranca bem fechadinha do Boavista.

No segundo tempo, o Flamengo botou o time pra correr e deu a lógica: vitória rubro-negra.

Nada mais a falar desta peladinha que rolou no Maraca (é nosso).

No domingo, nossa próxima vítima será o Madureira.

Ah... Já ia me esquecendo. 

Viram o Thallyson?

Viram como ele bate lateral certinho, bonitinho, dentro da regra?

O orgulho da mamãe...

Mas, não joga nada, nada, nada...

Acabou substituído pelo já "imortal" Leonardo Moura, um dos maiores ídolos da história do Flamengo.

Aliás, o Moicano vai embora, para os Estados Unidos, jogar no timeco do Ronaldo Fofômeno.

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Joel

          Joel Antônio Martins nasceu em 23/11/1931 e teve duas passagens pelo Flamengo: a primeira entre 1951 e 1958 e a segunda entre 1961 e 1963, marcando 216 gols em 415 jogos com o Manto Sagrado.
        Ponta-direita driblador, Joel começou a carreira no Botafogo em 1948 e em 1951 veio para o Mengão realizando o sonho de infância de jogar pelo Flamengo, seu clube de coração. Com a camisa rubro-negra conquistou o tricampeonato carioca de 1953-1954 e 1955 e o Torneio Rio-São Paulo de 1961.
         Joel formou o ataque rubro-negro do time que conquistou o tri carioca junto com Benitez, Esquerdinha, Paulinho, Índio e Zagallo e também com Dida e Babá( o primeiro a partir de novembro de 1954 e o segundo a partir de meados  do mesmo ano ). Vale lembrar que jogadores como Garcia (Chamorrro em 1955), Jadir, Pavão e Servíllo, Jordan, Dequinha, Rubens e Evaristo de Macedo também foram fundamentais para a conquista do segundo tri carioca da história rubro-negra sob o comando de Fleitas Solich.
       No Carioca de 1953, Joel marcou em várias goleadas rubro-negras: na vitória  contra o Madureira por 4 a 0 (dois gols de Esquerdinha, um de Joel e outro de Benitez), no chocolate de 5 a 0 no Bangu (dois gols de Rubens, um de Joel e dois de Benitez,  em outro massacre contra o time de Moça Bonita: vitória por 7 a 2 (três gols de Índio, dois de Rubens , um de Esquerdinha e outro de Joel para o Fla) e outro triunfo sobre o Madureira por 5 a 0 (dois gols de Rubens, um de Benitez, um de Joel  e outro de Índio). Na penúltima rodada da competição, o Flamengo venceu o Vasco por 4  a 2 com gols de Esquerdinha, Índio e dois gols de Benitez e conquistou o título carioca .Na última rodada, o Mengão venceu o Botafogo por 1 a 0 , gol de Rubens , coroando a brilhante campanha na qual o time do Flamengo ganhou  21 jogos e foi  derrotado apenas duas vezes.
No Carioca de 1954, Joel continuou fazendo gols em goleadas cono chocolate  de 5 a 0 contra o Madureira. O ponta abriu o placar e Evaristo marcou os outros quatro gols do Flamengo. O Mengão também venceu o Canto do Rio pelo mesmo placar com dois gols de Rubens, dois de Índio e um de Joel.
 Evaristo também teve grande atuação no Campeonato deste mesmo ano e  fez dois gols na vitória de 3 a 2 contra o Botafogo e Zagallo marcou o terceiro gol rubro-negro. Joel também atuou bem na goleada de 5 a 1 contra o Bonsucesso marcando os dois primeiros gols rubro-negros. Evaristo fez outros dois gols do Mengão e Zagallo fez o quinto do Fla. O Flamengo obteve 19 vitórias em todo o campeonato, sendo derrotado apenas duas vezes e confirmou o título ao vencer o Vasco por 2 a 1 (gols de Índio e Paulinho). Na última rodada, com direito a Carnaval em pleno Maracanã, o Flamengo derrotou o Bangu por 5 a 1 com gols de Benitez, Paulinho, Índio, Evaristo de Macedo, Edson (contra).
       Joel continuou marcando gols em goleadas no Carioca de 1955. Vale destacar a vitória de 5 a 1 contra a Portuguesa de virada com dois gols de Joel, dois de Índio e um de Paulinho e o chocolate de 6 a 1 no Flu (com três gols de Paulinho, dois de Dida e um de Joel para o Mengão e Didi abrindo o placar para os Tricolores) Nesse ano, o Flamengo decidiu o título com o América e venceu o primeiro jogo por 1 a 0, gol de Evaristo; perdeu por 5 a 1 no segundo e venceu por 4 a 1 na terceira partida com três gols de Dida e um de Duca, sagrando-se tricampeão carioca (1953-1954-1955) pela segunda vez em abril de 1956. A conquista do tri carioca foi uma homenagem ao Presidente Gilberto Cardoso, que morreu de enfarte provocado pela emoção de ver uma vitória do basquete rubro-negro numa decisão contra o Sírio no fim de 1955. Mesmo abalados com a morte do grande presidente, os rubro-negros se empenharam para conquistar o tri carioca.
        Em 1957, junto com Evaristo e Índio, Joel foi convocado para disputar o Campeonato Sul-Americano pela Seleção e marcou dois gols na vitória por 7 a 1 contra o Equador.
         Joel disputou ainda as Eliminatórias da Copa de 1958 e o próprio Mundial da Suécia. Fez parte da Seleção que conquistou a Copa pela primeira vez junto com Dida, Moacir e Zagallo. Começou a Copa como titular, mas foi substituído por Garrincha. Dida também começou o Mundial como titular, mas foi para o banco durante a competição. Dida jogou a primeira partida contra a Áustria contundido, ficou na reserva de Vavá e viu chances de ser titular com as entradas de Pelé e Garrincha no time brasileiro.
       No fim de 1958, Joel foi para o Valência.
       Em 1961, Joel voltou ao Flamengo e foi decisivo na conquista do Torneio Rio São Paulo do mesmo ano. Em uma campanha de altos e baixos, e contando com craques como Joubert, Jordan, Gérson, Carlinhos, Dida, Henrique Frade e Joel, o Mengão venceu o São Paulo por 2 a 1 (gols de Dida e Babá) e o Palmeiras por 3 a 2 (com dois gols de Dida e um de Henrique Frade), mas perdeu para o Santos, Flu e Bota. Porém, o Flamengo reagiu e venceu a Portuguesa por 2 a 0 (gols de Dida e Babá), o América por 2 a 1 (gols de Carlinhos e Gérson), o Vasco também por 2 a 1 (gols de Gérson e Babá), o Palmeiras por 3 a 1 ( gols de Joel, Dida e Gerson ) e o Santos (desfalcado de Pelé ) por 5 a 1 (três gols de Gerson e dois de Dida). Na final contra o Corinthians, o Flamengo ganhou por 2 a 0, gols de Dida e Joel, sagrando-se campeão do Torneio. Com oito anos, Zico assistiu à decisão no Maracanã.
      Em, 1963, Joel foi para o Vitória, clube que defendeu até o ano seguinte.
      Joel trabalhou nas divisões de base do Flamengo nos anos 80 e ajudou a revelar novos talentos como coordenador das peneiras.
       Joel faleceu em janeiro de 2003.
      Queria ter visto Dida e Joel jogando! Muito bom recordar a carreira de Joel, craque do Flamengo e da Seleção.
Fontes:
Assaf, Roberto e Martins, Clóvis. Almanaque do Flamengo. São Paulo. Editora Abril : 2001.
          Sander, Roberto. Os dez mais do Flamengo. Rio de Janeiro: Editora Maquinária, 2008.

           Vaz, Arturo, Júnior, Celso e Filho, Paschoal Ambrósio. 100 anos de bola, raça e paixão: a história do futebol do Flamengo. Rio de Janeiro: Maquinária Editora: 2012.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Numa tarde de Sábado de Carnaval...

No Sábado de Carnaval como este, mas em 2004, o Flamengo faturou mais um título da Taça Guanabara, ao vencer o Fla x Flu da final por 3x2.

O Flamengo havia terminado a primeira fase da Taça Guanabara com uma campanha apenas pro gasto. 3 vitórias, contra Cabofriense, Madureira e TapetenCe, empate contra o Friburguense e derrota de virada contra o America, deixaram o Flamengo apenas com a 2a colocação no grupo B. No grupo A, Vice da Gama e Americano foram os classificados pras semifinais, com 11 pontos cada.

Nas semifinais, deu a lógica. TapetenCe passou pelo Americano e o Flamengo passou fácil pelo Vice da Gama, com Felipe dando um show à parte. 

A final, marcada pro Sábado de Carnaval, foi eletrizante. O Flamengo, que tinha um time em formação, nem era tão favorito, mas a virada sensacional no jogo da primeira fase por 4x3, deixou a torcida com esperanças de título contra os Flores, que tinham como esperança de gols a dupla Romário e EdImundo, o Marginal. 

O Flamengo terminou o 1o tempo na frente, com gol do zagueiro Fabiano Eller, de cabeça. No segundo tempo, empate tricoflor, com gol de Antonio Carlos, com passe do Léo Moura (ele mesmo), e na saída de bola, gol do Jean. Novo empate, um gol contra do zagueiro Henrique, mas 3 minutos depois, Roger, que já tinha feito a festa nos flores fazendo os gols da virada por 4x3 na primeira fase, fez o gol do título numa curva sobrenatural da bola chutada. 

Festa rubro-negra! O Flamengo faturava o primeiro turno e se garantia na final, quando venceria o Vice da Gama e garantindo o título carioca de 2004, o último grande momento do time em 2004, quando iniciou um jejum que só seria quebrado 2 anos depois, com o título da Copa do Brasil 2006.

Vale a pena rever os gols desta vitória (e aproveitando a oportunidade para parabenizar o editor do vídeo abaixo por mais um aniversário)


[PS: Para este que vos escreve, a festa daquele Carnaval não tinha acabado naquele jogo, porque naquela noite, a Unidos de Vila Isabel fez o desfile espetacular que a colocou de volta ao Grupo Especial, de onde nunca deveria ter saído]



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Homenagem a Iranildo

        Iranildo Hermínio Ferreira nasceu em 17 /10/1976, teve três passagens pelo Flamengo: a primeira entre 1996 e 2000, a segunda bem no início de 2001 e a terceira entre 2002 e 2003 e defendeu o Flamengo em 282 jogos no total, marcando 34 gols.
       Iranildo iniciou a carreira no Madureira e foi campeão brasileiro pelo Botafogo em 1995 antes de vir para o Flamengo no ano seguinte.
      Jogador  franzido e rápido, Iranildo  dava velocidade ao time, mesmo que não fosse titular e entrasse no decorrer dos jogos em alguns períodos em sua trajetória pelo Mengão. Com o Manto Sagrado, Iranildo conquistou os títulos cariocas de 1996, 1999 e 2000, a Copa dos Campeões Mundiais em 1997 e a Copa Mercosul.
      Em 96, o Flamengo foi campeão estadual invicto. O time formado por Roger (Zé Carlos), Alcir (Zé Maria), Jorge Luís, Ronaldão, Gilberto, Mancuso, Márcio Costa, Nélio, Marques (Iranildo), Sávio e Romário ganhou os dois turnos.  Conquistou a Taça Guanabara, vencendo o Vasco por 2 a 0.  Iranildo deu lançamento  para Romário marcar o primeiro gol  e Sávio fez o segundo aproveitando lançamento de Zé Maria . O Mengão também venceu a Taça Rio ao empatar com o Vasco na final do turno em 0 a 0. Foi o quarto título estadual invicto da história do clube de maior torcida do país.
        No ano seguinte, o Flamengo ganhou a Copa dos Campeões Mundiais. No primeiro jogo da competição o Mengo empatou em 0 a 0 com o Santos; no segundo, empatou com o São paulo em 2 a 2 e no terceiro, derrotou o Grêmio por 4 a 2. O Fla decidiu o título contra o São paulo venceu o jogo por 1 a 0 (gol de Iranildo). Apesar de jovem, o time atuou muito bem A zaga — formada por Junior Baiano e Fabiano — se portou de forma impecável na final. Lúcio e Iranildo também foram destaque na competição.
      Em 1999, o Flamengo ganhou a Taça Guanabara. O adversário foi o Vasco, que entrou de salto alto, por achar que ganharia com a vantagem do empate. Doce ilusão. Não suportaram a raça do maior time do mundo. Athirson — aproveitando o passe de Iranildo numa jogada que fez jus à tradição rubro-negra pela garra e categoria — abriu o placar no início do jogo e Romário ampliou com um belo gol de canhota minutos depois. O adversário ainda diminuiu numa cabeçada de Odivan e tentou empatar, mas o Mengão soube segurar o resultado. Nada melhor do ganhar o primeiro turno de forma invicta.
Mas a festa estava só começando: o Mengão conquistou o Campeonato Estadual, vencendo o Vasco, que tinha ganhado o segundo turno. No primeiro jogo, o resultado foi 1 a 1 graças ao gol de peixinho de Fábio Baiano e às defesas salvadoras do goleiro Clemer. No segundo jogo, Rodrigo Mendes cobrou bem a falta sofrida por Caio e fez o gol do título, deixando o goleiro Carlos Germano parado e a torcida rubro-negra enlouquecida.. Mesmo com os desfalques de Iranildo, Leandro Machado e Romário o time rubro-negro mostrou muita raça. E ganhar no peito e na raça, honrando as tradições rubro-negras, é bom demais!! O técnico rubro-negro era Carlinhos.
No mesmo ano,  na decisão da Copa Mercosul contra o Palmeiras, o Mengão venceu o primeiro jogo por 4 a 3. Show de emoção e garra. Juan abriu o placar para o Flamengo. Júnior Baiano empatou para o time paulista. Asprila virou para o Palmeiras. Caio empatou e Paulo Nunes fez 3 a 2. Mas era dia do Urubu voar alto. Caio marcou outro gol e Reinaldo garantiu a vitória rubro-negra no Maracanã. No segundo jogo na casa dos palmeirenses novo sufoco. Arce pôs o time alviverde em vantagem. Caio empatou e Rodrigo Mendes virou o jogo com um golaço. Arce empatou de falta em falha de Clemer e Paulo Nunes marcou o terceiro do Palmeiras aproveitando lançamento de Zinho. Mas o jovem Lê marcou com frieza o gol de empate e que deu o título ao Flamengo
Em 2000, o Mengão venceu novamente o Campeonato Estadual. Nosso maior rival venceu a Taça Guanabara, mas o Flamengo se recuperou ¾ graças à volta de Carlinhos ao comando da equipe e à raça e à união do time ¾ e conquistou a Taça Rio ao vencer o Friburguense por 3 a 1. (Os gols do Fla foram marcados por Reinaldo, Athirson e Fábio Baiano.)
        Nas finais, o rubro-negro derrotou os vascaínos por 3 a 0 ¾ gols de Athirson (em linda jogada) Fábio Baiano (de falta) e Beto (de cabeça) ¾ no primeiro jogo e por 2 a 1 no segundo ¾ gols de Viola para o adversário e de Reinaldo e Tuta para o Mengão em bela virada. Reinaldo foi o vice-artilheiro da competição com 15 gols e Athirson, em grande forma, foi um lateral-esquerdo muito ofensivo, marcando 10 gols, muitos deles em clássicos, sendo o destaque do Flamengo no campeonato.
       No segundo semestre de 2000, Iranildo foi jogar no Bahia. No início de 2001, Iranildo voltou à Gávea, entrando em algumas partidas da Taça GB e do Torneio Rio- São Paulo. Mas no mesmo ano, retornou ao Botafogo e também defendeu o São Caetano.
      Em 2002, Iranildo jogou no clube grego PAOK e em seguida voltou ao Flamengo, onde ficou até o início de 2003, mas sem ter o mesmo sucesso da primeira passagem pela Gávea.
       Em 2003, Iranildo se transferiu para o Brasiliense e também jogou pelo Santa Cruz. No ano seguinte, o jogador voltou ao time de Brasília, conquistando o título estadual e o Campeonato Brasileiro da Série B. Iranildo também ajudou o Brasiliense a vencer os Campeonatos Brasilienses de 2005 e 2006. 
       Em 2006, Iranildo foi jogar no futebol árabe, defendendo o Al-Jazim. Em 2007, retornou ao Brasil e voltou a vestir a camisa do Brasiliense, clube onde ficou até 2011, conquistando mais um título estadual no mesmo ano.
       Em 2011, Iranildo jogou também pelo Luziânia e pelo Rio Verde (GO). No ano seguinte, defendeu o Ceilândia.
      Em 2013, Iranildo jogou por três clubes: retornou ao Madureira, defendeu o Palmas e voltou ao Brasiliense.
     Em 2014, o ex-jogador do Flamengo defendeu o Capital, equipe do Distrito Federal. O nome do time é uma homenagem à banda de rock brasiliense Capital Inicial.

         Bom recordar a trajetória de Iranildo no Mengão e vários outros clubes.  
Fontes:
http://www.flamengo.com.br/flapedia/Iranildo_Herm%C3%ADnio_Ferreira
http://www.flaestatistica.com/jogadores.html
Vaz, Arturo, Júnior, Celso e Filho, Paschoal Ambrósio. 100 anos de bola, raça e paixão: a história do futebol do Flamengo. Rio de Janeiro: Maquinária Editora: 2012.


sábado, 7 de fevereiro de 2015

QUASE DEMOS BOBEIRA DIANTE DO RESENDE

Faço minhas as palavras do Alecsandro, logo após a vitória do Flamengo sobre o Resende, por 2 x 1, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.


O lúcido Alecsandro comemora seu gol diante do Resende
Disse o nosso Alecgol: "No vestiário falei que jogar fora de casa contra adversário deste nível, que não é chamado de grande, mas dá trabalho, temos que impor nosso ritmo. Quando fazemos isso, o adversário respeita. Quando começamos devagar, complica. Quando jogamos forte, eles respeitaram e aí saímos com a vitória".

Que lucidez... Ele tem toda a razão.

Foi exatamente isso que aconteceu. No primeiro tempo, o Flamengo ficou naquele joguinho devagar, meio que esperando um vacilo do adversário para fazer e gol e acabou encurralado em seu próprio campo, sem saber o que fazer para sair da pressão do Resende.

O goleiro César deu pelo menos duas bobeiras no primeiro tempo e uma no segundo, quase proporcionando o gol adversário.

É garoto novo. Sabemos que goleiro precisa de experiência.

Como dizem os entendidos, "goleiro é igual whisky, quanto mais velho, melhor".

Só no segundo tempo é que o time do Flamengo resolveu acordar.

Devem ter levado um esculacho do Luxemburgo, no vestiário...

O Pofexô,quando se enfeza com o time, chega a dar medo.

Marcelo Cirino parece que começa a se acostumar mais com o Manto Sagrado e hoje foi o melhor em campo.

Deu aquela roladinha de bola, na entrada da área, para o volumoso Anderson Pico soltar a sua bomba característica, deixando o goleiro do Resende estatelado no chão.

Depois o mesmo Cirino sofreu um pênalti, muito bem cobrado pelo Alecsandro.

O Flamengo poderia ter feito o terceiro, se o juizinho Grazianni Maciel Rocha tivesse tido a coragem de marcar um pênalti claro em cima do Everton, que teve as costas de sua camisa toda rasgada por um zagueiro adversário, num perigoso ataque rubro-negro.

O roliço Anderson Pico, que até tem ido bem na lateral-esquerda, demorou a fazer das suas e acabou fazendo um gol contra..

Ao tentar rebater, com um chutão, uma bola que estava quase nas mãos do goleiro César, acabou errando e chutando para trás. Foi patético!

Bem, sabemos que o Flamengo na lateral-esquerda, também este ano, tem que escolher entre o ruim, que pode ser o próprio Pico, e o pior, que é o Thallyson, bom garoto, gente fina, mas que não joga nada. 

Por falar em não jogar nada, o que houve com o Nixon hoje? Ele vinha jogando tão bem. Sendo peça fundamental no esquema do Fla. 

Hoje, perdidinho em campo, acabou substituído pelo Luiz Antonio.

Quarta-feira, às 10 da noite, vamos pegar a Cabofriense, no Maraca (é nosso).

Mas o Flamengo ainda tem muito, mas muito a melhorar...

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

TREININHO BEM BARRA MANSA

Flamengo 4 x 0 Barra Mansa.

Uma goleada naturalmente esperada pela torcida rubro-negra, já que era a primeira partida do Barra Mansa no Maracanã, em 106 anos de existência do clube.

Sinceramente, eu esperava mais do time azul e branco, já que é o atual campeão da Segundona Carioca, que é muito disputada, apesar da baixa qualidade de boa parte das equipes.

Mas, estamos aqui para falar do Mengão, que fez um treino de luxo no Maracanã.

E quando falo que foi um treino, não quero desmerecer o jogo, pois a equipe jogou com seriedade. Não com tanto empenho, pois o adversário não exigiu isso, mas seriedade não faltou.

Tanto que o time do Flamengo procurou fazer gols o tempo todo e só não fez mais por um relaxamento natural e, algumas vezes, por falta de sorte.

Nixon foi  melhor em campo
No primeiro tempo, Arthur Maia teve uma bela exibição e fez um gol de cabeça.

Ele tem sido uma boa figura de ligação da defesa ao ataque. Com um pouco mais de treino e com uma maior aproximação dos dois setores, a coisa pode deslanchar.

Finalmente, o Marcelo Cirino desencantou e fez logo com dois gols. Que agradeça ao Nixon, que colocou o atacante várias vezes em condições de estufar as redes.

Nixon, o melhor em campo, e Canteros deram o ritmo do jogo.

O menino não parou um segundo sequer, sempre trocando de posições com seus companheiros.


O argentino, então, fez um golaço de falta, que fez muita gente matar a saudade do Zico.(veja no vídeo)

O Flamengo só parou de jogar mesmo lá pelos 25 minutos do segundo tempo, quando o Mugni entrou no lugar do já cansado Everton.

Com Mugni em campo, o Flamengo é outro. Não joga nada.

O cara consegue se colocar mal, errar passes em demasia e até deixou de marcar um gol porque deu uma canelada na bola, que foi pela linha de fundo.

O Barra Mansa veio para se defender e o fez o tempo todo.

O nosso goleiro César só fez uma defesa difícil.

Com um timinho desse, eu acho que o Barra Mansa vai acabar caindo.

Na terceira rodada, o Flamengo enfrenta o Resende, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.

É um adversário mais bem estruturado, mas nada que preocupe o Pofexô Luxemburgo e sua turma.

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

QUE VENHA O AREIAS

Com a saída de Bap da vice presidência de marketing do Flamengo, acredito que o mais natural seria trazer o João Henrique Areias para seu lugar.
João Henrique Areias

Não há melhor profissional de marketing esportivo no Brasil, senão o Areias.

Espero,com toda a sinceridade, que o presidente Eduardo Bandeira de Mello o convide.

João Henrique Areias é uma espécie de "Pai do Clube dos 13". Não fosse ele (com a ajuda de alguns) o Brasileirão de 1987 e muitas mudanças no futebol brasileiro não teriam acontecido.

O mesmo se aplica ao Basquete.

Quem não o conhece, procure pesquisar na internet, pois verá quem é João Henrique Areias.

Resta saber se ele aceitaria o cargo no Flamengo.

Aldair: zagueiro do Flamengo e da Seleção

            Aldair do Nascimento Santos nasceu em 30/11/1965 e disputou 185 jogos pelo Flamengo entre 1985 e 1989, marcando 11 gols. Zagueiro de muita técnica e raça, Aldair conquistou com o Manto Sagrado os títulos da Taça GB de 1985 e 1985, do Campeonato Carioca de 1986, o Brasileiro (Copa União) de 1987 (como reserva) e as Taças GB de 1988 e 1989, além do Troféu Colombino em 1988.
      No Campeonato Carioca de 1986, Aldair jogou com nomes como Zé Carlos,Leandro , Guto, Jorginho , Bebeto, Zico e Adílio. Na final da Taça Rio de 1986, Bebeto estufou as redes vascaínas duas vezes na emocionante vitória rubro-negra por 3 a 2, abrindo o placar com gol de falta e empatando o jogo (gols de Romário e Dinamite para nosso eterno rival, que chegou a fazer 2 a 1). Júlio Cesar marcou o gol da vitória e que deu ao Flamengo a vaga na final.
         Na grande decisão do Campeonato deste mesmo ano contra o Vasco, Aldair foi improvisado na lateral esquerda. O Mengão jogou com Zé Carlos, Jorginho, Leandro , Guto, Aldair , Andrade, Aílton Adílio Bebeto, Vinícius, (Júlio Cesar Barbosa) e. Marquinho. Em uma cabeçada de Adílio e um chute de Aldair o goleiro do Vasco Acácio fez defesas milagrosas. Mas Marquinho deu belo passe para Bebeto fazer o primeiro gol e Júlio César marcou o segundo com direito a frango do goleiro Acácio. A Nação fez a festa com a conquista sobre o maior rival.
       No ano seguinte, atuando na reserva, Aldair fez parte do grupo que contava com  Bebeto, Zico, Leandro, Andrade, Jorginho, Leonardo, Renato Gaúcho, Zé Carlos, Zinho, Edinho e Aílton e conquistou o Tetra Campeonato Brasileiro vencendo o Inter por 1 a 0 no segundo jogo da final com gol de Bebeto.
            Em 1988, o Flamengo conquistou a Taça GB e o Troféu Colombino. Nesta segunda conquista, Aldair teve participação decisiva. No primeiro jogo do troféu disputado na Espanha, o Flamengo venceu o Real Zaragoza por 2 a 1 com gols de Luvanor e Zinho. Na final, o Flamengo enfrentou o Huelva e depois do empate sem gols no tempo normal, o jogo foi para a prorrogação. O Mengão venceu o time espanhol por 1 a 0 com gol de Aldair e conquistou o título.
Em 1989, Aldair venceu mais uma Taça GB pelo Mengão e no mesmo ano foi jogar no Benfica substituindo Mozer, que foi para o Olympique de Marselha. Aldair fez sucesso  no time português  onde ficou até 1990.
        Em 1990, o zagueiro foi para o Roma, clube que defendeu por treze anos com muito sucesso conquistando a Copa da Itália em 1991 e o Campeonato Italiano na temporada de 2000/2001.
        Entre 1989 e 2000, o zagueiro jogou pela Seleção Brasileira, disputando 93 partidas com a camisa canarinho, marcando quatro gols. Venceu a Copa América em 1989 e 1997. Nesse último ano, conquistou ainda a Copa das Confederações. Aldair disputou ainda os Jogos de Atlanta no ano anterior e nessa competição, o Brasil ficou com a Medalha de Bronze
           O zagueiro disputou três Copas do Mundo, sendo reserva no Mundial de 1990 e titular nas Copas de 1994 e 1998. No Mundial de 1994, Aldair substituiu os contundidos Ricardo Rocha e Ricardo Gomes formando bela dupla de zaga com Márcio Santos e junto com os ex-companheiros do Flamengo Bebeto, Jorginho, Leonardo e Zinho, além do artilheiro Romário, o goleiro Taffarel, Dunga, Branco, Mauro Silva e Raí conquistou o tetracampeonato Mundial.
      Dando continuidade a carreira na Itália, em 2003, Aldair foi para o Genoa, clube em que jogou ate 2004. Encerrou a carreira no Muratta de San Marino em 2007.
          Bom relembrar a carreira de Aldair, fazendo um passeio pela trajetória desse grande zagueiro no Fla, no futebol português e italiano e na Seleção. Muito obrigada por tudo que você fez pelo Flamengo e pela Seleção Brasileira.!
Fontes:
____ e Filho, Paschoal Ambrósio. 100 anos de bola, raça e paixão: a história do futebol do Flamengo. Rio de Janeiro: Maquinária Editora: 2012.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

MAIS UM QUE JÁ VAI TARDE

BAP, competente e elitista
Luiz Eduardo Baptista, o nem tão popular Bap, não é mais vice-presidente de marketing do Flamengo.

Continua como presidente da Sky Brasil.

Desculpe se você, amigo leitor, gosta dele, mas este já foi tarde. 

Não pelo conteúdo, mas pela forma.

Competência, sei que ele tem, mas é muito prepotente e iria transformar o Mengão num Fluzinho

Não podemos deixar elitizar demais o nosso time.

Nossa torcida é o povão.

Viva a mulambada e que venha alguém competente como ele para seu lugar!

domingo, 1 de fevereiro de 2015

COM GOL BIÔNICO, EMPATE COM MACAÉ FOI LUCRO

Estrear no Cariocão 2015 empatando com o Macaé, Campeão Brasileiro da Terceira Divisão do Brasileiro, em 1 x 1, acabou sendo lucro para o Flamengo.

Não exatamente pela qualidade do adversário, que além de pequeno, agora é um time de Segunda... Divisão. Mas, o Macaé acabou que se mostrou uma equipe bem incompetente.

O que aconteceu foi que... Bem, aconteceu de tudo no Moacyrzão.

E quase não teve jogo porque alguns membros de uma torcida organizada rubro-negra (não sei porque chamam de organizada) invadiu o vestiário do Macaé, roubou material esportivo e ainda agrediu com um soco no queixo o goleiro Ricardo Berna. Quase que o Macaé não entra em campo por causa disso.

Atitudes como esta destes vândalos envergonham a nós, torcedores do Flamengo.

Mas, falaremos melhor sobre isso amanhã.

O Flamengo dominou todo o primeiro tempo e acabou levando um gol do Macaé, depois de uma falha de marcação de Pará, na lateral direita, e de um escorregão de Samir, que proporcionou a cabeçada de Pipico, no fundo das redes do nosso goleiraço Paulo Victor.

Aliás, desde o ano passado o Samir vem dando uns escorregões durante os jogos. Para um zagueiro de primeiro nível como ele, isto é inadmissível. É bom verificar se está usando as chuteiras corretas.

Veio o segundo tempo e o favorito, vestido de preto e vermelho, é claro, partiu pra cima do Macaé.

Pressão total e acabou saindo, da direita, um cruzamento certeiro de Wallace, que achou a cabeça biônica de Alescsandro.

Alecsandro, o biônico, comemora seu gol
Cabeça biônica, sim! Ou esqueceram que, ano passado, ele teve uma fratura na testa e teve que ser operado, colocando uma placa de titânio?

O gol de empate rubro-negro foi um prêmio para o chamado Alecgol, artilheiro do Flamengo, na temporada passada, com 21 gols.

Só que o destino ainda reservava uma surpresa para o Alecsandro.

Aos 30 minutos do segundo tempo, o goleiro Paulo Victor se chocou com um atacante macaense e sofreu um grande corte na cabeça, sendo obrigado a abandonar o campo ensanguentado.

Como o Flamengo já havia feito as três substituições quem foi para o gol? Quem? Raimundo Nonato? 

Nada disso, Alecsandro foi para o sacrifício. Se fantasiou de goleiro e, ainda bem, só teve trabalho mesmo num cruzamento do ataque do Macaé.

E é agora que eu explico porque disse que o time do Macaé é incompetente.

Em vez de partir para o ataque, como faria qualquer equipe com um jogador a mais e um goleiro "amador" no lado adversário, ficou tocando a bola de um lado para o outro, sem que ninguém tivesse coragem de arriscar um chute a gol.

A coisa deve ter parecido tão fácil para eles, que ficaram assustados e não tiveram a competência de acertar um chutinho sequer na direção do gol do Mengão.

Qualquer timinho de pelada iria tentar se aproveitar desta vantagem mas, acredito que ver o Manto Sagrado pela frente deve assustar mesmo.

Se a gente,que não é jogador, quando coloca a camisa do Flamengo fica se sentindo "o cara", imagina quem tem que nos enfrentar em campo...

Mas, os jogadores do Flamengo também foram inteligentes e, orquestrados por Everton e Canteros, seguraram a bola no campo de ataque o máximo possível, trocando passes com Marcelo Cirino, Anderson Pico, Arthur Maia e Márcio Araújo, deixando o tempo passar.

Desta maneira, evitavam ao máximo que o Macaé atacasse o gol defendido pelo Alecsandro.

No final da partida, se confessando ainda assustado, o atacante disse que espera nunca mais ter que passar por esta experiência de ser goleiro.

Agora, só nos resta vencermos o Barra Mansa, na segunda rodada, para entrarmos nos eixos e seguirmos firmes, rumo ao bi Carioca.

Ou alguém ainda tem dúvida?

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO