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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

FORA CAVALIERi!

As notícias que andam circulando por aí de que o Flamengo estaria interessado no goleiro Diego Cavalieri, do Florminense, chegam a me causar repulsa.

É um bom goleiro, mas qualquer um dos três que temos, é muito melhor do que ele, apesar de nunca terem sido convocados para a Seleção Brasileira.

Paulo Victor, César e até o afastado Felipe (não sei porque afastado) são melhores do que ele.
O Flamengo não precisa desse troço

Infelizmente, não posso falar dos jovens Daniel e João Paulo, pois nunca jogaram no time de cima.

Fora Cavalieri!

O Flamengo está muito bem de goleiros e zagueiros (apesar do Erazo).

Vamos gastar dinheiro onde precisamos.

A ordem não é economizar e otimizar nosso parco dinheirinho?

O Flamengo não pode jogar dinheiro fora!

Vamos brigar para trazer o Hernane de volta, de alguma maneira, já que os árabes não pagaram.

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Calúnia do Rúbio Negrão

Sejemos cinseros e analfabéticos: admito não gostar de futebol, apenas de Flamengo. O que não quer dizer que eu odeie o esporte bretão. Nada disso. Até porque o futebol é um dos raros esportes, se não o único, em que o mais fraco tem chances reais e concretas de vencer o mais forte. Não é como o basquete, o MMA e a política.

Trata-se, o futebol, realmente e felizmente, de uma “caixinha de surpresas”, de um bumbum de bebê, de uma cabeça de juiz, de onde podem emergir tanto Adrianos ressuscitados quanto Muralhas deslumbrados. É um melting pot, um lamentável melting pot, que o Walter do Fluminense esvazia fácil, limpa o fundo, e ainda é pago pra isso.

Cenão vejemos e erremos: por mais que desejássemos a vitória de ontem do Flamengo sobre o Atlético-GEnérico, nosso freguês fraterno e eterno, ninguém em sã consciência, e no auge de sua generosidade, apostaria mais do que duas ou três caixas de cerveja nela. Ora, zebras acontecem. No caso específico do futebol, manadas inteiras, e muitas vezes na mesma rodada. 

De onde pessoas esclarecidas aprendem que no futebol, não apenas shit, mas cheat happens also. Porque no esporte bretão, tudo é muito mais relativo do que em outros assuntos. A começar pelo elenco dos clubes. Um elenco forte e pontualmente remunerado pode pagar um mico histórico em casa, diante da sua torcida, enquanto outro, bem mais modesto e financeiramente fragilizado, pode se superar lá longe, num tremendo alçapão, tipo La Bombonera.

A tal relatividade também está nas redes sociais, leal delator, digo, detrator. No Twitter, por exemplo, apuradores futebolísticos não se cansam de anunciar transações com percentuais na casa dos 99%, enquanto seus seguidores se cansam menos ainda de ridicularizá-los. Só que estes, os seguidores, se esquecem completamente de que o Twitter é uma rede estrangeira, que opera utilizando medidas diferentes das nossas. Ao usuário brasileiro cabe checar uma tabela de conversões de unidades: assim como 1 galão americano equivale a 3,79 litros brasileiros, 99 por cento twitter equivalem a uns 40, 50 por cento brasileiros.

Já deram cinco parágrafos? Então fui.


Duplex Toc Zen

1 - Que o Atlético-GEnérico fique satisfeito com o campeonato mineiro, Série B, Série A e até a Libertadores kgada: O que não pode é ganhar a Copa do Brasil, para não desvalorizar também esse título. 

2 - Só acha o plantel rubro-negro fraco quem não conhece o verdadeiro significado da palavra: Segundo o Houaiss, “plantel” é um grupo de animais de raça, de boa qualidade, especialmente. bovinos e equinos, reservados para a reprodução.

3 - Já o Fluminense não pode ter macho alfa no elenco: Se não os macho gama.

4 - Injustiça eleitoral: Por que o presidente Lula, corintiano, deu um estádio padrão FIFA de presente pro Corinthians, e o presidente Médici, rubro-negro roxo, não deu nada pro Mengão?

5 - Premiação retroativa: A Globo tinha que dar um milhão pra cada participante do Big Brother 5, só por ter ficado na casa junto com o Jean Wyllys. PQP, cara chato!

6 - Graças ao visual dos nossos boleiros, o esporte bretão vai mudar de nome: Para esporte bregão.

7 - Corpo mole?: Como empregado de empresa especializada em lavagem, bem que o Walter podia estar mais sequinho.

8 - E vocês aí, que não votaram na presidenta Dilma, chega de mimimi e chororô!: Não vai doer mais nada, porque agora a cabecinha já entrou toda.

9 - Não existem ateus em avião caindo...: Nem em jogo do Mengão.


2x0 - Twitter Cassetadas da semana (em tempo real só em @rubionegrao)

Não sei se é verdade, mas caso seja, pra que o Aécio construiu um aeroporto se já tem um avião em casa?

Um grande apurador aqui do Twitter me disse que Aécio está 99% certo.

"Filha de Demi Moore e Bruce Willis publica foto com lagartixa e exibe axila peluda"
Depois dizem q celebridades não sabem educar os filhos.

Nenhum time escala Luiz Antônio e Muralha juntos impunemente.

O Léo estava sendo bem mais útil na UTI.

O Jeferson é goleiro de Seleção, sim, mas de Seleção do Dunga.

Hoje o Muralha jogou muita bola. Bola de graça pro adversário.

Não consigo processar o que aconteceu com o outrora promissor futebol do Luiz Antônio.

Luiz Anta-ônio: você joga menos que o Muralha. Não gostou? ME PROCESSA!

Perto do Luiz Anta-ônio, o Muralha é um Amaral.

Esse Elton já jogou bem mais que isso, só não sei em que encarnação.

Dos 4 semifinalistas da Copa do Brasil, o Galo é o mais rodado, porque já disputou até Série B.

Todos os times brasileiros jogam a mesma mesmice, mas o Flamengo tem algo a mais.
Um dia a NASA explicará aos leigos.

E nada mais faço em 2014, porque agora que já passaram o Carnaval, a Copa, e as eleições, vêm aí o Natal e o ano novo .

(Ás do quinta-colunismo esportivo, Rúbio Negrão, vulgo Rubro-Negão Trolhoso, vulgo RNT, é cria dos juniores do blog da Flamengonet, e aceita doações de camisas oficiais novas do Flamengo no tamanho G.)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A IMPORTÂNCIA DO DRIBLE

O Flamengo depenou o Galo, no Maraca (é nosso) por 2 x 0, na primeira partida semifinal da Copa do Brasil.

E olha que os mineiros não jogaram mal, não.

Depenar o Galo é uma piadinha pra lá de velha, né?

Assim como velho é o drible, que, para mim, é a essência do futebol e não se tem visto tanto ultimamente.

Sem o drible, o futebol fica chato.

Podem puxar pela memória: tem drible? É quase certo que tudo termine num gol ou numa jogada bonita.
Virou rotina o Gabriel ser o melhor em campo

Foi o que aconteceu no segundo gol do Flamengo.

O Gabriel, que vem crescendo a cada partida, recebeu a bola, olhou pra frente, viu que não tinha nenhum companheiro e, inteligentemente, em vez de fazer o óbvio, o que a maioria dos jogadores fazem, ou seja, dar aquela paradinha e voltar a bola, partiu para o drible.

Teve gente que deve ter pensado:"esse cara tá maluco! Tá indo prá área por que, se não tem ninguém lá? Acha que vai resolver tudo sozinho?"

O Flamengo já vencia por 1 x 0, talvez nem fosse necessário se arriscar a sofrer uma entrada mais dura, se machucar feio e ficar de fora dos próximos jogos. 

Cáceres sempre levou perigo nas cabeçadas
Aqui, vamos abrir um parênteses: o gol de cabeça do Cáceres foi num cruzamento do Gabriel.

Mas, voltando ao momento crítico, o Gabriel decidiu driblar!

Ele nasceu pra isso. Sempre quis isso. É pago pra isso. É jogador de futebol profissional, como sonhou desde criança.

Deve ter passado pela cabeça dele aquele lampejo das velhas peladas lá no bairro da Ribeira, em Salvador, naqueles campinhos carecas ou nas ruas esburacadas.

Com a rapidez e a habilidade que tem, partiu pra cima da defesa mineira e deixou pelo menos três adversários tão atordoados que um deles se jogou aos seus pés, como se fosse um inimigo derrotado por um imperador romano.

Pênalti claríssimo! Discutir o quê?
Chicão comemora seu gol de pênalti

Demos sorte, porque o Chicão bateu mal. A bola não foi tão no canto e ainda estava à meia altura, como sonha todo goleiro numa hora crucial como esta.

O excelente goleiro Victor, que evitou um maior número de gols do Flamengo, ainda tocou na bola, que só entrou porque o Chicão fez pelo menos uma coisa certa: bateu forte.

Aliás, o nosso Victor, que ainda é Paulo, também fez umas três defesas milagrosas. De novo...

Samir foi quase perfeito. Cáceres também. Comandou a defesa e ainda fez um gol de cabeça.

Leonardo Moura não se arriscou tanto no ataque e o João Paulo... Ah... O João Paulo foi o João Paulo.

O Nixon, mais uma vez, entrou no lugar do Eduardo Silva, que perdeu um gol no primeiro minuto de jogo. Perdeu não. O Victor é que fez uma tremenda defesa de ponta de dedos.

Por falar no Nixon, volto à questão do drible. Por diversas vezes ele esteve na mesma situação do Gabriel e o que fez? Nada. Voltou a bola.E olha que o Nixon pode não ser um excelente driblador, mas sua rapidez deixa muito zagueiro tonto.

Só que hoje o Nixon não teve coragem e o Gabriel foi o melhor em campo.

Não se iludam, porém, que o Flamengo ainda não está na final.

Vamos com calma...

Ainda tem um jogo no Galinheiro do Mineirão.

Lá os Galináceos, que formam um bom time, terão torcida a favor e sabem exatamente o resultado que precisam para virar o jogo.

O Flamengo tem uma tremenda vantagem, mas tem que saber usá-la, senão pode passar pela mesma humilhação que o Corinthians sofreu contra o mesmo Atlético, no Galinheiro de BH.

Os Gambás ganharam em casa por 2 x 0 e tomaram uma enfiada de 4 x 1 no jogo de volta.

Isso pode servir de lição para nossos jogadores. O Luxemburgo precisa lembrar o pessoal disso o tempo todo. 

O Galo não é bobo e tem um time melhor. Sejamos realistas.

Não somos os favoritos.

Quem tem São Paulo Victor, o Anjo Gabriel e São Judas Tadeu, acaba puxando a torcida de tudo que é santo para proteger o Mengão!

E se eles acreditam, quem sou eu pra duvidar, né?

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Pirillo; recordista de gols no Campeonato Carioca

Sílvio Pirillo Cesarino nasceu em 26/6/1916 e jogou pelo Flamengo entre 1941 e 1947, marcando 204 gols em 237 jogos com o Manto Sagrado, segundo os sites Fla-Estatística e Flapedia. É o quarto maior  artilheiro da história do clube, ficando apenas atrás de Zico (508 gols), Dida (264 gols), Henrique Frade (216 gols) e empatado com Romário , sendo que Pirillo tem maior média de gols (0, 86) que o Baixinho, que disputou 240 partidas pelo Mengão e tem média de 0, 85 gols por partida.
Pirillo veio do Inter para substituir Leônidas da Silva (cuja saída do Fla em 1942 deixou muita tristeza na torcida rubro-negta) e obteve muito sucesso no Mengão.  Logo no primeiro ano em que jogou pelo Flamengo, Pirillo marcou 39 gols no Campeonato Carioca de 1941, recorde ainda não superado. O Flamengo fez boa campanha.  Mas  na final do campeonato, o Flamengo precisava vencer o Flu para ser campeão. O Flu fez 2 a 0 com gols de Pedro Amorim e Russo. O Flamengo reagiu e empatou o jogo com dois gols de Pirilo, mas mesmo com o goleiro tricolor ficando em campo lesionado e  o Flu jogando com um a menos , já que Carreiro foi expulso, o Flamengo não conseguiu vencer. Os tricolores usaram da malandragem dando chutões para frente e jogando as bolas na Lagoa para retardar o jogo e assegurar o empate que lhes deu o título em pleno Estádio da Gávea no clássico que ficou  conhecido como  o Fla-Flu da Lagoa.
Mas nos anos seguintes a história foi outra. Junto com jogadores como Zizinho e formando o ataque rubro-negro com Perácio, Vevê e Valido, Pirillo foi fundamental para a conquista do tricampeonato carioca de 1942-1943-1944 sob o comando de Flávio Costa.
No Campeonato Carioca de 1942, depois de derrotar o Botafogo por 4 a 0 (com dois gols de Perácio, um de Pirillo e outro de Jaime), o Flamengo empatou em 1 a 1 no jogo contra o Flu na última rodada. Pirillo marcou o gol rubro-negro e garantiu o título. O time que conquistou o campeonato deste ano foi Jurandir, Domingos da Guia, Newton, Biguá, Volante, Jaime, Valido, Zizinho, Pirillo, Nandinho, Vevé. A Charanga do Flamengo, primeira torcida organizada do Brasil, foi fundada por Jayme de Carvalho em outro Fla-Flu realizado no mesmo ano e vencido pelo Mengão por 1 a 0.
Em 1942, Pirillo também defendeu a Seleção Brasileira no Campeonato Sul-Americano junto com Domingos da Guia,  Zizinho e Jaime. Atuou em cinco jogos com a camisa  do Brasil e  marcou três gols em duas goleadas brasileiras: na vitória por 6 a 1 na estreia contra o Chile (Os outros gols brasileiros foram marcados por Patesko, que balançou as redes duas vezes, e Cláudio Pinho) e na vitória por 5 a 1 contra o Equador (Os outros gols brasileiros foram marcados por Tim e Zizinho). O Brasil ficou em terceiro lugar na competição.
No ano seguinte, o argentino Valido foi trabalhar numa gráfica. Perácio o substituiu e o Flamengo foi bicampeão carioca. Vale destacar as goleadas de 6 a 2 no Vasco (dois gols de Perácio, dois de Pirillo, um de Zizinho e outro de Vevé) e de 5 a 0 no Bangu (três gols de Perácio, dois de Pirillo) nas rodadas finais da competição. O time bicampeão foi Jurandir, Domingos da Guia, Newton, Biguá, Bria, Jaime, Jacir, Zizinho, Pirillo, Perácio e Vevé. No fim do ano, Domingos da Guia foi vendido para o Corínthians.
Em 1944, a missão do Mengão foi mais árdua. O atacante Perácio foi convocado para defender o Brasil na Segunda Guerra. Além disso, o técnico Flávio Costa teve vários problemas médicos para escalar o time no fim do campeonato carioca e resolveu chamar Valido de volta. O atacante jogou na goleada de 6 a 1 no Flu (com dois gols de Pirilo, um de Bria. um de Tião, um de Jaime e outro de Zizinho). No jogo final contra o Vasco, o Mengão teve de mostrar a verdadeira raça rubro-negra: Zizinho estava machucado, Pirillo estava com inflamação nos testículos e tomou medicamentos para entrar em campo; Valido estava gripado e febril. Estavam fora das condições físicas ideais, mas honraram o Manto. O Flamengo venceu por 1 a 0 e o atacante argentino marcou o gol do título de cabeça. Festa da torcida ao comemorar o primeiro tri carioca derrotando o arquirrival cruzmaltino. O time tricampeão carioca foi Jurandir, Newton, Quirino, Biguá, Bria, Jaime, Valido, Zizinho, Pirillo, Tião e Vevé.
Em 1948, Pirillo foi para o Botafogo e conquistou mais um título carioca neste mesmo ano.
Depois de encerrar a carreira como jogador em 1952, Pirillo virou treinador e foi o primeiro técnico a convocar Pelé para a Seleção em 1957. Também foi técnico do Fluminense, Corinthians em 1959 e 1974 e Palmeiras entre 1963 e 1964.
Gostei de saber mais sobre Pirillo, um dos maiores artilheiros da história Flamengo, e que também marcou a história de outros clubes e da Seleção seja como jogador ou técnico.
Fontes:

http://www.flaestatistica.com/anoaano.html
Assaf, Roberto e Martins, Clóvis. Almanaque do Flamengo. São Paulo. Editora Abril : 2001.
        Ziraldo. O mais querido do Brasil em quadrinhos. São Paulo: Globo, 2009.



sábado, 25 de outubro de 2014

FLA SÓ TROPEÇA EM TIME PEQUENO

A derrota do Flamengo para o Botafogo, esta noite, em Manaus, por 2 x 1, serviu para nos provar duas coisas:

Primeiro: Sem os titulares, que já não são lá essas coisas, e com os reservas em campo, é que a gente vê como o Flamengo tem um elenco ridículo.

Segundo: O Flamengo continua se enrolando em jogos contra times pequenos. 

Bem, eu, mais ou menos, já esperava que poderíamos perder.

Quando o Flamengo encara times bons, times grandes, dana de correr, morder a canela até do árbitro e tem vencido.

Aí, quando pega timeco, não sabe o que fazer com a bola, se desespera, erra passes o tempo todo, uma desgraça.

Hoje tava tudo desentrosado.

Vocês viram o que o Lucas Mugni fez? Não viram? Isso mesmo, ele não fez nada.

O Igor Sartori entrou no lugar dele e mostrou que também não sabia fazer nada.

Se esse Igor jogasse, ou melhor, tivesse metade da raça do pai dele, o velho Alcindo Careca-Cabeludo...

Antes de mais nada, quero dizer que achei correta a atitude de nosso treinador de levar um time reserva para Manaus. Eu mesmo já pedia isso na quarta-feira, depois de vencermos o Inter.

Léo: é esse cara que vocês querem
no lugar do Leonardo Moura?
Agora vamos falar com aqueles que odeiam o Leonardo Moura, que dizem que ele está velho, que não serve pra mais nada, mas que vem batendo um bolão a cada partida.

O Luxemburgo colocou o reserva Léo para jogar e ele foi, na minha opinião, o principal responsável pelos dois gols do Botafogo.

No primeiro ele estava paradão dois metros atrás do Rogério, viu que o cara ia receber a bola e marcar o gol e não se moveu. Parado estava, parado ficou. 

Nem fingiu que ficou chateado, colocando as mãos na cabeça. Nem disfarçou fingindo amarrar a chuteira...

No início do segundo tempo, numa cobrança de córner a favor do Fla, a bola achou o tal do Léo, que teve a capacidade de, sozinho, cabeceá-la nos próprios pés. Pouca gente reparou nisso.

Depois, no segundo tempo, veio o segundo gol do Botafogo.

Não é a primeira vez, desde que estreou no Flamengo, que o bom zagueiro Marcelo (é um bom zagueiro, sim) tenta sair com a bola dominada e dá o passe nos pés do adversário, que acaba marcando o gol.

Eu falei que ele é um bom zagueiro e não que era um bom jogador, como o Samir, que sabe sair jogando.

Já fez a mesma merda outras vezes.

Pois o adversário que recebeu o passe foi o Bolatti, que viu o Wallyson na esquerda, "marcado" por quem? Pelo Léo... 

Tem coisa melhor?

Eram 22 minutos do segundo tempo e o Léo, de apenas 23 anos, mal conseguia se manter em pé.

O Wallyson partiu pra cima e acabou marcando um golaço, no ângulo do Paulo Victor.

Aí que o time rubro-negro acordou.

O gordinho (com cara de chorão)
Anderson Pico, foi o melhor do Fla
O Anderson Pico, ainda gordinho (porém muito forte), paticamente largou a lateral esquerda, partiu diversas vezes para o ataque e começou a levar perigo à defesa do Botafogo, fazendo jogadas com Eduardo da Silva e Gabriel, que estavam jogando bem, assim como o zagueiro Samir.

E foi numa destas jogadas do Anderson, que tem um chute fortíssimo, que ele acertou a trave do goleiro Jefferson e a bola sobrou para o gol do Eduardo da Silva, já com 30 minutos de jogo.

O Flamengo continuou naquela mesma pressão desesperada, porém desarrumada e o placar ficou mesmo no 2 x 1 para os botafoguenses.

Ah... Para não ser injusto, o Élton quase fez um gol, mas o Jefferson fez uma defesa sensacional.

Mas, como já conversamos anteriormente, o Brasileirão já acabou para nós.

Temos que pensar é na parada que iremos enfrentar, pela Copa do Brasil, quarta-feira, no Maraca (é nosso).

O time dos Galináceos é bom, mas a nossa equipe deve estar inteira e bem de cabeça.

Como vamos enfrentar um time grande, que treme quando vê nossa camisa, acho que dá Mengão.

Sem falar que a torcida vai incendiar o Maracanã.

Ninguém vai ficar feliz com vitória de 1 x 0 e ninguém vai aceitar que os mineiros façam gol.

Portanto, jogadores do Flamengo, este é o jogo do ano.

Sem desculpinhas esfarrapadas, como a do Samir, hoje, no final do jogo, que disse que "o time estava meio desconcentrado".

Vocês ganham muito bem e em dia e não têm o menor direito de se "desligar" em campo.

Aliás, só oito clubes brasileiros estão pagando em dia. Uma vergonha!

Quem estiver caidão, desconcentrado, que enfie a porra do dedo na tomada e tome um choque para acordar!

Mas, podem ter certeza que depois virão outros, pois se fizerem tudo conforme estamos combinando agora, até o final de 2014, ainda teremos mais "três jogos do ano".

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O BRASILEIRÃO JÁ ERA

Pra mim e para toda a Nação, o Flamengo já pode esquecer o rebaixamento.

Está com 40 pontos ganhos e, para não haver dúvidas, basta fazer seis míseros pontinhos em oito jogos.

São 24 pontos em disputa.

Só se, nestas partidas que faltam, tivermos um time inteiro de Éltons vendados ou mancos em campo, com o Mugni no gol. Aí, sim, o Flamengo “poderia” se arriscar a ser rebaixado.

Repito: Perigo zero.

Como sabemos: TIME GRANDE NÃO CAI!

Vanderlei tentando fazer o Mugni entender
De verdade?

Para mim o Campeonato Brasileiro acabou para o Flamengo.

A minha única preocupação é o Luxemburgo dar uma de Mano Menezes e pedir demissão do Fla, porque não está conseguindo fazer o Élton e o Mugni entenderem o que ele quer.

Mas é bom os outros times ficarem espertos, senão a gente ainda acaba beliscando uma vaga na Libertadores.

A Galinha Mineira que se cuide!

Copa do Brasil? 

Aí estamos nós, a Nação!

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

Calúnia do Rúbio Negrão

Sejemos cinseros e analfabéticos: apoio a corrente da medicina que acredita na morte dos neurônios, porque é a única explicação razoável para o fato de tanta gente por aí já não ter mais nem o Tico nem o Teco morando na sua cabeça.

Não quero aparelhar o blog, posto que sou apolítico e murista convicto, mas neste momento histórico do povo brasileiro, quando escolheremos o nosso próximo governante, aquele em que depositaremos nossas esperanças, e que, por sua vez, depositará em nós algo bem mais concreto, deixarei de abordar “a coisa mais importante das coisas menos importantes” (obrigado, Juca Kfouri!), a saber, o futebol, e escreverei sobre a coisa menos importante das coisas mais importantes, ou seja, a política.

Cenão vejemos e erremos: nesta época de acirrado patrulhamento ideológico nas redes sociais, estádios, trabalho e até dentro de banheiros de botecos, quando chamar um eleitor de “indeciso” pode gerar pesadas acusações de homofobia, quando a referida legião isenta de Ticos e Tecos resolve ir “dar uma votada”, e quando, apesar de “politifóbico”, consegui perder seguidores no Twitter mesmo sem revelar se votarei na Dilma, no Aécio ou se deixarei o país na próxima segunda-feira, todo cuidado é pouco.

Devemos, sim, exercer o nosso sagrado direito à opinião, contanto que a profiramos lá de cima do muro, o mais afastados que pudermos das pedras lançadas pelos sempre irritáveis donos da verdade. Devemos, sim, ir às urnas, até porque votar é um dos poucos programas gratuitos que dá pra fazer aos domingos. E cada cidadão, flamenguista ou não, tem lá seu motivo e sua razão para escolher quem irá escolher. Cada um com seus problemas, mesmo que durante os próximos 4 anos os tais problemas se espalhem tal um Ebola cruel e ensandecido pros lados de gente que nada tinha a ver com isso. Estamos todos no mesmo barco, não é?

Assim sejendo (não encham o saco: o verbo sejer consta do Novo Acordo Ortográfico!), se determinado candidato comprou o voto do leal detrator por uma Bolsa Família, uma Bolsa Aeroporto, ou mesmo uma simples bolsa escrotal, o problema pode vir a ser meu se daqui a alguns meses o tal candidato, devidamente eleito, tentar “se casar comigo” no sentido penitenciário do termo. Então, o eleitor não pode vender o seu voto. Ou, pelo menos, deve vendê-lo caro. Ora, apesar de a nossa urna eletrônica ser um antiquado equipamento de primeira geração, de uso bastante simples, justamente para atender às necessidades especiais dos votantes de raciocínio mais lento, nada impede que estes levem uma colinha para gabaritar a mísera prova de apenas uma questão!

Fica, assim, o suspense que vem tirando o meu apetite: quem vencerá o grande jogo político PT x PSDB no domingo que vem? Será que o PT manterá a longa invencibilidade de 12 anos? Ou o PSDB finalmente voltará ao topo? Digo apenas que a minha sugestão de voto nem de longe privilegia a inclusão social, a política externa, o controle da inflação nem mesmo a manutenção da democracia. Se querem conhecer a minha opinião, rubro-negro tem mais é que votar naquele que prometer dar um estádio de presente pro Flamengo.

E, certamente, o Brasil irá crescendo junto conosco.


Duplex Toc Zen

1 - “Dilma e Aécio estão em empate técnico, aponta CNT/MDA”Tô dizendo que essa eleição ainda vai pros pênaltis...

2 - “O PT está no poder há 12 anos”Finalmente o Lula promoveu o seu partido ao nível Johnnie Walker Black Label.

3 - O leal detrator acha que os candidatos estão preocupados com uma derrota nas urnas?: Graças às fabulosas verbas de campanha, quando o político não mama na teta, mama no pleito.


4 - “Os pichadores do monumento a Zumbi dos Palmares alegaram não saber o que a suástica representa”: Beleza. Então prendam esses dois negões numa cela da irmandade nazista pra eles aprenderem rapidinho.

5 - Aliás, como esses ignorantes se atreveram a pichar o monumento à história dos sofridos e injustiçados zumbis?: Mais precisamente, o monumento à série “The Walking Dead.”

6 - Como alguns leais detratores pouco esclarecidos têm me perguntado o que significa a sigla LGBT, lá vai: Lambisgoias, Gulosos, Bichas, Travecos e Tarados por Trolhas.

7 - O nome do cara que fez mágica com este time do Flamengo?: Vanderlei Luxembruxo.

8 - “Fla aciona a Fifa para receber dinheiro referente à venda de Hernane”: Se o sheik devedor não fosse o do Al Nassr, mas o do Botafogo, essa grana iria aparecer mais fácil.

9 - Só agora percebi: O Vasco anda meio sumido, hein?

171 - A tal da inclusão social: O filho do Lula e a filha da Dilma só ficaram ricos graças ao programa Embolsa Família.

11 - Caiu a ficha: E não é que o Cruzeiro se sagrou campeão brasileiro ainda no 1º turno, e a gente nem se deu conta?

12 - Como insider profundo do Flamengo, cravo seco e sem vaselina: O time aqui da minha rua está 99% fechado com o Muralha e o Luis Antônio. 

13 - O Muralha é um jogador de sonho: Pena que caia muito de produção quando está acordado.

14 - “Não podemos esquecer que [Gabriel] é um peladeiro, que começou velho no futebol.” – Luxa: Putz! Se o Gabriel é peladeiro, o Muralha é o quê?

15 - E vem aí uma verdadeira epidemia em homenagem ao futebol: O Ebola.

16 - Contra o Flamengo, o time do Internacional me pareceu estar fechado com a Dilma: Porque deixou o vermelho de lado, e foi à luta trajando um branquinho básico.

17 - Já o time do Flamengo parece mesmo preferir o Aécio: Porque seu único objetivo é chegar aos 45.


18 - Twitter Cassetadas da semana (em tempo real só em @rubionegrao)

Tirando o Muralha, tá pra nascer jogador mais sem sangue que o Luiz Antônio.

O Luiz Antônio acaba de declarar que vai processar o juiz de nominho francês por perdas e danos.

Esse bosta do Luiz Antônio só serve pra processar o Flamengo. Parece até a oposição na Gávea.

Esse Baddy do Atlético_PR é ruinzinho mesmo.

"Mais magrinha, Mayra Cardi alivia o calor na piscina de casa nos EUA, após treino"
Quanto o globo.com cobra pra publicar isso?

O auditório do debate na Record me lembrou muito o do Silvio Santos.

Se o Gabriel do Santos é Gabigol, o do Mengão é Gabicréu.

E nada mais faço, porque no sábado começa a maldita lei seca.

(Ás do quinta-colunismo esportivo, Rúbio Negrão, vulgo Rubro-Negão Trolhoso, vulgo RNT, é cria dos juniores do blog da Flamengonet, e aceita doações de camisas oficiais novas do Flamengo no tamanho G.)