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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Maradona é Flamengo

Nuestros hermanos rubro-negros
Don Diego é Fla

“No Brasil, sou Flamengo por causa do Zico e daquele time da década de 80, que era genial. Também gosto do Flamengo porque, assim como o meu Boca, ele tem uma torcida fanática, que joga com o time”. (Maradona em entrevista durante a última Copa América).

Não chorem por nós “arco-íris”. Saibam que a Argentina (isso mesmo) também é Flamengo. Por isso, lembrem sempre do Valido. O nosso Agustín, o goleador do Rio. Queimando de febre, finalzinho da decisão, zero a zero no placar, empate dando o título ao bacalhau e… cabeçada fulminante estufando as redes e glorificando o Mais Querido com o seu primeiro tri. Depois veio todo aquele característico nhen nhen nhen se arrastando ano após ano toda vez que o Mengo supera o seu principal rival e freguês de carteirinha. O ano era 1944 e o mundo estava em guerra (estava?!) e o cara já tinha até pendurado as chuteiras. Porém, a sua história no futebol brasileiro tinha que ter um último capítulo de heroísmo. O rolo compressor comandado pelo astuto e visionário Flávio Costa era formado por Jurandyr, Newton e Quirino; Biguá, Bria e Jayme; Valido, Zizinho, Pirilo, Tião e Vevé. Apenas esses.

Com passagem expressiva pela Gávea ainda tivemos o setentista craque cabeludo “bicho-grilo” Doval. O argentino que “engomou” o Manto número 10 para o Galinho, sua alteza o príncipe Zico, logo em seguida eternizá-lo. Também tivemos o excelente (e nada modesto) arqueiro Ubaldo Fillol e o raçudo Mancuso que assim como o seu genial amigo — um “tal” de Don Diego Maradona — até hoje nutre uma certa paixão platônica pelo Mengo. Sem esquecer de quando o ex-capitão Daniel Passarela confessou que por muito pouco não realizou o sonho de vestir a camisa do time mais popular do Brasil. Ou ainda um curiosíssimo fato ocorrido durante a última eleição presidencial na qual saiu vitoriosa a elegante e poderosa Cristina Kirchner. É que um intrépido chico resolveu comparecer, vestido no Manto, muito cedo à seção eleitoral da sua província e foi surpreendido por um fiscal dizendo-lhe que ele teria que assumir o lugar de um mesário faltoso. Entretanto, o hermano rubro-negro negou-se prontamente porque assim perderia o jogo do Mengo pelo canal de tevê a cabo internacional. Preferiu ser autuado e detido por algumas horas a ter que perder uma partida do seu time brasileiro do coração. E eu que sempre achei os caras marrentos demais. Agora, soy loco por ti Argentina! Mas só do seu lado flamenguista, diga-se de passagem. Pois não podemos deixar de lado essa saborosa e eterna rivalidade platina x tupiniquim.


Luiz Helio Alves de Oliveira

Um comentário:

Wilson Hebert disse...

A Argentina é Flamengo, o Brasil é Flamengo, o mundo é Flamengo.

Flamengo eternamente será sempre vindo no whsoccermusic.zip.net