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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Mande o Cartão do Mengão sem Freios para seus amigos

Mande um cartão do Mengão sem freio para aquele seu amigo que não sabe torcer. Tô sem freio


Crédito: Voxcards

Bonde do Mengão sem Freio


Quem assistiu à semifinal da Taça Guanabara entre Flamengo e Botafogo pode ter estranhado a comemoração do goleiro Felipe após as cobranças de pênaltis. Com o corpo curvado para a frente e braços balançando rapidamente, o jogador fez o passo da música “Bonde do Mengão sem freio”. O funk caiu no gosto do time rubro-negro, principalmente do grupo formado por Ronaldinho Gaúcho, Deivid, Felipe e Léo Moura.

Autor da música, que originalmente tinha outra letra, MC Rell (ou Guilherme, fora dos palcos) ficou surpreso com o sucesso de seu funk. Afinal, o cantor não tem qualquer contato com os jogadores rubro-negros.
- Ninguém me pediu música, nem fui eu que levei para eles. Um dia, estava assistindo ao "Globo Esporte" e vi uma entrevista do Deivid dizendo que eles iam comemorar os gols com coreografias para a minha música. Fiquei muito feliz - contou.

A música marcou a conquista da Taça Guanabara 2011 quando o craque Ronaldinho Gaúcho liderou a coreografia da música após marcar um golaço de falta. E a cada temporada o Flamengo apresenta uma novidade.

"Tô sem freio, tô sem freio
É o Bonde do Mengão sem Freio"

Flamengo Campeão da Taça Guanabara 2011

Foram 534 minutos em campo com a camisa rubro-negra. Nas seis partidas pelo Flamengo desde que chegou, Ronaldinho Gaúcho não conseguiu, até o momento, repetir as grandes atuações que o fizeram ídolo no Barcelona, no Milan e na Seleção Brasileira. Mas craque, mesmo sem brilhar, pode decidir. E numa cobrança de falta, relembrando outros camisas 10 decisivos, como Zico e Petkovic, o novo ídolo rubro-negro começou a escrever sua história no clube. Aos 26 minutos do segundo tempo, cobrou com maestria e correu para o abraço. E, junto com o time, comemorou no embalo do "Bonde sem freio", rap que vinha embalando os jogadores na semana da decisão, o gol que garantiu, neste domingo, a vitória por 1 a 0 sobre o Boavista e a 19ª Taça Guanabara para o clube, de forma invicta.

Ao fim da partida, todos os jogadores, puxados pelo camisa 10, voltaram a fazer a coreografia do "Bonde do Mengão sem freio". Ronaldinho comemorou como um garoto que iniciava a carreira. E a torcida do Flamengo, que lotou o Engenhão, vibrou com a primeira conquista da temporada 2011. "Que torcida é essa?", gritava, eufórica. Com os jogadores já no alto do pódio para receber as medalhas e erguer a taça, cantou o hino do clube.

Com a conquista da Taça Guanabara, o Flamengo assegurou vaga cativa na decisão do Campeonato Carioca. Ao Boavista, resta o consolo de ter feito uma boa campanha no primeiro turno e, pela primeira vez, ter ido a uma decisão.

O gol marcado deu a Ronaldinho a alegria de, também, ser o responsável pelo primeiro grito de carnaval da torcida rubro-negra. O camisa 10, que desfilará na Portela e na Grande Rio, poderá brincar também à vontade no bloco que criou - Samba,.Amor e Paixão - no próximo domingo.


FLAMENGO 1 X 0 BOAVISTA
Felipe, Léo Moura, Welinton, David Braz e Egídio (Diego Maurício); Maldonado, Willians, Renato, Thiago Neves (Ronaldo Angelim) e Bottinelli (Negueba); Ronaldinho.Thiago, Bruno Costa, Gustavo,Santiago e Paulo Rodrigues; Júlio César, Edu Pina, Leandro Chaves e Tony; André Luís e Frontini.
Técnico: Vanderlei LuxemburgoTécnico: Alfredo Sampaio
Gols: Ronaldinho, aos 26 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Renato Abreu e Ronaldinho Gaúcho (Fla), Leandro Chaves, Júlio César, Edu Pina e Gustavo (Boavista).  Cartão vermelho: Frontini (Boavista
Local: estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro. Data: 27/02/2011.Árbitro: Marcelo de Lima Henrique. Auxiliares: Dibert Pedrosa  Moisés e Luiz Antônio Muniz de Oliveira. Renda: R$ 1.198.930,00. Público pagante 36.102. Público presente. 41.708.

Poster do Flamengo Campeão da Taça Guanabra 2011

Crédito - Maurício Val/VIPCOMM
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Com o craque Ronaldinho Gaúcho em Campo o Maior do Mundo levantou sua Décima Nona Taça Guanabara. O time teve uma campanha impecável e levantou mais uma Taça de forma Invicta. O time montado por Wanderley Luxemburgo começava a tomar forma e a mostrar que iria dar muito trabalho naquele ano. E craques como Felipe, Ronaldinho Gaúcho, Tiago Neves e outros honraram a camisa do Flamengo. O craque mundial do Mengão fez o gol do Título em uma belíssima cobrança de falta.

E o Bonde do Mengão sem Freio levanta mais uma Taça.

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Equipe Flamengo na Formula Truck



O torcedor do Flamengo terá mais uma modalidade para expressar seu amor pelo vermelho e preto. O clube será representado por uma equipe na Fórmula Truck, modalidade automobilística mais famosa da América do Sul.

O contrato firmado junto ao Departamento de Marketing do clube estabelece participação rubro-negra nos patrocínios levantados com o caminhão e um lucro mínimo de R$ 500 mil. Existe ainda a previsão do desenvolvimento, num acordo em separado, de licenciamento de produtos do mercado de automotivos sobre a marca Fla Truck.

"É uma nova fonte de receita para o Flamengo. Além de exibir sua marca, ganhando cada vez mais visibilidade, o clube vê ainda um potencial grande para gerar ainda mais (receita), com a criação e comercialização de produtos licenciados ligados a área", afirmou o diretor de marketing Harrison Batista.

A equipe que estampará as cores rubro-negras é a Original Reis Peças, dos pilotos José Maria Reis e Leandro Reis. A parceria, que foi acertada para toda a temporada, foi uma idéia da equipe, que procurou o clube de futebol para viabilizar o projeto.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Dejan Petkovic; Um ídolo esquecido... ...Não pela Nação;



Petkovic nasceu em 1972 na Sérvia e de coração Rubro-Negro; Passou por muitas aventuras pelo mundo, até chegar ao clube que sempre amou.

O meio-campista rubro-negro vestiu o “Manto Sagrado” em 197 jogos, marcando 57 gols. Pelos números não parece um jogador extraordinário, porém era muito regular e importante, principalmente nas decisões de campeonatos. Ganhou muitos títulos pelo Clube de Regatas do Flamengo entre os mais importantes, o Título do Campeonato Carioca de 2001 onde marcou um gol histórico, e também seu ultimo e mais recente caneco, o Campeonato Brasileiro de 2009, onde foi escolhido o melhor meio-campista da competição.

No fim de sua carreira, O Maestro Pet foi esquecido pela diretoria do Flamengo; Sem ser relacionado nem para a pré-temporada do Clube em Londrina, muito menos para uma partida oficial. Ele estava treinando separadamente na Gávea, ao lado de outros renegados pelo Clube.

O respeito com um ídolo no auge dos 38 anos de idade precisa ser equivalente a outras situações que o tal possa estar vivendo no momento, seja uma fase ruim; questões físicas e outros aspectos.

O importante é lembrar de todos que dão a vida pelo clube e deram muitas alegrias a 1/5 da população brasileira; A torcida do Flamengo é a maior do mundo e sabe reconhecer um indivíduo que sempre se dedicou pelo clube e com certeza este será recompensado.



A Nação Rubro-Negra, em todas as redes sociais sem exceção, quer que o ídolo participe de forma mais influente, nem que seja na parte administrativa do Flamengo. E aqui também vai um apelo para que o Petkovic seja mais bem tratado, pois ele merece.

Gostaria que todos que estão lendo esta matéria se pronunciassem através de um comentário, para que a nossa consciência fique tranqüila enquanto isso; Pois estamos fazendo a nossa parte, retribuindo o carinho que o Pet sempre nos deu e que essa mínima ação possa ajudar em algo no futuro na carreira de um dos maiores jogadores da história do “Mais Querido”.


Lucas Monteiro

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

De Fato e de Direito - Flamengo Campeão Brasileiro de 1987

Em pé: Leandro, Zé Carlos, Andrade, Edinho, Leonardo e Jorginho. Agachados: Bebeto, Renato, Aílton, Zico e
Zinho.  Time do Flamengo de 1987 só teve um jogador que não passou pela Seleção (Foto: Reprodução)


O Flamengo brigou, lutou e enfim, teve o reconhecimento do título brasileiro de 1987. A presidente Patrícia Amorim se encontrou com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, na Barra, para formalizar o fim da polêmica questão.

Agora, para a CBF, houve dois campeonatos brasileiros naquele ano, um conquistado pelo Fla, outro pelo Sport. Inter e Guarani são os vices.

- Com o a unificação dos títulos no ano passado, há outros casos de dois campeões no mesmo ano. Foi passado a limpo o futebol brasileiro - disse Ricardo Teixeira, que no ano passado divulgou parecer contundente afirmando que o Flamengo não era o campeão de 1987.
O diretor jurídico da CBF, Carlos Eugênio Lopes, garantiu que a entidade tomou a decisão respaldada legalmente.

- O Flamengo apresentou no início de fevereiro um estudo complexo pedindo que a CBF reconsiderasse a decisão de 1987 e reconhecesse o Flamengo como campeão junto com o Sport. O presidente Ricardo Teixeira repassou para mim o estudo e, diante dos novos argumentos, vimos que seria justo e isso não causaria problemas jurídicos a ninguém - disse.

Carlos Eugênio Lopes considerou os argumentos do Flamengo bastante convincentes e lembrou que após a unificação dos títulos desde 1959 seria injusto não resolver a pendência da Copa União. Na cerimônia de distribuição das faixas, em dezembro do ano passado, Ricardo Teixeira disse que, como havia uma decisão judicial transitada em julgado a favor do Sport, poderia ser preso se desse a taça aos rubro-negros. A diretoria do Flamengo respondeu com ironia. Em nota oficial, os dirigentes afirmaram que, se Teixeira viesse a ser preso, não seria pela polêmica de 87.

Nesta segunda, o diretor jurídico da CBF garantiu que, judicialmente, não há o que o Sport contestar.

- O estudo enviado pelo Flamengo tem vários anexos, inclusive um documento em que o Sport reconhece o Flamengo também como campeão em 87 - afirmou.

Patrícia Amorim comemorou muito a vitória nos bastidores.

- Esse é um dia histórico para o Flamengo. Quero homenagear todos os jogadores da campanha de 87 e o técnico Carlinhos. Vocês são agora os legítimos campeões de 87, e o Flamengo tem de direito seis títulos de campeão brasileiro - disse, em entrevista ao site oficial da CBF.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Promoção Sorteio de Ingressos


A #Brahma está disponibilizando aos nossos leitores ingressos para os jogos do Flamengo como mandante. Veja abaixo em negrito a data do próximo sorteio.

Próximo Sorteio : 28/04/11
Jogo:  Flamengo X Vasco (01/05)


Para participar siga nosso perfil no Twitter e tuíte essa frase:

Concorra a um par de ingressos para a grande final da Taça Rio. Siga o @flaeternamente e RT esse tweet http://kingo.to/zPy

Regulamento

1 - O sorteio será realizado na data acima, às 22:00
2 - Os vencedores terão até o dia 29/04 ao meio dia para se manifestar pelo Twitter para receber as instruções. Caso contrário faremos novo sorteio
3 - O vencedor deverá retirar seus ingressoa no próprio estádio, uma hora antes do jogo
4 - Nos responsabilizamos apenas pelos ingressos, cabendo ao vencedor todas as despesas de transporte, alimentação e qualquer outra que tenha
5 - O ganhador deverá estar seguindo o Perfil @flaeternamente para ter direito ao prêmio
6 - Somente o (a) ganhador (a) poderá retirar os ingressos, sendo vedado o repasse
7 - Qualquer fato não previsto será decidido pela Equipe do Blog


Os ganhadores até agora foram:

Flamengo X Boavista: @jessicasaron e @feliphemengo
Flamengo X Olaria: @CarlaCRF
Flamengo X Horizonte - CE: @oldnewness
Flamengo X Vasco: @kapixabinha_

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Agora só lhe resta chorar - Ronaldo se lamenta por não jogar no Flamengo

"Em relação à torcida do Flamengo, peço desculpas porque não tive a chance, não tive o convite, não tivemos o projeto para evoluir (em uma contratação). Para mim, por ter sido flamenguista desde criança, foi uma pena."

É, Ronaldo. Para você foi uma pena. Para você foi triste. Para o Flamengo foi apenas mais um jogador que não teve a honra de envergar sua camisa. Você perdeu muito, o Flamengo nada. Vida que segue.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Flamengo, Murici e o meu primo Alemão

Flamengo, Murici e o meu primo Alemão.

A minha história começa anos antes deste jogo. Metade da década de noventa e Renato Gaúcho havia feito aquele gol de barriga. No gol, Roger, amigo de infância em Cantagalo que havia escrito uma dedicatória naquela minha camisa rubro negra.

Depois daquele gol, Roger virou um maldito para os torcedores do flamengo e aquela camisa igualmente maldita pra mim.

Mas eu não podia me desfazer “do manto”!

Guardada bem no fundo de uma gaveta, junto a aquelas roupas que você tem vergonha de usar mas teima em não jogar fora, aquela camisa ficou maldita até o dia em que recebi a visita do meu novo primo alemão.

Tudo era novidade pra ele e pra mim. Inclusive a existência dele.

Foi então que a providência divina, ou o sobrenatural de Almeida, interveio.

Tinha que mandar aquela camisa maldita pra longe, a Alemanha é um país distante, pronto, sorridente e feliz dei a camisa e contei as glórias do time e disse ao ele, em péssimo inglês, que aquele era a identidade de brasileiro dele na Europa.

Mais de dez anos depois, quem está no Brasil, em Maceió? Sim, caros amigos o primo alemão.

Estando aqui eu logo convidei o Robert, esse é o nome dele, a ir ao jogo.

Ontem, dia 16, passei na casa de minha mãe para pegar o nosso Alemão e?

Sim amigos, ele estava lá, com aquela camisa, aquela mesmo, a maldita.

Prenúncio de má sorte? Não, não há má sorte que faça o Murici jogar melhor que o Flamengo.

Pegamos um taxi e o Alemão parecia estar hipnotizado pelo número de pessoas que estavam em torno do Estádio Rei Pelé duas horas antes do jogo.

Encontramos com meus amigos no local indicado ( que falta faz uma estátua do Belini).

Pausa para a foto. Eu de olho no alemão e na fila quilométrica pra entrar no estádio. Falta uma hora para o jogo. Ingresso na mão fila que não anda e o Alemão começa a se comportar de um modo estranho para um alemão. Começa a ficar impaciente, irritado.

A fila anda. Portão, catraca, eu, o alemão e a camisa.

Já não havia tempo pra nada, era hora do hino nacional e não havia lugar pra ficar sentado.

Tal qual legítimos “Geraldinos” ficamos lá em pé durante o jogo.

A esta altura do campeonato, matando saudades da geral, ficamos em pé.

Começa o jogo e o alemão começa a acompanhar o canto da torcida.

Pulos, balançar de braços e e o alemão já não é mais alemão, é um de nós.

Falta a camisa, a maldita.

Não preciso dizer que no primeiro tempo os jogadores do Murici se multiplicavam em campo.

Aquela altura eu já esperava um gol de barriga.

O gol não veio, mas o Ronaldinho Gaúcho levou um lençol de um jogador do Murici.

Renato e Willians disputavam quem errava mais passes.

Maldonado e Angelim disputavam quem era o mais lento.

Ronaldinho e Thiago Neves brincavam de “onde está Deivid” e Deivid brincava de esconde - esconde com os dois.

Com isso o Murici ficava mais no ataque e o tempo ia passando.

Vem a única boa jogada do primeiro tempo e a bola para na trave. Pronto, eu começo a pensar em dar um jeito de fazer o alemão tirar a camisa.

Fim do primeiro tempo, um calor que só faz em Bangu, eu falo pro Alemão tirar a camisa para se refrescar. Ele se recusa.

Times voltam a campo e tudo como antes. É hoje. Olho pro alemão e ele começa a balbuciar umas palavras que eu não compreendia.

Faço sinal, balanço os braços e o alemão lá, olhando pro campo e repetindo a mesma coisa, parecia hipnotizado.

Chego mais perto e começo a entender o que o Alemão falava: “NE-GUE-BA....NE-GUE-BA!!!”

Eu não acredito em bruxaria, feitiço e coisas assim, seria botafoguense se acreditasse, mas que naquela hora era a camisa falando pela boca do alemão, era.

Dois minutos depois, todas as camisas do estádio pediam “Negueba, Negueba!”.

Luxa põe Egídio e Fierro, o time melhora, mas ainda assim faltava o gol.

Me viro e o estádio começa a comemorar. Gol? Não, Negueba ia pro jogo.

Sai Deivid, entra Negueba.

O time melhora e o alemão começa a pular junto com a galera.

Léo Moura, Fierro e Negueba começam a tomar conta do lado direito do campo, bem na minha frente.

Em um cruzamento perfeito, gol de Ronaldinho, um a zero.

O jogo recomeça e o Fla já domina a partida, os jogadores do Murici não queriam o empate, queriam era conhecer o Rio de Janeiro.

Negueba pega a bola e dá uma caneta no volante do murici que, pra evitar o pior, faz a falta.

Começa a chuva fina e Renato, que não acertava nada, acertou o chute e fez o segundo.

Aí o Murici tinha que sair pro jogo pra conseguir o gol que precisava.

Com mais espaço Ronaldinho deu uma arrancada de Ronaldinho e serviu a Thiago Neves. Quase.

Acaba a chuva e começa o dilúvio.

Eu, o alemão e o resto do estádio, tínhamos a impressão que faltava algo, vem o gol Negueba e agora não falta mais nada. Fim de jogo e fim da maldição da camisa.

Eu já começo a pensar em ir embora quando Ronaldinho repete o gesto da estreia e começa a reverenciar a torcida.

Olho pro alemão e ele começa a balbuciar de novo. Chego mais perto e pergunto:

-O que é ?

Ele me diz duas frases: “Tamo Junto! Agora eu sou Mengão!!!”

Cruz credo!

Alex Purger Richa
http://www.flamengoaspirinaseurubus.blogspot.com/

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O Flamengo é “a gostosa”



Você tem mil formas de ver futebol. Hoje, por consequencia natural do mundo azedo que vivemos, vemos quase tudo pelo lado negativo. Quando o Ronaldinho diz que “sonha em jogar no Flamengo”, logo surgem rivais pra dizer que é marketing, rubro-negros pra dizer que é fato, e azedos pra dizer que é mentira.

Verdade ou mentira no caso do Ronaldinho, fato é que quem vive no futebol já ouviu isso, em off, diversas vezes. E, portanto, não deve ser lenda.

O sujeito sonha em jogar no São Paulo porque ele quer ganhar em dia, quer estrutura, Reffis bonito, pressão com blindagem, condição de trabalho, etc.

Ele sonha em jogar no Inter por coisas parecidas.

No Santos, pela situação estrutural e administrativa atual do clube.

Sonha em ir pra Europa pela grana.

Mas quando ele sonha em jogar no Flamengo, nenhum argumento desses cabe.

O Flamengo é uma zona. A estrutura do clube é pífia, o mês nem sempre tem 30 dias e todo rubro-negro sabe disso e se lamenta. Mas ele não tem culpa, como os demais também não tem mérito algum nestas questões do clube.

Se o SPFC tem o que tem não é porque sua torcida foi lá construir. É mérito administrativo. Se o Flamengo não tem o que não tem, também não é culpa de quem torce. É de quem senta na cadeira de presidente pra fazer bobagem.

Enfim, conheço alguns jogadores de alto nível que jamais revelarão em público o desejo que revelam “em off”. Eles querem jogar no Flamengo, pelo simples fato de serem rubro-negros, o que cabe a qualquer clube do mundo, ou pela torcida.

Lenda? Verdade? Produto da mídia?

Não sei, não vou entrar nessa pilha. Pra mim é tão natural que o rubro-negro tenha certeza disso quanto o vascaíno jurar que é mentira. Ou seja, não vai adiantar muito perguntar.

Irrita essa coisa do Flamengo ser Flamengo. Qualquer torcedor rival fica puto.

Afinal, que diabos esse time sem estádio, com uma torcida que se diz favelada, sem CT, sem estrutura e que vive devendo tem de tão especial? Porque se compara ao meu, que tem tudo?

Irrita, é claro que irrita.

Mas o Flamengo assume o papel de “gostosa” do futebol brasileiro.

Você tem faculdade, estudou ingles, tem conteudo, familia boa… Ok.

A outra lá tem curso de alemão, casa na praia, tenis novo. Beleza.

Mas qual todo mundo olha e deseja? A gostosa.

Burra ou não, ela é gostosa.

Toda mulher inteligente e bem resolvida fica puta quando vê uma gostosa burra e sem nada na cabeça ser o centro das atenções e não ela.

“Os homens que são burros”, elas dizem.

Como dizem, hoje, os rivais que “os jogadores são burros”.

Deve ser uma sensação única pro rubro-negro saber que todo charme de seu clube está atrelado a ele. Como deve ser duro pra um outro entender como pode investir tanto pra ver um jogador preferir o clube que não tem condições de trabalho sequer parecidas.

Mas é a vida. Sem hipocrisia, sem falso moralismo…

A gente sempre prefere a mais gostosa.

E elas, com conteudo ou não, estão sempre buscando o corpo perfeito.

É mais elegante, bonito e digno de elogios ser cheio de conteúdo.

Mas se não for “gostosa”…. Não adianta nada.

E assim, seduziram o “bonitão” da vez.

Né, nação? “Fiu-fiu” pra vocês. rs

abs,
RicaPerrone

http://www.ricaperrone.com.br/2011/02/o-flamengo-e-a-gostosa/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Entrevista Exclusiva com César Cielo, feita por Lucas Monteiro ( @Fla_News10 )

César Cielo Filho; O Novo Ídolo “Adotado” pela Nação

César Cielo nasceu em 1987 no dia 10 de janeiro e é o maior nadador brasileiro da história. Ele é nadador do Flamengo representando toda a Nação Rubro-Negra por onde passa. Além de ter o título de nadador mais rápido do mundo, adquiriu diversos campeonatos em sua carreira, faturando títulos Olímpicos, Mundiais e muitos outros.

Nesta entrevista, César Cielo Filho falará um pouco de sua carreira, seus sonhos, o que o Flamengo representa pra ele e outros assuntos que vale a pena conferir.




Flaeternamente: Como surgiu a vontade de ser um Nadador profissional? Sua Família sempre apoiou?

César Cielo: Sempre tive o apoio da família. Não sabíamos se eu chegaria ao patamar de um grande atleta profissional, mas foi acreditando e dando passos pequenos rumo ao profissionalismo.

Flaeternamente: Como você se sente sendo o nadador mais rápido do mundo?

César Cielo: É uma sensação muito boa. Era um sonho meu, poder dizer que em algum momento da minha vida, eu fui a pessoa que nadou mais rápido dentro da piscina na historia do esporte.

Flaeternamente: Você decidiu voltar ao Brasil; Porque a escolha pelo Flamengo?

César Cielo: Queria integrar uma equipe forte, com uma grande tradição na natação e que tinha uma visão parecida com a minha. Quando escolhi o Flamengo queria muito fazer parte do resgate da natação do clube, já que a natação do Flamengo é uma das mais vitoriosas da historia da natação brasileira. Alem é claro, de fazer parte da nação rubro-negra e pela primeira vez poder sentir o que é ter uma torcida ao defender as cores do clube nas competições.

Flaeternamente: Sua relação com a Presidente Patrícia Amorim influenciou nesta escolha?

César Cielo: A Patrícia tem grande influencia na minha opção pelo Flamengo. Ela me passou a segurança que precisava para continuar treinando com tranqüilidade e também a vontade de quem me quer ver vencendo os campeonatos. A preocupação dela é a mesma que a minha, queremos vencer competições e representar o Flamengo da melhor forma possível.

Flaeternamente: O que o Flamengo representa pra você?

César Cielo: Hoje me sinto muito feliz em fazer parte de um clube tão grande e tão vitorioso. A receptividade que recebi, as pessoas que conheci e amor o fanático me fizeram entender porque o Flamengo é o maior clube do Brasil. É emocionante poder ser um atleta rubro-negro e representar uma torcida tão apaixonada. Como o próprio hino diz: "Uma vez Flamengo, sempre Flamengo".

Flaeternamente: Depois de tudo o que conquistou, ainda tem sonhos em sua carreira?Se sente um atleta realizado?

César Cielo: Me sinto um atleta realizado, mas não completamente satisfeito. Realizado pelos títulos que conquistei, mas sinto que posso mais, que posso ir mais além.

Flaeternamente: Quais são suas expectativas para os próximos anos?

César Cielo: Representar o Flamengo e a seleção brasileira da melhor forma possível.

Flaeternamente: Você acha que o Rio de Janeiro terá condições de realizar uma Olimpíada de sucesso?

César Cielo: Acredito que sim. Se os órgãos internacionais, como o Comitê Olímpico Internacional, selecionaram o Rio de Janeiro para ser a sede das olimpíadas é porque o Rio realmente tem condições.

Flaeternamente: Deixe uma mensagem para seus fãs rubro-negros que desejam seguir os seus passos;

César Cielo: A toda nação rubro-negra, acredite nos seus sonhos e tenham fé. Trabalhem duro e se dediquem, todo sucesso vem de muito suor e de muito esforço! SRN Cesar Cielo

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Sidney Pullen, de carrasco a ídolo

1912. Nascido de uma cisão do elenco do Fluminense, o time de futebol do Flamengo se prepara para a disputa do Campeonato Carioca. Já no ano de nascimento é o favorito ao título, erigindo-se protagonista desde o início de sua existência. No entanto, para surpresa de muitos o time, após disputa muito equilibrada, perde o título para o Paysandu Cricket, por apenas dois pontos de diferença. E a perda dessa primeira conquista muito tem a ver com o desempenho de um jogador em especial: Sidney Pullen.

O Rio de Janeiro é habitado por uma numerosa e ativa comunidade inglesa, que possui participação expressiva no comércio e na indústria da cidade. Vários clubes são criados para o entretenimento dos forasteiros, e entre eles está o Paysandu Cricket, que se dedica à pratica de esportes tipicamente ingleses, como o futebol. Sediado na rua de mesmo nome (terreno de propriedade do Conde d’Eu), monta um time formado exclusivamente por jogadores ingleses, que se impõe pela força física e disciplina tática de seus atletas. Nas partidas decisivas contra o Flamengo, o Paysandu vence por 2-1 e, no segundo turno, segura o empate em 1-1 que lhe dá o título. Em ambos os jogos, o avante Sidney Pullen se destaca com gols decisivos, negando ao rubro-negro a glória de ser campeão no primeiro ano de sua existência (talvez daí venha a célebre sede flamenga por títulos e mais títulos).

A perda do campeonato tem efeitos imediatos. De imediato, o Flamengo tenta contratar Sidney Pullen, mas o inglês prefere permanecer no Paysandu. De qualquer forma, o namoro está iniciado. Alguns anos passam, e em 1914 o Flamengo enfim conquista o título da cidade. Além disso, a diretoria do Paysandu, incomodada com a má campanha e diante da necessidade de trocar de sede, decide fechar o departamento de futebol. Todos os seus jogadores estão livres. Entre eles, Sidney Pullen.

Em 1915, Pullen chega ao Flamengo, e logo conquista a todos com sua simplicidade, sem a fleugma e a frieza típica dos britânicos. Rapidamente conquista uma vaga na equipe, tornando-a ainda mais forte. Com uma facilidade constrangedora, conquista o bicampeonato, dessa vez de forma invicta, com destaque para goleadas como os 5-0 no Fluminense e 4-2 no América, os dois principais rivais. Sidney Pullen, atuando como center-half (algo como o camisa 10) forma uma dupla devastadora com o goleador Riemer.

Dotado de extrema mobilidade, o que o torna quase imarcável, Pullen é dono de uma mortífera perna esquerda, que coloca a bola onde quer. É verdade que não tem a ginga e a malícia do jogador brasileiro, características ainda em gestação no imberbe futebol dos anos 10, mas sua extraordinária capacidade de enxergar o jogo e colocar a bola onde quer, com assistências açucaradas e suculentas, é o que o distingue dos demais. Além disso, Pullen canta o jogo o tempo todo, orienta, motiva, esbraveja, é um verdadeiro líder. Rapidamente se torna a referência da fortíssima equipe flamenga e um dos seus jogadores mais admirados. Com o prestígio em alta, Pullen é chamado, em 1916, para integrar a Seleção Brasileira que irá disputar o Campeonato Sul-Americano, tornando-se o primeiro estrangeiro a vestir a camisa do Brasil. Até hoje, é o único.

Mas logo surgem percalços. O Flamengo começa a se ressentir do desgaste de sua primeira base de jogadores. Os primeiros heróis, como Gustavo, Borgerth, Gallo, Píndaro, estão envelhecendo ou simplesmente parando de jogar para se dedicar às suas profissões. O rubro-negro não consegue, num primeiro momento, reposições à altura e perde espaço para América e Fluminense. Além disso, no final de 1916, Sidney Pullen é convocado para servir ao exército inglês na Primeira Guerra, que devastava o solo europeu. O Flamengo é privado do seu melhor jogador, que embarca para a Grã-Bretanha numa despedida emocionante.

Pullen sobrevive às agruras da guerra, e em 1917 está de volta para defender o clube pelo qual já se apaixonou. O Flamengo ainda sofre com um período de transição, mas já começa a revelar jogadores como Junqueira, Candiota, Kuntz e Telefone. Em 1920, o time já está pronto para brigar novamente pelo título carioca.

E 1920 é o campeonato de Sidney Pullen. Motivado e no auge de sua forma física e técnica, o inglês gasta a bola na competição da cidade, arrancando uivos e suspiros de uma platéia cada vez mais embevecida. Versátil, atua como avante, meia avançado, meia recuado e até mesmo zagueiro, sempre desfilando sua visão de jogo aguçada e sua capacidade de consagrar goleadores. Como fizera com Riemer em 1915, Pullen faz do atacante Junqueira o principal goleador do Flamengo, que conquista de forma inapelável o campeonato, saindo de um jejum de cinco anos. É a consagração definitiva de Pullen, já alçado ao posto de ídolo da torcida do Flamengo.

Pullen seguiria jogando e conquistando campeonatos até 1923, ano em que abandonou a carreira, com um saldo de três títulos conquistados (1915, 1920 e 1921), 47 gols marcados e incontáveis assistências, além do carisma e da capacidade de liderança, que o fez figura extremamente querida nas hostes flamengas.

Em 1925, Pullen aceita o desafio de integrar o Ground Committee (a comissão técnica) do Flamengo, ajudando a montar aquele que talvez seja o primeiro grande esquadrão da história do Flamengo, uma máquina de jogar bola com vários jogadores de seleção, gente como Hélcio, Penaforte, Candiota, Nonô e Moderato, um timaço que não tomou conhecimento dos rivais, a ponto de conquistar o título carioca goleando o América por 4-0 no jogo decisivo.

Até o final de sua vida (nos anos 50), Sidney Pullen jamais se afastaria do ambiente do futebol. Carismático, transitaria livremente por vários clubes, sendo muito bem aceito em todos (costumava jogar tênis nas Laranjeiras). O Flamengo seguiria recrutando e sendo bem sucedido com jogadores estrangeiros, como Bria, Valido, Benitez, Garcia, Doval, Reyes, Petkovic e tantos outros, construindo uma sólida história e desenvolvendo na nação flamenga a capacidade de respeitar, reverenciar e idolatrar forasteiros que se destacam vestindo o Manto. Tradição que se iniciaria lá, no longínquo 1915, com aquele inglês pequeno, falastrão e bom de bola.
Um inglês alçado de carrasco a herói.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Kléberson: apenas algumas palavras



Muitos acham que o Kléberson foi um jogador qualquer no Flamengo. Apenas mais um com grife que não rendeu o esperado e deu prejuízos... E concordo em partes. Não quero ser "viúva de jogador" e até gostei muito da saída dele, mas é preciso dar valor à historia rubro-negra.

Essa não foi a primeira vez que ele foi dispensado do clube. Em 1994 ele foi cortado de uma peneira. Desde então, até o início de 2008, quando estreou no Mais Querido, ele foi multicampeão europeu e importantíssimo na campanha do pentacampeonato de 2002.Mas o que tudo isso importa?

Mostrando um futebol instável, sem muito destaque e errando 6 a cada 5 passes que dava, ele escreveu seu nome na história e repetiu seu trajeto de títulos e glórias que obteve na europa. Seus 125 jogos, 18 gols e 19 assistências não impressionam muito (mesmo sendo volante), mas quem vai tirar o nome dele dos nossos capítulos de glórias? 

Ao todo, Kléberson jogou por 3 anos e ganhou 2 Cariocas (2008 e o Penta-Tri em 2009) e o Hexa, mesmo jogando apenas metade dos jogos. Kléberson se machucou no início de agosto e só voltou contra o Goiás, naquele inesquecível empate sem gols no Maraca.




Kléberson está longe de ser ídolo, assim como está longe de ser um qualquer. Talvez, aquele show que ele deu com Ibson sobre os Porcos no Maraca seja a única lembrança digna de Kléberson que temos. Ele mesmo deve saber disso. Mas ainda sim, desequilibrou partidas e nos deu vitórias importantes.

Muitos escreveram suas histórias no Flamengo em livros. Já outros, apenas em alguns capítulos. Muitos escreveram suas histórias em pequenos parágrafos, outros usaram somente algumas frases. Kléberson usou apenas algumas palavras, mas que estão registradas nos mais belos capítulos de nossa história. 

Obrigado, Kléberson!

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@RenatoCroce (Alexi Lalas)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Carlinhos o “Violino” Rubro-Negro

Carlinhos nasceu em 1937 na cidade do Rio de Janeiro e com o Flamengo no coração; Ele dedicou toda sua carreira, tanto como jogador, quanto como técnico, ao Clube de Regatas do Flamengo.

Como jogador ele começou a trocar passes em 1958, no ano seguinte ganhou o Campeonato Carioca; fato que também ocorreria em 1963; E em 1961 o Torneio Rio São Paulo; Atuando em 517 partidas e marcando 23 gols. No Período de 1969 se aposentou, mas não aquentou ficar longe do Flamengo.

                           Carlinhos como técnico e jogador respectivamente...                                                                             



Em 1983 começou sua carreira de treinador. E Nesta continuou até o ano 2000, Dirigiu o Flamengo em várias oportunidades saindo e retornando durante este período. Disputou vários torneiros, e suas principais conquistas foram os Campeonatos Brasileiros de 1987 e 92;

Time de 87 e 92 respectivamente


Por toda sua história no “Mais querido do Brasil”, o ex – Técnico e jogador Carlinhos foi homenageada de forma simbólica e merecida pela diretoria do Flamengo.


Com toda a certeza; Luís Carlos Nunes da Silva, o Carlinhos; Ficará na memória de todos os rubro-negros que admiram um ídolo, um ser humano que deu a vida pelo clube ama; Sempre terá o respeito de todos que passarem por este elo, que se chama Flamengo.

Carlinhos com o Busto em sua homenagem. A Gávea possui uma Praça com seu nome, numa justa homanegam.


Lucas Monteiro

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Fotos Antingas dos Esportes Olímpicos do Flamengo

Time Masculino de Voleibol de 1993/94.


Time Feminino de Voleibol de 1973.


Michelle Owens foi a maior atleta da história da Patinação Artística do clube. Esta foto é de 1972.

Em 1980, o Vôlei Feminino venceu o Campeonato Brasileiro pela segunda vez. Na foto estão Inaldo, Elcio, Regina, Carminha, Ines, Viviane, Jackie, Isabe, Rosana, Ana Lucia, Virginia e Valerinha.

Foto oficial do time campeão sul-americano Feminino de Voleibol de 1981.

Time Masculino de Voleibol da temporada 1989/90.


Foto oficial do time de Ginástica Artística de 2002.

Foto oficial do time de Ginástica Artística de 1996.



Foto oficial do time de Ginástica Artística de 2001.



Aliás recomendo muito o excelente Blog Esporte Rio, do meu amigo Miguel Gonzalez