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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

OUTRA VEZ?

Saímos na frente do Vasco com um gol contra do Madson, logo aos sete minutos de jogo.

Dominávamos os vascaínos, quando, aos treze minutos, Guerrero se machucou e saiu.

Os jogadores do Flamengo sentiram a falta de referência no ataque e o Vasco começou a jogar melhor.

Ederson também se machucou e o Vasco passou a pressionar mais.

O time do Flamengo se desarrumou completamente.

Tudo isso no primeiro tempo.

No segundo tempo, o Flamengo parecia perdido, jogando mais na garra, pois faltava futebol. 

E o Vasco foi crescendo em campo.

Mais uma vez, nossa defesa, que estava indo bem, entregou o jogo.

Cruzamento na nossa área e levamos mais um gol de cabeça. O sétimo seguido. 

Ridículo o nosso papel nesta Copa do Brasil.

Empatamos e fomos eliminados por um time que não ganha de ninguém no Brasileirão e está praticamente na Segundona.

Em compensação, o Flamengo paga suas dívidas e terá o maior lucro do ano entre todos os times do Brasil. Quase noventa milhões de reais!

Que legal! 

O Flamengo paga as contas em dia e só se ferra dentro de campo.

Tem um time caro, que não ganha nada...

Nossa diretoria entende tudo de dinheiro e nada de futebol.

E o Flamengo só passando vergonha atrás de vergonha...

Não vou mais perder meu tempo.

Boa noite.

Ah... Antes que eu esqueça, o Emerson Sheik disse, em rede nacional, que o árbitro Wilton Pereira Sampaio, de Goiás, era uma merda.

E é mesmo!

E ele, Sheik, um imbecil que não sabe ficar de boca fechada nestas horas.

Muita vontade em campo e cabeça quente demais.

Por falar merda, Emerson vai ser suspenso pelo tribunalzinho da CBF, prejudicando ainda mais o Flamengo.

O ano acabou para nós.


PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

Isso é Flamengo


Guerrero fez um gol que valeu mundial e não se emocionou. No Flamengo chorou em um jogo da 20º rodada do Brasileiro.

O Flamengo é ou não é diferente de todos os outros?

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Tempos de futebol brasi7e1ro politicamente correto

A quem ainda pensa em apedrejar o Guerrero, por ter dito que seria 3x0 no jogo de logo mais, fica uma dúvida:



Se esta declaração do vídeo fosse hoje, quantas pedradas levaria o Zico por ter "motivado o adversário"? 



Luís Alberto

            Luís Alberto da Silva Oliveira nasceu em São Gonçalo no dia 1/12/1977 e jogou 167 partidas pelo Flamengo entre 1993 e 2000, marcando nove gols com o Manto Sagrado.
            O zagueiro foi revelado nas divisões de base do Flamengo e subiu para o time profissional do Flamengo em 1997, participando da conquista da Copa dos Campeões Mundiais no mesmo ano junto com jogadores como Iranildo, Júnior Baiano, Fabiano e Lúcio. No primeiro jogo da competição o Mengo empatou em 0 a 0 com o Santos; no segundo, empatou com o São paulo em 2 a 2 e no terceiro, derrotou o Grêmio por 4 a 2. O Fla decidiu o título contra o São paulo venceu o jogo por 1 a 0 (gol de Iranildo). Apesar de jovem, o time atuou muito bem.
            Em 1999, o Flamengo ganhou a Taça Guanabara. O adversário foi o Vasco, que entrou de salto alto, por achar que ganharia com a vantagem do empate. Doce ilusão. Não suportaram a raça do maior time do mundo. Athirson — aproveitando o passe de Iranildo numa jogada que fez jus à tradição rubro-negra pela garra e categoria — abriu o placar no início do jogo e Romário ampliou com um belo gol de canhota minutos depois. O Vasco ainda diminuiu numa cabeçada de Odivan e tentou empatar, mas o Mengão soube segurar o resultado. Nada melhor do ganhar o primeiro turno de forma invicta. Mas a festa estava só começando: o Mengão ganhou o Campeonato Estadual, vencendo  na decisão da competição o Vasco, que tinha ganhado o segundo turno. No primeiro jogo da final,,as duas equipes  empataram em 1 a 1 graças ao gol de peixinho de Fábio Baiano e às defesas salvadoras do “São” Clemer. No segundo jogo da decisão, Rodrigo cobrou bem a falta sofrida por Caio e fez o gol do título. O placar poderia ter sido maior, mas o juiz anulou um gol de Beto, alegando impedimento. Mesmo com os desfalques de Iranildo, Leandro Machado e Romário o time mostrou muita raça. E ganhar no peito e na raça, honrando as tradições rubro-negras, é bom demais!! No Estadual de 1999, Luís Alberto formou a zaga com Fabão. Os heróis da conquista: Clemer, Róbson, Fábio Baiano, Pimentel, Eduardo, Fabão, Luís Alberto, Ronaldo, Fabiano, Athirson, Marco Antônio, Jorginho, Vágner, Leandro Ávila, Bruno Quadros, Leonardo Inácio, Maurinho, Beto, Iranildo, Caio, Leandro Machado, Rodrigo Mendes, Romário, Marcelo Santos, Reinaldo, Fabiano Cabral  O técnico era Carlinhos.
No fim do mesmo ano, o Mengão conquistou a  Copa Mercosul jogando com muita raça e sem se abater com saída conturbada de Romário do Clube às vésperas da semifinal da competição contra o Peñarol .Na Copa Mercosul, Luís Alberto formou grande zaga com Juan. O Flamengo venceu o primeiro jogo por 3 a 0 (gols de Leandro Machado, Maurinho e Lê e perdeu a segunda partida por 3 a 2, mas mesmo assim o time comandado por Carlinhos se classificou para a final da Mercosul. Na decisão da competição sul-americana contra o Palmeiras, o Mengão venceu o primeiro jogo por 4 a 3. Show de emoção e garra. Juan abriu o placar para o Flamengo. Júnior Baiano empatou para o time paulista. Asprila virou para o Palmeiras. Caio empatou e Paulo Nunes fez 3 a 2. Mas era dia do Urubu voar alto. Caio marcou outro gol e Reinaldo garantiu a vitória rubro-negra no Maracanã. No segundo jogo na casa dos palmeirenses novo sufoco. Arce pôs o time alviverde em vantagem. Caio empatou e Rodrigo Mendes virou o jogo com um golaço. Arce empatou de falta em falha de Clemer e Paulo Nunes marcou o terceiro do Palmeiras aproveitando lançamento de Zinho. Mas o jovem Lê marcou com frieza o gol de empate e que deu o título ao Flamengo.
 Em 2000, o Flamengo venceu novamente o Campeonato Estadual em cima do Vasco  e Juan e Luís Alberto formaram zaga do Fla  na Taça GB e em alguns jogos da Taça Rio. Vale destacar que Luís Alberto perdeu a vaga de titular durante a Taça Rio e nas finais do Estadual para Fabão, que foi parceiro de Juan na zaga do Flamengo.  Depois de ter ficado em terceiro lugar na Taça Guanabara (vencida pelo nosso maior rival), o Flamengo se recuperou ¾ graças à volta de Carlinhos ao comando da equipe e à raça e à união do time ¾ e conquistou a Taça Rio ao vencer o Friburguense por 3 a 1. (Os gols do Fla foram marcados por Reinaldo, Athirson e Fábio Baiano.) Nas finais, o Mengão  ganhou dos  vascaínos por 3 a 0 ¾ gols de Athirson, Fábio Baiano e Beto ¾ no primeiro jogo e por 2 a 1 no segundo mesmo desfalcado de Athirson (suspenso por suspeita de doping, sendo depois inocentado no caso)¾ gols de Viola para o adversário e de Reinaldo e Tuta para o Mengão. Reinaldo foi o vice-artilheiro da competição com 15 gols e Athirson, em grande forma, foi um lateral-esquerdo muito ofensivo, marcando 10 gols, muitos deles em clássicos. O elenco rubro negro: Clemer, Júlio César, Maurinho, Bruno Carvalho, Juan, Luís Alberto, Fabão, Athirson, Marco Antônio, Leandro Ávila, Rocha, Mozart, Fábio Baiano, Iranildo, Beto, Petkovic, Reinaldo, Leandro Machado, Tuta, Rodrigo Mendes, Lê e Lúcio.
            No fim de agosto do mesmo ano, o zagueiro jogou a última partida pelo Flamengo, pois foi vendido para o Saint Etienne e ficou no clube francês até 2001, quando foi para o Real Sociedad, defendendo o clube espanhol ate 2002, ano em que o jogador foi emprestado ao Internacional.
Em 2003, o zagueiro defendeu o Atlético-MG e ficou no clube mineiro até  2004, ano em que voltou ao Real Sociedad.
Entre 2005 e 2006, Luiz Alberto atuou bem pelo Santos , conquistando o Campeonato Paulista em 2006.
Em 2007, o beque voltou ao futebol carioca e defendeu o Fluminense conquistando a Copa do Brasil no mesmo ano, mas em 2008 amargou o vice da Libertadores nas finais contra o LDU. Ficou no Flu até 2009 e saiu desprestigiado do Tricolor, tendo o contrato com o clube carioca rescindido em janeiro de 2010.
 Em 2010, teve curta passagem pelo Boca Juniors, sendo dispensado pelo clube argentino.
 Em 2011, o zagueiro jogou pelo Duque de Caxias e em 2012 defendeu o Boavista.
Entre 2012 2013, Luís Alberto deu a volta por cima e atuou bem pelo Atlético-PR, sendo vice-campeão da Copa do Brasil de 2013, competição vencida pelo Flamengo (1 a 1 no primeiro jogo da final com gols de Marcelo Cirino para o time paranaense e Amaral para o Mengão) e linda vitória do Flamengo por 2 a 0 na segunda partida da decisão no Maracanã, com gols de Elias e Hernane — os dois grandes destaques do Flamengo comandado com brilhantismo por Jaime de Almeida na competição nacional.
Em 2014, o zagueiro jogou pelo Náutico e em 2015, defende o São Gonçalo, clube da cidade onde nasceu na Série C do Carioca.
Bom relembrar os títulos que Luís Alberto conquistou pelo Flamengo e a carreira do zagueiro formado nas divisões de base do Mengão.

Fontes:

Vaz, Arturo e Júnior, Celso. Acima de tudo rubro-negro: a história do C. R Flamengo. Rio de Janeiro: Paju Editora, 2008.

—————————— e Filho, Paschoal Ambrósio. 100 anos de bola, raça e paixão: a história do futebol do Flamengo. Rio de Janeiro: Maquinária Editora: 2012.

Lembrete de Yustrich




Nos anos 70, quando Yustrich era o treinador do Flamengo e, eu, repórter que começava a carreira na Rádio Tupi. Lembro que este fato ocorreu numa sexta-feira, antevéspera de um suculento Flamengo x Vasco. O momento era muito melhor para o Flamengo, que estava embalado, ao contrário do Vasco, que não se acertava de jeito nenhum. Naquela época, os repórteres tinham livre acesso para as entrevistas e, o único local não permitido era o vestiário. Naquele dia, estava eu aguardando os jogadores do lado de fora para as entrevistas iniciais, quando recebo um recado que Yustrich pedia para que eu fosse ao vestiário, pois precisava falar comigo. Por ter sido chamado, entrei no “terreno proibido”, onde encontrei o meu amigo, como de hábito, chupando muitas laranjas, da maneira que fazia sempre antes de todo treinamento. À sua esquerda, um balde com muitas laranjas, à sua direita outro balde, onde jogava os bagaços das laranjas. À sua frente, algo que os jogadores temiam. A balança. Nenhum jogador, deixava de se pesar diariamente e, quem controlava era o “chefe”. O “trabalho” já estava no final, pois o balde dos bagaços estava cheio e, feliz por todos os jogadores estarem no peso, me honrou com o convite para jantar na casa dele, em comemoração ao aniversário da filha, que era a paixão da sua vida. O que mais me chamou atenção, foi o que li, num quadro negro enorme, colocado na cara de quem entrasse no vestiário e, com letras garrafais… VASCO É VASCO!!! Assim mesmo, como está aí e, com três exclamações. Embora não trabalhasse em jornal, senti o faro de que aquela foto daria brincando uma primeira página e, acabei intercedendo junto ao “chefe”, no sentido de que, os jornalistas Lineu de Lavor e Zildo Dantas, respectivamente de “O Jornal” e “O Dia”, pudessem conduzir os respectivos fotógrafos para o local. Yustrich, até pousou com o giz na mão como se escrevendo estivesse. No dia seguinte, conforme intuí, primeira página, fácil.

Com certeza, por ser um treinador experiente e por respeitar a tradição, desta, ou de outra forma, Oswaldo de Oliveira dará o mesmo recado aos seus jogadores. Como aconteceu lá atrás, um jogo começa a ser ganho quando se tem a noção exata do que vem pela frente. E, como dizia João Saldanha, “o jogo é mole, mas primeiro, tem que jogar…” e, que ninguém se iluda. Depois de amanhã, com todos problemas que o Vasco enfrenta, para passar para as quartas de final, o Flamengo vai ter que jogar muito e, com fome de desesperado.


Se o espírito for esse, a nossa chance é enorme.

Kleber Leite

http://kleberleite.com/2015/08/lembrete-de-yustrich/


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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Uma vitória?

Bom dia nação.

Ganhamos ontem, de virada do SPFC, me recordou 2009, onde saímos perdendo e Zé Roberto e Pet (com aquela cavadinha inesquecível no Rogério Ceni), virou o jogo.

Me recordo como se fosse hoje, eu estava em meu quarto assistindo o jogo, quando o SPFC me faz aquele gol, eu com raiva viro de costas para a TV em minha cama e durmo, de repente, penalti, perdido pelo Pet, o juiz manda voltar, ainda indignado, o Pet, maestro eterno que é (melhor que Iniesta, e que muito meia meia boca por aí), me mete aquela cavadinha inesquecível.

Ok, saímos perdendo ontem igual 2009, viramos o jogo igual 2009, mas essa vitória foi convincente igual a 2009?

Não para mim, mais uma vez nossa melhor contratação de 2015, Ederson brilhou, está jogando mto o camisa dez, assumiu o manto sem sentir o peso, mal chegou, e não tem mimimi, está arrebentando, depois em um lance de sorte, Guerrero, ele o messias salvador da nação, faz o que mais sabe, bola pra dentro, tirando do goleiro de maneira magistral.

O ataque do Flamengo não envergonha é pura raça e dedicação.

Masssssss.... Vamos à defesa.

Sempre defendi a base do Flamengo, mas César o goleiro, que saída de bola é aquela? Quero que ele continue sim no gol, mas tem que ser cobrado do rapaz atenção e mais técnica em jogadas pelo alto, ele sai mal do gol, PV tbm.

Wallace.... para mim há tempos, junto com o cansado Canteros, os piores jogadores do Flamengo em 2015, Pará, marca bem erra o resto, não sabe dar um passe.

Estamos mal na defesa, desde 2013, 80% dos jogos tomamos gol, não podemos. O futebol ofensivo está voltando, agora a defesa ao melhor estilo Mozer e Aldair estão longe de retornar.

Para me convencer que esse Flamengo é sombra no minimo do de 2009, espero vitórias, nem que sejam sofridas, em cima de Sport e Avaí.

"Aguardemos"....

Fausto Barreto Eterno Flamenguista.

Eu vejo um novo começo de era...

Enfim, galera!

Acabamos com a triste rotina de ressuscitar defuntos. 

A vitória convincente deste Domingo contra o São Paulo nos dá até uma boa perspectiva para este término de 2015. A volta do Oswaldo de Oliveira parece ter agradado público e crítica. Merecíamos mais que apenas 2 gols. 

Mas convenhamos, lógico que vencer é sempre importante, mas temos que dizer a verdade: dificilmente pegaremos outra vez um São Paulo tão desarrumado quanto o que encontramos ontem. Talvez seja pelos desfalques, ou pelos salários atrasados (sim, aquele clube que se dizia"diferenciado" atrasa salário, tá pensando o quê?), ou por um lento processo de fritura do técnico Osório (que quando você ler esta coluna talvez nem seja mais técnico dos "bambis"), ou por todas as alternativas acima.

Mas nem tudo são flores (em tempo: valeu, Joinville!). O Oswaldo ainda tem grandes desafios pela frente:

- Tornar essa nossa defesa confiável. Ontem mesmo sofremos mais um gol de escanteio. OK, foi um escanteio muito bem batido, no segundo pau, mas é inadmissível um goleiro, que pode usar as mãos, perder na altura pra um cara que só pode cabecear. Aliás, a cada escanteio era um "ai Jesus" na torcida, não só os 40 mil que lotaram o Maraca Gourmet, mas os 40 milhões do lado de fora. 

- Manter o time competitivo mesmo sem o Alan Patrick em campo. Como ele não participa da Copa do Brasil, teremos que contar 4a feira com o Éderson, que mais uma vez balançou a rede, mas ainda não consegue jogar 90 minutos. Mesmo sem ritmo, ele já conseguiu em poucos jogos mostrar mais futebol que Carlos Eduardo e Mugni juntos. Imagine quando estiver na ponta dos cascos.

- Lidar com os seguidos desfalques. Não bastasse a já esperada ausência do Guerrero, o Jorge, que aproveitou a chance dada e não largou mais, acabou na mira dos caras da cbf, e poderá ser desfalque constante para o time. Ontem não jogou por estar suspenso. Pelo menos o Éverton o substituiu bem. Falta ver o que faremos sem o peruano, que fez as pazes com o gol. 

- O mais urgente de todos. Classificar o time pras 4as de final da Copa do Brasil. Temos time pra golear os vices. Mas os caras vão dar trabalho, como deram semana passada. De qualquer forma, será outro jogo, e na hora da decisão, sou mais Mengão. 

Boa semana a todos. 

domingo, 23 de agosto de 2015

VITÓRIA ESPERADA

Eu já esperava que o Flamengo vencesse o São Paulo, no Maraca (é nosso), neste domingo.

Muitos dirão que é muito fácil eu começar minha coluna falando isso, depois de ver a nossa vitória por 2 x 1.

Nada disso.

O time dos Bambis já vinha bambeando há três jogos e não iria jamais se reerguer diante do Flamengo, com técnico novo.

Oswaldo de Oliveira, bem assessorado por
Jayme de Almeida, estreou com o pé direito
Não que o Oswaldo de Oliveira tenha algum mérito na vitória de hoje. Ele nem teve tempo de trabalhar com os jogadores.

Técnico estreando (apesar de eu ser contra tantas trocas), sempre traz um novo astral e o pessoal parece que quer mostrar serviço dentro de campo, "pra agradar o hôme".

Vocês viram como jogaram o Alan Patrick e o Canteros, saindo bem com a bola e dando passes precisos para o Emerson o Ederson e o Everton?

E esse trio também jogou demais!

Até o Guerrero voltou a atuar bem.

A nossa defesa, pra variar, levou outro gol após a cobrança de um córner.

Como é ruinzinho esse nosso goleiro César!

Mesmo com a bola dentro da pequena área, ele saiu mal e espalmou a bola na cabeça do adversário.

Eu ainda não entendi é como o Samir (e todos os nossos zagueiros), teimam em marcar errado nos escanteios, geralmente atrás do atacante do outro time. E dá-lhe gols de bolas cruzadas!

Ainda bem que após o gol paulista, o Ederson mostrou muita calma e categoria ao empatar, no final do primeiro tempo, apenas com um leve toque na bola no cantinho do gol tricolino.

Na segunda etapa, o Mengão voltou arrasador.

Finalmente, o Guerrero jogou muito
O Guerrero esteve duas vezes cara a cara com o goleiro, mas chutou precipitadamente. Na terceira vez, marcou o nosso gol da vitória. Isso tudo aconteceu apenas nos três minutos iniciais do segundo tempo.

Além do gol, o Guerrero correu muito (como tem velocidade!) e deu ótimos passes aos companheiros.

Jogou consciente, olhando bem em volta e procurando as melhores opções.

Deu um gol de bandeja para o Emerson Sheik. O goleiro do São Paulo fez uma defesaça.

Bem que o Gerrero podia jogar sempre assim.

Como jogou mal nas últimas quatro partidas, ele até chegava a atrapalhar, principalmente ao Sheik e ao Everton.

Agora, temos 26 pontos e só faltam 20. Ainda faltam 18 partidas. Nenhuma preocupação.

Vamos ao que interessa: quarta-feira, sim, o Oswaldo de Oliveira tem a obrigação de armar o time bem e classificar o Flamengo para as quartas-de-final da Copa do Brasil, mandando o Vasco para onde ele merece, ou seja, o buraco.

Lá é que é lugar de time de Segunda Divisão.

Não podemos admitir outro resultado!

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

sábado, 22 de agosto de 2015

Eu escolhi rir do Vasco


Esse coitado vai morrer esperando. E eu decidi rir do Vasco.

O vasco nunca me decepciona.

Musa do Flamengo - Pamela Meireles

Pamela Meireles, tem 20 anos e se define como Musa do Flamengo. A gata é Modelo e mora em Campo Grande - RJ. 

Ela não pretende ser ganhadora de nenhum concurso (embora beleza não lhe falte). O que ela quer mesmo é ser Reconhecida pela Nação como Musa.

Sigam o perfil dela no Twitter @paameireles

Clique nas fotos para ver maior.








sexta-feira, 21 de agosto de 2015

BASTA ALCANÇAR A META

Finalmente, o Cristóvão Borges caiu!

Demorou demais.

Oswaldo precisa alcançar a meta
A contratação de Oswaldo de Oliveira me pareceu ser mesmo a melhor opção, até porque ele estava disponível.

Sem falar, é claro, que é um profissional mais preparado e um estudioso do futebol.

Não é um ex-boleiro (ou ex-craque), que conhece um pouco do assunto e se mete a ser técnico.

A tendência é de um bom trabalho do Oswaldo, mas isso só o tempo dirá.

Ele só precisa alcançar a meta, que, no caso do Flamengo, é bem definida no nosso hino.

Vencer! Vencer! Vencer!

A nós, só nos resta torcer pelo Mengão!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

FOMOS TOTALMENTE ENGOLIDOS

Vejam bem...

Acompanhem o meu raciocínio...

O Jorginho (ex-lateral-direito do Fla), que sabemos ser um técnico fraco, pegou o pior time do Campeonato Brasileiro (virtualmente rebaixado), treinou a bacalhoada apenas uma vez e o Vasco engoliu o Flamengo em campo esta noite no Maracanã.

Perdemos apenas por 1 x 0, na primeira partida das oitavas da Copa do Brasil.

Aliás, perdemos para eles pela terceira vez seguida. Os vascaínos podem pedir música no Fantástico.

Ainda temos o segundo jogo na quarta-feira que vem. Ainda acredito na classificação.

Ainda bem que o time dos caras é ruim, senão seria um placar mais dilatado, já que o Fla não viu a bola.

Repito: o time dos caras é ruim, mas se apresentou em campo com dignidade, seriedade e comprometimento em todos os setores do campo.

E, pior, aqui me vejo elogiando o Vasco!

Agora me contem: o que o técnico Cristóvão Borges tem na cabeça?

Tirou o Ederson de campo, que estava cansado e colocou o Jajá. 

Ficamos com menos um em campo. Aumentava a vantagem vascaína.

O Cristóvão parece que tem prazer em colocar jogadores na fogueira ou então queimá-los diante da torcida, como fez com o Samir, no jogo contra o Palmeiras.

Wallace foi um desastre
Com tanto atleta experiente no banco ele colocou o mais novo em campo. Um jogador que, eu duvido, jamais irá se firmar no Flamengo e logo será despachado para um timeco qualquer.

Mais um da nossa combalida base, que não revela ninguém excepcional há muito tempo. Mas, isso é assunto para outro post.

O gol do Vasco foi irregular (mas a vitória foi merecida) logo no início da jogada, pois o jogador deles recebeu a bola impedido, mas onde estavam os nossos bravos zagueiros, que deixaram o Jorge Henrique fuzilar o César?

Marcelo e Wallace estavam totalmente perdidos naquele lance. Nem sabiam direito o que estava acontecendo.

Voltando ao "grande" Jajá", o menino entrou em campo e danou de fazer besteiras. Ele apenas fez quatro faltas e errou dois passes.

Um destes passes foi o que acabou gerando a expulsão do Wallace. O que o Wallace ia fazer senão a falta? Se não fizesse, o jogador vascaíno iria entrar livre e marcar, com certeza.

O Flamengo acabou com dois a menos: Wallace e Jajá, contra um Vasco completo e consciente de que estava com o jogo nas mãos.

Depois disso, ninguém mais passou a bola para o Jajá.

Guerrero perdeu um gol, não jogou
nada e só reclamou
Só tivemos uma chance de gol clara, no primeiro tempo, com o Guerrero. O Martin Silva, goleiro do Vasco fez uma bela defesa com o pé.

Depois disso o Guerrero jogou tão mal, mas não mal, que a torcida rubro-negra mandou ele "tomar".

Será que agora o Cristóvão cai? Ou ainda não estourou a sua cota de fazer merdas?

A nossa diretoria se vangloria de ter pegado o time mais endividado do Brasil, estar organizando as finanças e promete que logo seremos invencíveis no futebol?

Logo quando?

Tem que ser rápido, antes que a gente vá para a Segundona abraçados com os Portugas.

PASCHOAL AMBRÓSIO FILHO   

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Confrontos marcantes entre Flamengo e Vasco

       Nessa coluna, vou relembrar muitos confrontos e decisões marcantes entre Flamengo e Vasco a partir de 1971 pela importância de algumas partidas para a história do clássico e do Flamengo embora eu tenha nascido em 1976 e os confrontos entre Mengão e Vasco mais marcantes para mim sejam os ocorridos da década de 1980 em diante.
            Zico é o artilheiro do Flamengo no clássico com 19 gols marcados em nosso maior rival
Em 1971, Zico estreou  no time profissional do Mengão em  num clássico contra o Vasco válido pela Taça GB iniciando a jornada brilhante que o levou a ser o maior jogador e artilheiro da história rubro-negra. Nei Oliveira abriu o placar para o Flamengo, o Vasco empatou e Fio fez o gol da vitória por 2 a 1.  Nesse jogo o Flamengo foi a campo com Ubirajara Alcântara, Murilo, Washington (Onça), Fred, Tinteiro, Liminha, Thales (Chiquinho); Nei Oliveira, Zico, Fio e Rodrigues Neto.
No Brasileiro de 1973, Zico marcou seu primeiro gol como profissional no Maracanã numa partida contra o Vasco .O resultado do jogo  foi 2 a 2 Zico abriu o placar em cobrança de pênalti. Roberto empatou. Dario fez 2 a 1 para o Fla, mas Alfinete fez o segundo dos cruzmaltinos.
            No ano seguinte, Zico e Júnior, Jaime e Geraldo — junto com outros craques como Renato e Zé Mário—  conquistaram o primeiro título como profissionais e titulares do Mengão sob o comando de Joubert, que também deu chance a jogadores como Cantareli e Rondinelli no time profissional rubro-negro e fez com que Zico se tornasse titular definitivamente. O Flamengo venceu o Carioca do mesmo ano ao empatar em 0 a 0 com o Vasco.
            Depois de perder dos títulos cariocas para o Vasco nos pênaltis em 1976 e 1977, o Flamengo conquistou o Campeonato Carioca de 1978 em decisão épica contra a equipe de São Januário. Zico cobrou o escanteio com perfeição para Rondinelli subir mais alto que o zagueiro Abel Braga e cabecear com força para marcar o gol que deu a vitória por 1 a 0 e o título ao Mengão. Essa conquista marcou o início da era mais vitoriosa da história rubro-negra e consagrou Rondinelli, o Deus da Raça. Zico, Adílio, Júnior, Raul, Rondinelli , Cláudio Adão e Uri Geller  sob o comando de Cláudio Coutinho começavam a transformar o Mengão num time que jogava bonito e que ganhou muitos títulos .
            Em 1979, houve dois Campeonatos Cariocas. O Mengão venceu ambas as competições e vale destacar os confrontos com o Vasco na campanha dos dois títulos. No primeiro Carioca disputado no mesmo ano, chamado de Campeonato Carioca Especial , vale destacar o golaço de cabeça de Zico aproveitando cruzamento de Reinaldo no empate em 1 a 1 entre as duas equipes. Na vitória do Fla por 2 a 1 , Roberto Dinamite abriu o placar, mas Zico marcou novamente. Em bela linha de passe, Toninho cruzou, Reinaldo cabeceou para o meio da área, Luisinho também de cabeça passou a bola para Zico, que fez outro gol de cabeça. Adílio desempatou e garantiu o triunfo rubro-negro O Flamengo empatou com o Botafogo em 2 a 2 na final do Campeonato Especial com dois golaços de Zico, artilheiro da competição com 26 gols.
            No segundo Campeonato Carioca de 1979, o Mengão continuou jogando bem e vou destacar duas vitórias contra o Vasco. Na primeira, o Flamengo goleou o arquirrival por 4 a 2 com um gol de Zico, dois gols de Júnior e um de Tita. Roberto Dinamite e Guina descontaram para o Vasco. No outro duelo entre os dois times, mesmo desfalcado de Zico, que  se machucou e apesar de não ter jogado o terceiro turno,  marcou 34 gols  no Campeonato o Flamengo venceu o Vasco por 3 a 2 , com dois gols de Tita e um contra de Ivan (Roberto Dinamite e Catinha fizeram os gols vascaínos) e empatou com o Botafogo em 0 a 0, sendo tricampeão carioca com uma rodada de antecedência. Entre 1978 e 1979, o Flamengo ficou 52 jogos invicto.
            Os primeiros clássicos entre Flamengo e Vasco que marcaram a minha infância ocorreram no ano mais importante da história rubro-negra: 1981. Foi o primeiro título carioca que vi o Mengão ganhar. Depois da conquista da Libertadores antes de vencer o  Mundial Interclubes, o Flamengo enfrentou o  Vasco na decisão do  Campeonato Carioca do mesmo ano.Vencedor do primeiro e do terceiro turnos do Campeonato Estadual de 1981, o Flamengo enfrentou o ganhador do segundo turno (Vasco) numa série de três jogos. Abalado pela perda do ex-técnico Cláudio Coutinho, o Fla perdeu as duas primeiras partidas, mas venceu o terceiro jogo por 2 a 1. Adílio abriu o placar ao marcar de cabeça. Júnior disputou a bola com o goleiro adversário e Nunes marcou o segundo gol rubro-negro dando um chutaço de fora da área. Ticão descontou para o adversário. Festa da Nação, que comemorou mais um título carioca.
Em 1982,  dois clássicos entre Flamengo e Vasco foram marcantes.O Mengão conquistou a Taça Guanabara  quinto ano consecutivo ao vencer o Vasco por 1 a 0, gol de Adílio. Mas na final do Carioca, o Vasco deu o troco e derrotou o Fla por 1 a 0 (gol de Marquinho). Foi a primeira vez que vi o Flamengo perder um título.
No ano seguinte, Flamengo e Vasco se enfrentaram nas quartas de final do Campeonato Brasileiro. No primeiro jogo, o Flamengo venceu por 2 a 1 Adílio abriu o placar, infelizmente Mozer fez gol contra e Júlio Cesar Barbosa fez o gol que garantiu a vitória rubro-negra. No segundo jogo,o Flamengo venceu por 1 a 0 com gol de Zico, que marcou após receber belo passe de Adílio. Na semifinal, o Flamengo derrotou o Guarani e venceu o Santos por 3 a 0 no segundo jogo da decisão com gols de Zico, Leandro e Adílio conquistando o terceiro título brasileiro da história do Clube.
Outros duelos inesquecíveis entre Flamengo e Vasco ocorreram na conquista do Carioca de 1986 com participação decisiva de Bebeto e Zé Carlos. Além de marcar o terceiro gol rubro-negro no inesquecível chocolate de 4 a 1 em que Zico estraçalhou os tricolores com três golaços, Bebeto foi decisivo em clássicos contra os cruzmaltinos no Campeonato Estadual de 1986. Na final da Taça Rio, Bebeto estufou as redes vascaínas duas vezes na emocionante vitória rubro-negra por 3 a 2, abrindo o placar com gol de falta e empatando o jogo (gols de Romário e Dinamite para nosso eterno rival, que chegou a fazer 2 a 1). Júlio Cesar marcou o gol da vitória e que deu ao Flamengo a vaga na final. O goleiro Zé Carlos também fez uma  defesa importante que contribuiu para que o Flamengo chegasse à final da competição, Na grande decisão, Marquinho deu belo passe para Bebeto fazer o primeiro gol e Júlio César marcou o segundo com direito a frango do goleiro Acácio.
Em 1992, Júnior e Nélio foram decisivos em clássicos contra o Vasco. No Brasileiro do mesmo ano, os dois times se enfrentaram pela segunda fase da competição num grupo que também tinha o São Paulo e Santos No primeiro jogo, Júnior cobrou falta na lateral da área  e a bola foi parar dentro do gol , pois o goleiro vascaíno não conseguiu defender. Infelizmente o Maestro fez gol contra e jogo ficou empatado em 1 a 1. No segundo jogo, o Maestro cobrou escanteio e o goleiro do Vasco caiu de novo com a bola dentro do gol. Júnior deu belo lançamento para Nélio, que fez o segundo do Mengão. Curiosamente, o Flamengo se classificou para a final contra o Bota com a ajuda do Vasco, que venceu o São Paulo. O Mengão venceu o Bota por 3 a 0 no primeiro jogo (com gols de Júnior, Nélio e Gaúcho) e 2 a 2 na segunda partida da final (gols de Júnior e Júlio César para o Fla e Valdeir e  Pichetti para o Botafogo.
Em 1996, após  perder os Campeonatos Cariocas de 1987 (tendo Tita desta vez como vilão do Fla ao marcar o gol que deu o título para os cruzmaltinos) e de 1988 para o maior rival, o Flamengo voltou a conquistar um título carioca vencendo o Vasco , inaugurando uma série de conquistas rubro-negras ao enfrentar o time de São Januário em decisões do Carioca e da Copa do Brasil.
 Em 1996, o Flamengo foi campeão estadual invicto. O time formado por Roger (Zé Carlos), Alcir (Zé Maria), Jorge Luís, Ronaldão, Gilberto, Mancuso, Márcio Costa, Nélio, Marques, Sávio e Romário ganhou os 2 turnos (conquistou a Taça Guanabara, vencendo o Vasco por 2 a 0 — gols de Romário e Sávio — e ganhou o segundo turno ao empatar com o Vasco em 0 a 0). Foi o quarto título estadual invicto da história do clube de maior torcida do país.
A conquista do quarto tricampeonato carioca (1999-2000-2001) também foi muito marcante nessa série de triunfos rubro-negros  contra o Vasco.
Em 1999, o Flamengo ganhou a Taça Guanabara. O adversário foi o Vasco, que entrou de salto alto, por achar que ganharia com a vantagem do empate. Doce ilusão. Não suportaram a raça do maior time do mundo. Athirson — aproveitando o passe de Iranildo numa jogada que fez jus à tradição rubro-negra pela garra e categoria — abriu o placar no início do jogo e Romário ampliou com um belo gol de canhota minutos depois. O adversário ainda diminuiu numa cabeçada de Odivan e tentou empatar, mas o Mengão soube segurar o resultado. Nada melhor do ganhar o primeiro turno de forma invicta. Mas a festa estava só começando: o Mengão conquistou o Campeonato Estadual, vencendo o Vasco, que tinha ganhado o segundo turno. No primeiro jogo, o resultado foi 1 a 1 graças ao gol de peixinho de Fábio Baiano e às defesas salvadoras do goleiro Clemer. No segundo jogo, Rodrigo Mendes cobrou bem a falta sofrida por Caio e fez o gol do título, deixando o goleiro Carlos Germano parado e a torcida rubro-negra enlouquecida. O placar poderia ter sido maior, mas o juiz anulou um gol de Beto, alegando impedimento. Mesmo com os desfalques de Iranildo, Leandro Machado e Romário o time rubro-negro mostrou muita raça. E ganhar no peito e na raça, honrando as tradições rubro-negras, é bom demais!! O técnico rubro-negro era Carlinhos.
Em 2000, o Mengão venceu novamente o Campeonato Estadual. Nosso maior rival venceu a Taça Guanabara, mas o Flamengo se recuperou ¾ graças à volta de Carlinhos ao comando da equipe e à raça e à união do time ¾ e conquistou a Taça Rio ao vencer o Friburguense por 3 a 1. (Os gols do Fla foram marcados por Reinaldo, Athirson e Fábio Baiano.) Nas finais, o rubro-negro derrotou os vascaínos por 3 a 0 ¾ gols de Athirson (em linda jogada) Fábio Baiano (de falta) e Beto (de cabeça) ¾  no primeiro jogo e por 2 a 1 no segundo  ¾  gols de Viola para o adversário e de Reinaldo e Tuta para o Mengão em bela virada. Reinaldo foi o vice-artilheiro da competição com 15 gols e Athirson, em grande forma, foi um lateral-esquerdo muito ofensivo, marcando 10 gols, muitos deles em clássicos, sendo o destaque do Flamengo no campeonato.
Em 2001, o Flamengo conquistou o quarto tricampeonato carioca da história do Clube. O Mengão ganhou a Taça Guanabara ao vencer o Fluminense nos pênaltis por 5 a 3 depois do empate em 1 a 1 no tempo regulamentar (gol de Reinaldo de falta para o Flamengo e de Marco Britto para o Fluminense).
A decisão do título carioca foi contra nosso eterno vice. No primeiro jogo, vitória vascaína por 2 a 1 (gols de Petkovic para o Flamengo e Viola e Juninho para o adversário). No segundo jogo, o Flamengo venceu por 3 a 1 em uma partida histórica e emocionante. Edílson abriu o placar com um gol de pênalti depois que Cássio foi derrubado na área. Juninho empatou ainda no primeiro tempo. Edílson marcou de cabeça o segundo gol do Flamengo após o drible e o cruzamento preciso de Petkovic. O terceiro gol (o do tricampeonato, já que o Mengão precisava vencer por dois gols de diferença para ficar com o título) foi marcado aos 43 minutos do segundo tempo numa cobrança de falta magistral de Petkovic no ângulo, à Zico.  Senti uma emoção tão grande no gol do Pet que ri e chorei ao mesmo tempo! Espetacular!! Edílson foi o artilheiro da competição com 16 gols. O técnico era Zagallo. Vale lembrar que além de Edílson e Petkovic, Júlio César (que fez defesas fantásticas na grande final), Juan, Beto e Roma também fizeram um grande campeonato..
Em 2004, Flamengo e Vasco decidiram novamente o Campeonato Carioca. O Mengo conquistou a Taça GB do mesmo ano vencendo o Vasco por 2 a 0 na semifinal com grande atuação de Felipe, que marcou o primeiro e contribuiu juntamente com Zinho para o segundo gol, marcado por Henrique, e depois derrotando o Fluminense por 3 a 2 — gols de Fabiano Eller, Jean e Roger para o Fla e Antonio Carlos e Henrique (contra) para o Flu — na final, o que deu ao Flamengo a vaga na  final do Campeonato contra os  cruzmaltinos, que venceram a Taça Rio.
Na decisão o Flamengo venceu o arquirrival ¾e eterno vice!¾ por 2 a 1 no primeiro jogo, jogando com raça. Os gols rubro-negros foram marcados por Rafael e Fabiano Eller e Coutinho descontou nos acréscimos. No segundo jogo, o Fla tomou o gol logo no início, mas virou o placar com três gols do inspirado artilheiro Jean e garantiu o título num jogo de muitas expulsões (no final ficaram em campo nove rubro-negros contra sete vascaínos), deixando o vice de novo em São Januário..
Flamengo e Vasco também decidiram a Copa do Brasil de 2006. As partidas finais contra a equipe cruzmaltina foram inesquecíveis. Jogando com raça, o Mengão venceu o primeiro jogo por 2 a 0 (um golaço de Obina no ângulo e outro de Luizão de cabeça, após cruzamento perfeito de Léo Moura) e o segundo por 1 a 0 (gol de Juan, aproveitando novo passe de Léo Moura),fechando o caixão do hexa vice.
Flamengo e Vasco voltaram a decidir um título carioca em 2014. Nesse mesmo ano, ocorreram lances polêmicos nos jogos entre os dois times. No clássico contra o Vasco válido pela Taça Guanabara houve erros da arbitragem. O jogador vascaíno Douglas cobrou falta, a bola bateu no travessão e quicou dentro do gol do Fla antes de Felipe defender, mas o juiz não validou o gol. Douglas Bastos abriu o placar para o Vasco. Elano cobrou falta para o Mengão, a bola quicou dentro do gol vascaíno, mas desta vez o juiz acertadamente validou o gol. Gabriel fez o segundo do Flamengo. O Flamengo venceu a Taça GB e enfrentou Cabofriense na semifinal  No primeiro jogo da semifinal, o Flamengo venceu por 3 a 0. (gols de Éverton, Paulinho e Alecssandro)  e na segunda partida,o Flamengo venceu por 3 a 1 (dois gols de Mugni e um de João Paulo) e se classificou para a final do Carioca contra o Vasco.
Depois de empatar com o Vasco em 1 a 1 na primeira partida da final (gol de Rodrigo para o vice e golaço de fora da área de Paulinho para o Flamengo), o Mengão conquistou o 33º título do Campeonato Carioca após novo empate em 1 a 1 na grande final contra os cruzmaltinos. 
Se o primeiro tempo não foi tão disputado como no primeiro jogo, já que o Vasco tentava atacar, mas o time rubro-negro não foi tão ofensivo como de costume por ter a vantagem do empate, no fim do segundo tempo não faltou emoção. O zagueiro Chicão do Flamengo foi expulso junto com André Rocha do Vasco e o técnico Jayme de Almeida Filho colocou  Erazo em campo. O zagueiro equatoriano fez pênalti em Pedro Ken e Douglas bateu abrindo o placar para os cruzmaltinos aos 30 minutos. Aos 45 minutos, Léo Moura cobrou escanteio e Wallace cabeceou para o gol, a bola bateu no travessão, Márcio Araújo empatou o jogo e garantiu o título rubro-negro mesmo em impedimento. Não importa. Toda a Nação comemorou a conquista de mais um campeonato contra o eterno vice-carioca.
            Muito bom recordar esses confrontos com o Vasco e relembrar alguns heróis do Mengão no clássico como Zico, Adílio, Nunes, Bebeto, Júlio César Barbosa, Júnior, Sávio, Rodrigo Mendes, Athirson, Fábio Baiano, Beto, Petkovic, Juan, Obina,  Paulinho e Márcio Araújo e também jogadores que ora foram heróis, ora foram vilões do Fla como Romário e Tita. Que esse texto traga sorte ao Flamengo no duelo com o Vasco pela Copa do Brasil.
Fontes:
Assaf, Roberto e Martins, Clóvis. Flamengo X Vasco: o clássico dos milhões. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1999.
__________, Coimbra, Arthur Antunes e Roger Garcia. Zico: 50 anos de futebol. Rio de Janeiro: Record, 2003.
Filho, Paschoal Ambrósio. 6x Mengão. Rio de Janeiro: Maquinária,: 2010.
—————, Vaz, Arturo e  Júnior, Celso . 100 anos de bola, raça e paixão: a história do futebol do Flamengo. Rio de Janeiro: Maquinária 2012.


Agradeço também a ajuda de Bruno Lucena.

Favoritismo!?

Bom dia.

Somos favoritos hoje!?

Deveríamos ser, mas esse Flamengo, o décimo terceiro colocado em um campeonato de 20 times é favorito?

Concordo que o Vasco está muito mal, mas o Flamengo não mostra um futebol forte nesta década, não digo esse ano.

Então hoje para mim é mais uma incógnita, com uma ponta de favoritismo ao Maior do Mundo.

Aposto em 2x0 para o Flamengo, mas com medo de levar 2x0 dos vices.

Que São Jorge olhe para a nação com mais força do que o normal, uma copa BR com esse time em formação e com uma nova zaga para o ano que vem faria o Flamengo supostamente forte na Libertadores.

Abs a todos.

Fausto Barreto - Eterno Flamenguista.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Até quando????

Mais uma rodada do Campeonato e mais uma vez o destaque foram os jogadores que jogam com o apito. Que a arbitragem brasileira é ruim, todo mundo sabe. Mas é impressionante como sempre erram favorecendo ou prejudicando os mesmos. E a verdade é que coincidências são muito menos comuns do que se imagina.
 
O Flamengo não teve dois penaltis claros marcados. O Atlético Mineiro reclamou muito e o Corinthians teve um gol contra mal anulado quando o jogo ainda estava empatado. Fica cada vez mais nítido no Brasil que o universo conspira a favor dos paulistas. Como vem sendo há um bom tempo. Nos últimos anos só não ganharam todas por sua própria incompetência em campo. Sim, por que se o time for muito ruim, o atleta do apito também não consegue fazer milagre.
 
Se engana quem acha que um juiz para determinar um vencedor precisa recorrer a expedientes óbvios, como marcar ou deixar de marcar impedimentos; anular gols; ou inventar ou não ver penaltis. Aquele time do São Paulo tri campeão brasileiro sempre podia contar com o juiz para marcar uma falta marota na entrada da área para o Ceni bater. Além disso, marcar e deixar de marcar faltas dá uma vantagem absurda a um time. Quando o ataque do adversário vem, você sabe que pode ir com toda força que nada vai ser marcado. Quando o time amigo ataca, qualquer esbarrão é falta, favorecendo que ouse e dando segurança. Cartões amarelos seletivos também fazem um grande efeito, deixando o time inimigo nervoso e com medo de ir mais forte para não ser expulso. Aqui também aquele time do Tricolor do Morumbi fez a festa.
 
Tá na hora dos clubes de fora de São Paulo se unirem. O que não dá é fingir que nada está acontecendo enquanto os favorecidos convenientemente repetem o discurso de que "existem erros para todos os lados". Não existem.
 
São todos iguais, mas uns mais iguais que os outros.
 
Warley Morbeck
 
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