terça-feira, 31 de janeiro de 2012
A fascinação rubro-negra
A massa agita, as bandeiras tremulam e a felicidade marca o rosto de cada torcedor. E como numa das clássicas canções de Ben Jor, a arquibancada se pinta de preto e vermelho, e a maior parte dos habitantes do Rio de Janeiro e do Brasil estampam um sorriso de orelha a orelha, com o qual já estão acostumados a conviver, mas que nem por isso é menos prazeroso.
A bola atinge mais uma vez a rede, e neste exato momento, tudo é esquecido. Aquele torcedor na geral esquece-se da fralda que deixou de pagar para ir ao jogo, das besteiras que o técnico fez durante o ano, das caneladas do artilheiro nesse mesmo jogo, todo o sofrimento que veio ou que está para vir por conta do time, é recompensado no exato momento em que a bola balança as redes e a torcida percebe que ali se o clube está prestes a se sagrar campeão.
E engana-se quem pensa que o clube precisa de uma taça, de um troféu ou de medalhas para sagrar-se campeão. Um gol no fim de um clássico, uma vitória suada, uma virada na base da raça, fazem de um time, o campeão do povo, do seu povo, da sua torcida. E é isso o que mais me fascina no Flamengo: a imensa capacidade de superar qualquer lógica e ganhar o sorriso do torcedor novamente. E assim, cada vez
mais o mundo se pinta de preto e vermelho. Ainda bem.
Por Matheus Meyohas
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Textos de Amigos
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Termômetro
Como se mede uma paixão? Como se sabe a medida exata do amor? Dedicação? Vontade? Abnegação? Entrega?
São muitas a teorias de como uma paixão / amor se sustenta, mas na minha opinião (PESSOAL) acho que ainda não conseguiram definir ou inventar um “medidômetro” que mostre com exatidão o tamanho do amor de cada um por determinada pessoa, coisa, instituição etc.
E esse é um dos motivos que fico indignada quando se põe em dúvida o meu (ou de qualquer um) amor pelo Flamengo. Sou daquelas que ficam inchadas de orgulho e alcanço os 3 metros de altura quando falo do Zizinho, Uri geller, Andrade, Júnior, Nunes, Zico, Adriano…fico com quase 3 metros quando envergo o Manto, sinto e sei, que com ele posso tudo. Cada um sabe exatamente o quanto muda e do quanto abre mão para estar perto ou para seguir o Flamengo. Eu mesma, ontem ao assistir o enfadonho 0 x 0 pensava: O que me move? O que me faz, mesmo sem reconhecer o time em campo, já fazer contas e adaptações para ir ao próximo, e provavelmente igual, jogo? Só pode ser amor.
Eu sempre acredito no Manto.
“Amor igual ao teu , eu nunca mais terei
Amor que eu nunca vi igual, que eu nunca mais verei
Amor que não se pede
Amor que não se mede…” Cidade Negra
Saudações Rubro-Negras!!!!!!!
Renata Rosa Graciano
domingo, 29 de janeiro de 2012
Só Love, só Love...
Só Love, só Love...
O Bom Rubro-Negro a Gávea torna... E ele voltou.
Depois de muita especulação, e uma longa novela, enfim está anunciado. Vágner Love é do Mengão.
Com uma rápida passagem de 6 meses em 2010, o craque que veio as lágrimas durante a sua apresentação, deixou bem claro, Voltei pra fazer história.
Com suas tradicionais Tranças Rubro-Negras, Love disse que pretende ficar até morrer, e que quer chegou a hora de faturar a Libertadores.
Se depender do Amor e da vontade, Love já pode festejar, por que a Nação o recebe de braços abertos. Só nos faltam repetir o feito de 2010 com muitos gols e comemorações da torcida Rubro-Negra.
Demonstrou ainda ser realmente Flamenguista de Corpo, Alma e Coração, declarando que para jogar no Flamengo, tem que querer jogar no Flamengo, e é isso que ele realmente quer.
Enfim, a Nação pode comemorar. O Artilheiro do Amor é do Mengão!
Em nome da Raça, do Love e da Paixão
“Flamengo até Morrer, eu sou.”
Matheus Andrade Berriel - @MatheusCRF_
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Flamengo recebe Kareem Abdul-Jabbar
Maior jogador americano de basquete de todos os tempos, Kareem Abdul-Jabbar esteve na Gávea na manha desta sexta-feira (27.01) para falar com crianças e fãs do esporte sobre sua carreira. Ao chegar ao ginásio Hélio Maurício não houve quem não se impressionasse com os de 2.18m do astro que, apesar de estar afastado das quadras desde 1989, ainda inspira os jovens aspirantes a jogadores profissionais.
Kareem, eleito por seis vezes o Jogador Mais Valioso (MVP) da NBA, nomeado no dia 18 de janeiro embaixador cultural pela secretária americana, Hillary Clinton, esteve no clube acompanhado do embaixador americano, Thomas Shannon e do Cônsul Geral, Dennis Hearne. Eles foram recebidos no Flamengo pela presidente Patricia Amorim, pela vice-presidente de esportes olímpicos Cristina Callou e pelo diretor Marcus Guimarães. Das mãos da mandatária, a lenda viva do basquete ganhou uma camisa de basquete do Rubro-Negro personalizada e retribuiu com uma dos Los Angeles Lakers, clube no qual encerrou a carreira.
"É uma grande honra para o Flamengo receber uma personalidade mundial como o Kareem. Ele, assim como nós está envolvido com projetos sociais para crianças e é um orgulho muito grande para a Nação recebê-lo em nossa casa", agradeceu Patricia.
Durante o bate-papo com dezenas de crianças que vieram de todo o estado para ver o ídolo, foi passado um vídeo com as imagens da carreira do ex-jogador. Em seguida, Kareem conversou com os jovens e falou principalmente da importância de conciliar o esporte e a educação.
"Esporte e educação devem sempre andar lado a lado e isso não é difícil. A base educacional é a chave do sucesso na carreira de qualquer atleta ", ressaltou.
Além disso, Kareem Abdul-Jabbar, que desde 1989 tem voltado seus esforços para iniciativas sociais, respondeu algumas perguntas e bateu uma bolinha com os jovens presentes.
Esse foi o primeiro evento de intercâmbio entre Flamengo, Comitê Olímpico dos Estados Unidos (USOC) e a Effect Sport (empresa que atua como agente do USOC no Brasil), desde que foi assinada uma parceria para que o clube seja sede de treinamento da equipe americana antes e durante os Jogos de 2016, no Rio.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Sueco que jogou no Flamengo lamenta não ter ficado mais tempo
Alheio às crises que atormentam o Flamengo e seus torcedores, um senhor sueco aposentado guarda a imagem de uma Gávea festiva e ensolarada, de uma outra época, em que tornou-se o único jogador de seu país a vestir a camisa rubro-negra. Um feito que Roland "Rimbo" guarda com muito orgulho e exibe em fotos que ele gostaria de enviar ao Brasil.
- Foram cerca de três meses apenas, mas uma experiência fantástica. Outros suecos passaram pelo Flamengo naquela época, mas só eu cheguei a jogar. Fosse em outras circunstâncias, eu poderia ter ficado até mais tempo - lembra o ex-atacante Roland, hoje com 68 anos.
Na Suécia de então era comum jogadores ganharem o apelido do lugar de onde vieram. Roland ficou conhecido como Rimbo, nome de seu bairro, localizado no município de Norrtälje, região metropolitana da capital Estocolmo. Em 1966, ele destacou-se ao marcar 16 gols em sua primeira temporada por um grande clube local, o AIK. Foi assim que chamou a atenção de Gunnar Göransson, diretor de uma empresa sueca no Brasil e dirigente do Flamengo. Quando recebeu a proposta de treinar no clube rubro-negro, Rimbo mal acreditou.
- Foi um período em que muita coisa aconteceu na minha vida. Meu filho havia nascido no ano anterior, depois me transferi para o AIK e fiz sucesso logo de cara. Quando soube da possibilidade de ir para o Brasil, aceitei na hora - diz ele, que também trabalhava como carpinteiro, já que a liga sueca ainda não era profissional.
Além de conhecer o país então bicampeão mundial, era a chance de escapar do gelado inverno sueco e aproveitar o verão brasileiro. Mas Rimbo não esparava tanto calor e muito menos que fosse ser escalado logo de cara, num amistoso contra o Atlético Mineiro, no Mineirão, em novembro de 1966.
- Cheguei num dia e no outro já fui relacionado para uma partida em Belo Horizonte. Era um jogo à noite mas mesmo assim fazia muito calor. Entrei no segundo tempo e não aguentei atuar os 45 minutos. Quando saí, ouvi muitas vaias e não entendi o porquê, não achei que tivesse jogado mal. Foi então que o meu tradutor me disse que estavam vaiando o técnico, porque não queriam que eu saísse - afirma Rimbo, que não recordava o placar final (2 a 1 para o time mineiro) e nem o nome do treinador, o argentino Armando Renganeschi.
O Flamengo ainda disputava a reta final do Campeonato Carioca, em que Rimbo não estava inscrito. Mas ele lembra impressionado as cenas do jogo decisivo do torneio, em que o Flamengo perdeu por 3 a 0 para o Bangu, no Maracanã, e o rubro-negro Almir Pernambuquinho deu início a uma briga generalizada que pôs fim à partida.
Rimbo somente voltaria a campo dois meses depois do amistoso no Mineirão, num jogo de pré-temporada contra o Vasco, na Gávea. Desta vez, com vitória rubro-negra por 2 a 0. O atacante sueco começou no banco de reservas e entrou no lugar do centroavante César Lemos, o César Maluco, que no mês seguinte deixaria o Flamengo para tornar-se ídolo no Palmeiras. Rimbo também foi embora da Gávea pouco depois e retornou ao AIK, mas acredita ter deixado boa impressão.
- O treinador veio conversar comigo e pediu para que eu continuasse. Mas eu estava com minha mulher e havíamos deixado um filho pequeno na Suécia. Sentia muita saudade dele e já tínhamos planejado voltar. Se as coisas fossem diferentes, talvez eu tivesse ficado. Mas não tenho do que reclamar. Foi uma experiência maravilhosa.
Ao falar sobre seu estilo de jogo, o próprio Rimbo admite que não era dos mais técnicos, mas veloz e objetivo. Na terra natal, ficou famoso por características que ajudam a explicar os elogios recebidos na Gávea, raça e valentia, mas também por ser temperamental.
- Acho que se atuasse hoje em dia receberia muitos cartões amarelos - admite, sorrindo.
No Rio, Rimbo dividiu um apartamento em Copacabana com outro jogador sueco também levado para treinar no Flamengo. O zagueiro Kurt Axelsson, já falecido, não chegou a entrar em campo pelo clube carioca. Ao contrário de Rimbo, que disputou apenas duas partidas pela seleção de seu país e passou a carreira inteira na liga local, Axelsson transferiu-se para o Brugge, da Bélgica, e foi titular da Suécia na Copa do Mundo de 1970.
Mas dos suecos levados para treinar na Gávea nos anos 1960, nenhum tornou-se um jogador de tanto sucesso como o atacante Roger Magnusson. Ele virou ídolo do Olympique de Marselha, onde sagrou-se campeão francês em 1971 e 72, e ganhou o apelido de "Garrincha sueco". Magnusson treinou no Flamengo em 1963 e voltou para casa dizendo que o clube carioca somente manifestou interesse na sua permanência quando ele já havia retornado. Rimbo, porém, conta outra versão.
- Lá no Flamengo, eles diziam que Roger nunca se empenhou muito.
Além de Rimbo e Kurt Axelsson, na pré-temporada de 1967 o clube contou com um outro estrangeiro, bem mais famoso, também convidado por Gunnar Göransson: o húngaro Florian Albert, que naquele mesmo ano ganharia a Bola de Ouro de melhor jogador do futebol europeu.
Em casa, mesmo sem saber muitas notícias do Flamengo, Rimbo diz torcer pelo sucesso do clube. Entre suas muitas fotos, exibe com carinho uma em que aparece junto com Axelsson carregando o atacante Silva, o grande ídolo do clube na época. Rimbo diz que, se houver interesse, gostaria de enviar as imagens para o Brasil.
- Talvez possam cuidar melhor delas por lá. Aqui, não sei que fim irão levar. Sou muito grato ao Flamengo. Essa é uma chance que tenho para agradecer por um grande momento que me proporcionaram.
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/01/sueco-que-jogou-no-flamengo-lamenta-nao-ter-ficado-mais-tempo.html
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Curiosidades do Flamengo
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Craque da Galera 2011 - Blog Flamengo Eternamente
A partir desse ano teremos uma novidade. A cada temporada faremos uma eleição para escolher o Craque da Galera - Blog Flamengo Eternamente. O ganhador desse modesto prêmio desse modesto Blog estará marcando seu nome em uma pequeníssima parte da história do Flamengo, mas em uma parte considerável da história do Nosso Blog.
Para começar vamos eleger o craque da Galera de 2011. Vote abaixo. Os leitores poderão votar por 30 dias naquele que considerar o destaque da temporada.
Flamengo campeão Carioca de 2004
O Campeonato Carioca 2004 representou a edição de número 98 daquela que é a mais charmosa das competições estaduais. A primeira partida desta edição aconteceu no dia 24 de Janeiro de 2004, a última por sua vez, disputada entre Flamengo e Vasco se realizou no dia 18 de Abril do mesmo ano.
Naquele ano o Campeonato não teve alterações em relação ao certame anterior, e o Vasco da Gama campeão de 2003 buscava a sua segunda conquista seguida, o que não viria a acontecer.
Em partida realizada no dia 21 de Fevereiro de 2004, o Flamengo venceria o Fluminense e se sagraria Campeão da Taça Guanabara. Mais tarde, o Vasco da Gama venceria o mesmo Fluminense na final da Taça Rio e se credenciaria para disputar o Campeonato Carioca com o Flamengo.
Nas duas partidas finais do certame, O Mais Querido do Brasil eliminou o time de São Januário com duas vitórias e levou para a Gávea o seu 28º título de Campeão Estadual.
O herói do campeonato foi o jovem Jean. Servido por Felipe, e num time bastante estabilizado, acabou sendo o grande herói da conquista do Campeonato Carioca de 2004, marcando os três gols da final contra o rival Vasco, o que fez com que Jean caísse ainda mais nas graças da maior torcida do Brasil.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Flamengo em Sucre - Bolívia
O seu time é capaz disso? Flamengo chega em Sucre, Bolívia, e olha a recepção. Só a maior torcida do Mundo á capaz de algo assim.
Crédito:
http://www.facebook.com/BrahmaFla
domingo, 15 de janeiro de 2012
José Aldo vence Chad Mendes por nocaute
De maneira impressionante, o lutador do Flamengo José Aldo nocauteou o americano Chad Mendes na luta principal do UFC 142, no Rio de Janeiro, na madrugada deste domingo (15.01), e manteve o cinturão peso-pena. O campeão acertou uma joelhada certeira no oponente faltando apenas um segundo para o fim do primeiro round e fez o público presente na Arena da Barra delirar. Logo após o triunfo, ele saiu correndo do
Como de costume, José Aldo exibiu uma bandeira do Flamengo. No entanto, o atleta se desculpou por não ter lembrado de vestir o manto sagrado após a luta.
"Estava acontecendo tanta coisa naquela hora, que nem me lembrava de mais nada. Tinha que fazer tanta coisa ali, mas era muita emoção. Da próxima vez vamos entrar com tudo certinho, com o escudo e tudo mais", disse o lutador rubro-negro, agradecendo o apoio da torcida, que não parou de cantar um minuto sequer.
"Obrigado a todos. Hoje vim com o espírito de dar a vitória para vocês. É sempre um prazer defender o cinturão. Aqui é minha casa, é onde eu me sinto muito bem. Foi uma emoção muito grande o que vivi hoje. Desde a hora que eu entrei, a galera toda me jogou para cima, com muita energia positiva. Dava para ouvir o grito de "vai para cima, Aldo", disse o campeão, que espera ajudar na luta contra a violência no esporte, principalmente no futebol.
"Há uma cultura diferente no nosso esporte. Se você for ver, já lutei quase no mundo inteiro e nunca tive uma rivalidade. É diferente do futebol. Nossa cultura passa energia positiva boa, e com certeza vamos mudar a cabeça desses fãs que vão aos estádio pensando em arrumar algum problema. As iniciativas do clube de apoiarem os atletas também têm isso. Nesta madrugada a torcida vascaína também estava comigo. Apoio a iniciativa dos clubes de apoiarem os atletas. Estamos juntos. Anderson está no Corinthians, onde estão montando uma academia para ele. Espero que possam fazer isto no Flamengo para mim, para montar um trabalho social lá dentro e mudar essa mentalidade", finalizou.
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sábado, 14 de janeiro de 2012
2012 - Ano do Centenário do Futebol do Flamengo
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Como alguém pode não ser Flamengo?
Não consigo entender. O Flamengo é livre e democrático. Se deixa amar. Qualquer um pode torcer pelo maior time do Brasil. Qualquer um pode fazer parte da maior, mais bonita e mais vibrante torcida do mundo. E mesmo assim alguns escolhem torcer por times menores e menos qualificados. O que leva essas pessoas a fazer isso? Como alguém pode abrir mão da felicidade suprema que só o único Rubro Negro pode oferecer. A esses minha dó. E lamentar por aqueles que vivem o futebol mais para odiar o Flamengo do que para torcer por aqueles times inferiores.
Para quem é Flamengo, Parabéns. Para quem não é, só lamento.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Repórter justifica maior espaço na mídia para Fla: 'Interessa a mais gente'
Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. Enquanto a Seleção Brasileira sonhava com o hexacampeonato, o Flamengo disputava amistosos pelo país. Em Boa Vista, milhares de torcedores da capital de Roraima passaram a madrugada acordados para receber o time no aeroporto. Uma demonstração da força do Rubro-negro carioca presenciada pelo repórter de “O Globo”, Carlos Eduardo Mansur, que naquela época trabalhava como assessor de imprensa do clube.
No jornal carioca, Mansur passou para o outro lado ao cobrir o clube entre 2008 e 2010. Relatou o título do Campeonato Brasileiro em 2009 e o frustrado ano seguinte, primeiro da gestão de Patrícia Amorim. Neste período escreveu o livro “Meu maior prazer”, em parceria com o jornalista Luciano Ribeiro. A torcida pelo Flamengo sempre foi clara.
- Nunca escondi. Eu respeito o jornalista que não revela o seu clube. Mas acho que a primeira forma de ser honesto com quem te lê é você revelar. Você pode não revelar, mas dizer que não tem clube é a primeira mentira que você está contando ao seu ouvinte, leitor ou espectador - disse.
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Uma história comentada nos bastidores do futebol diz que o Flamengo seria muito mais vitorioso se não sofresse vários mandos e desmandos.
- É normal que um clube do tamanho do Flamengo gere tanta discussão. Quem trabalha no Flamengo tem que estar pronto para lidar com esse tipo repercussão e saber administrar da melhor forma. Em geral, as pessoas que tiveram êxito no Flamengo tiveram êxito com a mesma efervescência e turbulência. Apenas souberam lidar com isso e não se deixar governar de fora para dentro. É preciso se adaptar a estas características. Mudar o perfil do Flamengo não seria legal. Ele tem a sua cara e deve ser vencedor, ou não, do jeito que ele é.
Mas o Flamengo não poderia alçar voos mais altos se não fossem estas questões internas?
- Ele vai ter suas grandes conquistas no momento em que ele tiver uma gestão capaz de levar essas conquistas mesmo com essa realidade. Eu não acredito que o Flamengo, um dia, se torne um clube fechado, sem discordâncias políticas. No Flamengo, às vezes isso extrapola um pouco, mas um certo limite de discussão ou de oposição de posicionamento é básico.
O que tem de diferente em cobrir o Flamengo e os outros clubes?
- Tudo o que envolve o interesse de 30 milhões de pessoas tem uma repercussão maior. Coisas que são notícia no Flamengo não seriam em outros clubes. Cada um tem a sua cultura. Eu cobri o Vasco no período em que ele passava por uma transformação muito grande. Saiu daquele coisa fechada do Eurico (Miranda, ex-presidente do clube) para uma coisa mais relaxada, no bom sentido, do Roberto (Dinamite, atual presidente). Um pouco mais aberta e democrática. Nem sempre tão competente no início da gestão, mas conseguindo arejar o clube em termos de pensamento, de discussão interna. Foi um momento bem saudável do Vasco. No Fluminense talvez a cobertura seja um pouco mais difícil para a imprensa. Talvez seja o clube mais fechado, com acesso aos jogadores mais restrito. O Flamengo tende a ser mais aberto, tem mais vozes e gera mais notícias em decorrência disso. Cada clube tem o seu perfil.
E essa crítica de torcedores de outros times de que o Flamengo tem mais espaço, o que eles chamam de "Fla-Press"?
- Tem o interesse mercadológico. Você imagina se eu sair daqui e levar um tombo, isso não vai ser notícia. Se o Presidente da República escorregar e cair na rua isso vai ser notícia. Isso interessa a todo mundo porque é uma figura exponencial do país. Então, se você tem um clube que mexe com 30% da população brasileira, é óbvio que qualquer pequeno fato é notícia. O que que é notícia? É uma combinação de vários fatores. Entre eles, relevância específica do tema e a quantidade de pessoas que têm interesse em saber daquilo. Se a medida em que interessa a mais gente, os fatos que acontecem no Flamengo são mais notícia.
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sábado, 7 de janeiro de 2012
A invasão da Torcida Rubro Negra ao Pacaembu
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| Crédito: Globo Esporte |
O jogo era apenas dos juniores. Mas era o Flamengo e sua camisa mágica que estavam em campo. E isso bastou para tomar o Pacaembu e pintá-lo de Rubro Negro. Um belo feito pro Clube de Maior torcida do Brasil, e que tem a quinta maior Torcida de São Paulo, a casa do segundo lugar e sua torcida estadual (a torcida do Flamengo é maior do que a da tradicional Portuguesa lá).
Se os corintianos se orgulham tanta da falácia chamada "Invasão Corintiana" onde alegados 70 mil corintianos foram ao Rio de Janeiro (com muitos torcedores de outros clubes no meio) ver uma semi Final de Campeonato Brasileiro (isso quando o time estava a anos sem ganhar nada e a torcida desesperada), o fato de colocarmos 40.508 torcedores (claro que havia uma pequena torcida do Bahia também) numa final de campeonato SUB 18, numa terça feira de manhã, quando era feriado só em São Paulo, é muito mais significativo e mostra que a torcida do Flamengo além de muito maior é muito mais animada. Isso sim é demonstração de força e de amor.
Em qualquer ângulo que se olhe a Magnética Rubro Negra é maior, mais bonita, mais impressionante que qualquer outra. E embora haja uma campanha sistemática por parte da diretoria Corintiana para negar o óbvio, contra os fatos não se briga. Flamengo Maior do Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Final_da_Copa_S%C3%A3o_Paulo_de_Juniores_2011
P.S. Sobre o verdadeiro número de corintianos na tal "Invasão Corintiana" leiam o texto abaixo. Parece que ano após ano o número de corintianos no Maracanã aumenta...
http://jornalheiros.blogspot.com/2011/06/recordar-e-viver-invasao-corintiana-em.html
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Entrevista com o ídolo Leandro
Publicamos trechos da entrevista do ídolo Leandro. A entrevista foi cedida ao jornalista Leo Borges, do jornal Na Jogada, de Cabo Frio.
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José Leandro Souza Ferreira seria mais um brasileiro comum se seu talento não tivesse sido descoberto e aproveitado. A história começou há 35 anos, por um dos acasos da vida. A caminho de prestar o vestibular, no Rio de Janeiro, o ônibus onde estava parou em frente à Gávea, sede do Flamengo, e, dali em diante, a história de amor de Leandro com o Flamengo e com o futebol ganhou outro patamar.
A intervenção dos “deuses do futebol” foi fundamental para que o talento desse cabofriense não fosse perdido. Ainda jovem, Leandro foi dado como “desenganado” para o futebol por causa das suas pernas arcadas e de seu já problemático joelho.
Mesmo assim, a carreira prosseguiu, e por 14 anos, um dos melhores jogadores em sua posição em todos os tempos defendeu apenas duas camisas: a do seu Flamengo de coração e a da seleção brasileira.
O desfile pelos gramados do mundo inteiro foi curto, encerrando precocemente a carreira aos 29 anos. Tempo suficiente para inspirar e eternizar sua grandeza, retratada em forma de estátua na Praia do Forte, principal ponto turístico de Cabo Frio, “quintal” da sua casa, onde jogou futebol por muitos anos.
Considerado por muitos o maior lateral-direito de todos os tempos, o cabofriense Leandro conta um pouco da sua história em uma entrevista especial onde fala da sua carreira, sobre seu tempo no Flamengo, sobre a seleção e até da Cabofriense. Leandro abriu o verbo e não titubeou ao responder perguntas polêmicas sobre sua carreira e sobre seu tempo como jogador. Até hoje idolatrado pela torcida do Flamengo, conta de tudo um pouco.
Chegada ao Flamengo
Eu sempre gostei muito de futebol, era chamado nos dias de hoje de fominha. Aqui em Cabo Frio eu jogava na praia, futsal, futebol de campo, em todas as peladas eu estava. Minha vontade de ser jogador profissional e, principalmente, no Flamengo era imensa, já que era meu time de coração. Então fui fazer um pré-vestibular no Rio, em 1976, e surgiu uma oportunidade de fazer um teste no Flamengo. E foi engraçado, porque não estava programado de fazer o teste. Fui com meu primo à praia do Leblon e, na volta, o ponto final era em frente à Gávea. Aí meu primo disse: “Faz um teste no Flamengo”. Aí eu disse que só fazia se ele pedisse, porque eu era muito tímido. Ele conseguiu e marcaram o teste. Nem chuteira eu tinha, peguei emprestada e o número dela era dois a mais do que eu calço. Fiz o teste e fui aprovado em apenas dois treinos. Aconteceu tudo rápido.
Pai e filho torcedores rubro-negros
O Flamengo não é o Flamengo pós-Leandro jogador. É de nascença. Meu pai, a gente não mede o sentimento rubro-negro. Sempre falam que um é mais rubro-negro que o outro, mas papai considero ele um dos maiores rubro-negros que existe e que eu conheço. Sabe torcer, sabe perder, é sarcástico nas brincadeiras. O pessoal em Cabo Frio sabe que não dá para sacanear ele, tá sempre com uma saidinha, uma resposta pronta. Na derrota ou na vitória. De radinho de pilha, ele me levava, aos domingos para deitar na cama dele. Em 69, tinha 10 anos, uma passagem curiosa: a gente tava assistindo a uma final do Fla-Flu e o Fla tava perdendo. O rosto dele meio triste, preocupado e tal. Aí eu saí e fui na sala, ajoelhei e rezei. Pedi “Papai do Céu, faz o Flamengo empatar pra ver uma alegria no papai”. Aí o Dionísio empatou com um golaço de cabeça. Comprei um vinil, era o Jorge Cury narrando: “Murilo ultrapassa a linha divisória do gramado e levantou a boca da meta, Dionísio de cabeça, é golaaaaaço”. É assim a minha ligação com o Flamengo, de sair daqui com grupo para o Maracanã. Fundaram até uma torcida aqui em Cabo Frio do Flamengo. Acompanhei isso tudo, depois virei jogador, com todas as feras no Flamengo ao meu lado, Zico, Júnior, e aí você perde um pouco do torcedor, passa a jogador, só que com a responsabilidade, o lado torcedor de criança passa para dentro do jogador. Toda vez que entrava em campo, me transformava, era o vermelho e preto em pele mesmo. Sempre dei tudo pelo Flamengo, quando era uma derrota iminente, eu ficava pensando na tristeza, na vibração todinha do torcedor. Ele é um dos alicerces, me ensinou muito. Diziam no Maranhão que eu não joguei nem metade do que meu pai jogou. Ponto de apoio da minha família, ele que acreditou em mim. Minha mãe fez ele ir no Flamengo perguntar se eu tinha chance. Acho que dentro da educação, gerou tudo, você se forma dentro de casa para o bem e para o mal.
De torcedor para jogador
Foram 16 anos. Passa muito rápido. A minha carreira foi meteórica, não pensava em ser jogador profissional. Fui para o Rio e fui para a praia. Lá pedi para treinar. Foi uma, duas e deu certo. Em dois anos já estava no profissional, disputando o Carioca e sendo campeão. Uma loucura, cara! Você sabe o que foi?!! Eu sou reconhecido no Rio, nos shoppings e até em outros estados. Você saber que fez alguma coisa de grande, de importante e que a gente nem pensava nisso. Aqui de Cabo Frio, a vida da gente dá umas reviravoltas meio malucas. Com o talento que Deus me deu eu soube aproveitar. Treinava muito, gostava do que eu fazia, não queria e não gostava de perder.
Flamengo, único clube
Em 79 eu tive um problema no joelho, voltei a sentir dor depois da operação em 78, aí o Flamengo não podia ficar só com um lateral e contratou o Carlos Alberto. Fui para o Internacional e fiz o primeiro exame lá. Tinha passado, fiz o coletivo, e o Ênio Andrade tinha me escalado para jogar contra a Ponte Preta, já no domingo, pelo Campeonato Brasileiro. Aí eu fiz o outro exame, e o outro médico achou que a minha contratação não seria boa, dizendo que eu teria no máximo mais dois anos de vida no futebol. Graças a Deus ele botou esse médico na minha frente e eu retornei ao Flamengo. Foram dias difíceis até o final de 80. Depois, em 81, eu vim a ser convocado pelo Telê, e teve a minha estreia como titular jogando o jogo todo. O Telê me botou no jogo contra a Bulgária e foi no Estádio do Beira Rio. Ganhamos de 3 a 0 e eu fiz um gol. Um tapa de luvas que eu dei no médico lá.
Lateral ousado e zagueiro clássico
Algumas pessoas me chamavam a atenção. Eu tive uma birrazinha com o Rondinelli por isso, mas eu não fazia de propósito, eu não queria fazer firula. Na verdade como eu não gostava de dar chutão, eu via a possibilidade de sair jogando e fazia isso. Eu fazia numa de limpar a jogada, não de menosprezar o adversário. Eu queria fazer a jogada para ajudar meu time. No futebol, você tem segundos para decidir o que fazer, e eu decidia por fazer isso.
História com o goleiro Raúl na final de 82, contra o Grêmio
Não era só com o Raul, né? Mas por termos ficado juntos muito tempo, éramos companheiros de quarto na concentração, sempre brincávamos. O Flamengo no todo era uma grande família, todos torciam pelo sucesso do outro. Quando você tem uma amizade, acaba brincando com a pessoa. E o Raul conta nas entrevistas, sempre que perguntam de mim, sobre a final do Brasileiro contra o Grêmio, lá no Olímpico. O Grêmio estava pressionando muito agente, e sempre que a bola sobrava para o Raul, ele dava chutões na bola. Aí eu virei pra ele e disse: “Essa bola não vai adiantar Raul, ela vai voltar, é pior. Joga aqui pra mim”. E ele teimoso não queria mandar a bola. Mas eu estava reclamando tanto que ele com raiva mandou uma “pedrada” pra mim. Aí eu matei no peito e dei um lençol no Odair e sai jogando tranquilo. Voltei falando assim: “Joga em mim porque eu jogo pra cara... mesmo. Confia em mim, pô”. (Risos)
O apelido “Peixe Frito”
Na verdade tem várias versões. Que eu me lembre, tinha uma barraca, não sei se Kiquinho ou Babau mesmo, que vendia um peixe frito e onde eu tomava um choppinho. Daí caiu lá na Rádio Globo que a barraca era minha, aí colocaram Leandro Peixe Frito. Mamãe ouvia, botou o rádio de manhã cedinho e aí tinha uma chamada: acorda Peixe Frito, como tá o tempo em Cabo Frio. Ela ficava injuriada. Falava: “botei um nome tão bonito, Leandro, no meu filho para chamarem ele de Peixe Frito”.(risos).
Ano de 81, o melhor da carreira
Eu subi em 78, fiz 11 jogos pelo Flamengo, quando fomos campeões cariocas, e o Toninho era o titular. Em 80 fiz algumas partidas pelo Brasileiro, mas me firmei mesmo em 81, como titular da posição, com a saída do Toninho. Teve a oportunidade do Telê Santana, que me convocou pela primeira vez, e acho que dali eu engrenei, eu realmente subi na carreira.
Trinta anos da conquista do Mundial
Fica uma saudade grande. Às vezes me pego recordando lances do jogo e parece que foi ontem, mas já se vão 30 anos. Foi um ápice de um grupo vitorioso, bem unido, um grupo formado praticamente todo ele dentro do Flamengo. Essa é uma grande diferença em relação aos clubes atuais. Não existia nenhum tipo de vaidade, mas sim uma amizade e cumplicidade muito grandes. Além dos jogadores que formaram esse time de um nível técnico muito bom, a gente tinha essa amizade que faz com que um grupo seja vencedor. A gente olhava para cada companheiro e via o brilho nos olhos de querer ganhar, de querer melhorar cada vez mais. E o Flamengo tinha uma virtude muito importante: quanto mais títulos ganhava, mais sereno ficava, mais humilde, mas sempre querendo ganhar. A homenagem que recebemos agora foi muito legal. Praticamente todos os jogadores estavam lá, e rever aqueles companheiros daquela época de tantas batalhas, de tantas lutas em campo e fora do Brasil, em torneios pela Europa, você sente que ainda resiste aquela amizade gostosa, pelo carinho com que a gente é recebido pelos companheiros. Acho que a torcida do Flamengo jamais vai esquecer, e a gente fica torcendo muito para que outros títulos possam vir. Tomara que a gente consiga nessa próxima Libertadores, mas o que fica mesmo é a saudade, uma saudade gostosa, boa de sentir.
Reencontro com os ex-companheiros
Eu costumo dizer que a gente merecia ter mais tempo para a gente conversar, fazer uma roda nossa de ano em ano, pra bater papo, pra relembrar, porque tem muita coisa. Passamos muito tempo juntos e, normalmente, uma homenagem é um momento muito rápido de encontro. Mesmo assim cabe um abraço, contar alguma história... As lembranças são muito boas e a gente sente que cada um tem orgulho do outro.
Histórias da final do Mundial
Final do jogo. Logicamente, tinha alguns torcedores do Flamengo que viajaram, fizeram aquele sacrifício todo. Na entrada do estádio, os próprios japoneses organizadores estavam distribuindo bandeiras de ambos os clubes. Eu lembro que na época o Liverpool tinha até mais bandeiras, eles optaram mais pelo Liverpool por ser um clube mais conhecido, e que tinha sido o time da década. Então, no final da partida, faltando dois minutos, a vitória já tava certa. Todos sabíamos que o título era nosso, e eu, por um instante, me peguei pensando: “Cadê minha torcida?”. A gente tava acostumado com o Maracanã , comemorar junto com aquela galera toda e depois nas ruas ver o Rio, o Brasil todo colorido de vermelho e preto. Senti falta da torcida. Foi aí que fechei os olhos e mentalizei aquela massa toda do Maracanã e pude comemorar dessa forma com eles. Quando acabou o jogo, ficou um negócio meio frio, tava contente e tal, mas não tinha aquela vibração, aquela energia e o calor que vinha da arquibancada.
Saudade de jogar no Flamengo
Eu cheguei na Gávea em 76 e parei em 90. Foram, portanto, 14 anos só de Flamengo, graças a Deus. É uma casa sua, né? Você conhece todo mundo, do roupeiro, do cara que fica lá na portaria, na concentração, você conhece e faz amizade, ligação de manhã e de tarde, treino, contração e tal, realmente são muitas lembranças, amigos que fiz, não tem uma pessoa que diga que eu não fui amigo. Gostava quando eu chegava, a gente se sente um filho que tem que sair de casa e de vez em quando fazer umas visitas. É triste, mas a gente sabe que é assim.
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Ídolos do Flamengo
domingo, 1 de janeiro de 2012
2011 - Novo Recorde de Acessos do Blog Flamengo Eternamente
2011 acabou. Não foi um dos anos mais gloriosos para o Flamengo, mas foi um ano especial para nós, do Blog Flamengo Eternamente. No nosso quinto ano no ar, atingimos o novo recorde de visualizações de páginas (Page Views) em um mesmo ano. Nada menos do que 1.403.916 (isso mesmo. UM MILHÃO, quatrocentos e três mil e novecentos e dezesseis vezes que alguém viu alguma das páginas do Blog).
Isso nos deixa muito felizes e motivados a continuar a levar informações sobre o Flamengo, trazer um pouco da história e divulgar nossas Glórias. No nosso sexto ano no ar, esperamos fazer por onde merecer todo esse carinho, e acompanhar muitas outras conquistas do Flamengo.
Obrigado Nação.
Em tempo, fechamos o ano com um total de 3.772.883 Page Views. Esperamos chegar ainda nesse ano a 5 milhões de Page Views.
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