Pesquise no Flamengo Eternamente
sexta-feira, 31 de julho de 2009
A história do segundo Uniforme do Flamengo
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Homenagem a Zé Carlos

José Carlos da Costa Araújo ( Rio de Janeiro, 7 de Fevereiro de 1962 - 24 de Julho de 2009 ) foi um goleiro revelado pelo Americano e que marcou época á frente da meta rubro-negra e também da Seleção Brasileira.No início de sua carreira, Zé Carlos atuou pelo Americano-RJ e Rio Branco-ES. Entretanto, sua carreira acabou sofrendo uma guinada em 1984, quando o goleiro foi contratado pelo Flamengo com a árdua tarefa de substituir um dos mais vitoriosos goleiros da longa história rubro-negra, Raul Plassman.Alto e ágil, logo se destacou no Mais Querido do Brasil, e já conquistou logo nas suas primeiras partidas, não só a posição de titular, como o Campeonato Carioca de 1986. Aquela conquista, aliás, seria apenas a primeira de um ciclo que se manteria entre 1986 e 1991, período em que Zé titular absoluto na meta do Flamengo.
Apesar da condição, vale-se ressaltar que Zé Carlos nunca foi uma unanimidade entre os torcedores, o motivo era simples, apesar de realizar defesas impossíveis, de puro reflexo e elasticidade, o ex-goleiro pecava em situações relativamente simples.O auge de Zé Carlos aconteceu na Copa União de 1987. Naquela competição apareceu ao realizar defesas importantes para a conquista do título brasileiro num time que tinha peças da estirpe de Zico,Leandro, Andrade, Renato Gaúcho, Bebeto, Jorginho, Leonardo e Zinho. Nesse ano, foi o segundo goleiro no clube a marcar um gol - em partida contra o Nacional.Graças ás brilhantes atuações, foi em 1988, chamado para a seleção olímpica e acabou conquistando a medalha de prata nos jogos de Seul. Voltaria a vestir a camisa canarinho dois anos depois, quando convocado por Lazzaroni, técnico de outros tempos no Flamengo. O time de Lazaroni, disputaria a Copa do Mundo de 1990, que acabaria se tornando um fracasso. Na competição, Zé Carlos foi reserva.Deixou o Flamengo pela primeira vez em 1991. Desgastado com a torcida, viu o Fla renovar-se com a chegada do então jovem treinadorLuxemburgo, que optou por utilizar o goleiro Gilmar Rinaldi e colocá-lo no incômodo banco de reservas. Assim, Zé Carlos pediu para ser negociado e teve rápida passagem pelo Cruzeiro, onde também não conseguiria brilhar. Em seguida, transferiu-se para o futebol português e defendeu o Vitória de Guimarães, o Farense, Felgueiras e FC Pedras Rubras.
No retorno ao Brasil, em maio de 1996, voltou a atuar pelo Flamengo, no entanto, encontrou Roger como titular da posição. Ainda assim, aproveitou-se das falhas do companheiro, ainda inseguro, e terminou a temporada como titular. Em 1997, é vitimado por um outro processo de renovação, que varrera diversos jogadores experientes do Mais Querido do Brasil e é negociado com o Vitória, que montava um projeto campeão.Antes de encerrar a carreira, em 2000, Zé Carlos ainda jogou pelo XV de Piracicaba, América-RJ e Tubarão-SC. No ano de 2006, Zé Carlos ocupou o cargo de gerente de futebol no América-RJ ao lado do ex-companheiro de Flamengo, o lateral Jorginho. Mais tarde, o companheiro se tornaria o braço direito de Dunga na Seleção Brasileira, e Zé Carlos tomaria outros rumos.
Mais tarde passou a defender o time de masters do Flamengo, ao lado de nomes como Adílio e Rondinelli em viagens por todo o Brasil. Ainda neste período, defendeu o Mais Querido nos torneios de Showbol.No ano de 2009, enquanto viajava com o time de masters, descobriu ser portador de um câncer de abdômen que já havia chegado em estágio avançado. Apesar de ter mostrado, na luta contra a doença, a mesma garra dos tempos de goleiro do Flamengo, Zé não conseguiu vencer esta batalha, e faleceu no dia 24 de Julho de 2009 deixando para a imensa torcida do Fla, a boa lembrança dos tempos em que foi a parede rubro-negra.
Nome Completo: José Carlos da Costa Araújo
Dia do Nascimento: 7 de Fevereiro de 1962
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Posição: Goleiro
Número de Partidas pelo Fla: 352
Número de Gols pelo Fla: 1
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Tá na cara que vai dar empate
Na época, vale ressaltar, os clubes ainda dependiam, e muito, de bilheteria, e a daquele ano, caso ocorresse efetivamente uma decisão de verdade, os dois rivais disputando o título sob as mesmas condições, prometia ser fantástica.
Esse diálogo se deu, de verdade, num restaurante da Garcia D´´Avila, em Ipanema, e o sujeito que fez tal declaração, acreditem, vez por outra cruza comigo e fico meio constrangido, pois a minha reação, entre uma e outra garfada de filé com fritas, foi um tanto radical.
Hoje, mais de 30 anos depois, eu continuo reagindo contra essa estupidez - “Esse jogo é prá dá (sic) renda” – e na realidade a minha revolta é ainda maior, porque depois de trabalhar 20 anos com futebol, mais precisamente desde 1989, sei da intensidade com que se disputa cada partida.
Assim ficou difícil explicar a esse amigo que a conquista do Estadual de 1978 começou exatamente no dia em que a diretoria do Flamengo já havia entendido que seria mais interessante faturar o título do que correr o risco de perdê-lo numa eventual decisão.
E mais, que os próprios jogadores, como já esclareceram muitos dos ídolos da época, como Rondinelli, Júnior e Zico, que ganhar o campeonato começaria a fortalecê-los definitivamente. Sabe-se hoje que os cartolas provavelmente iniciaram um processo de renovação, trocando e dispensando um punhado de peças – talvez até o próprio Zico – no caso de um insucesso.
Explica-se: o Flamengo já havia sido derrotado no Carioca de 1977 para o Vasco. Assim, caso se repetisse a dose, ficaria evidente, segundo a visão da turma, na teoria e na prática, que aquele grupo era “perdedor”.
Eu cheguei no Maracanã, naquele domingo, 3 de dezembro de 1978, por volta de uma da tarde. Não havia, naquele tempo, para o bem do povo e felicidade geral, essa bobagem de “choque de ordem”, que proíbe o cidadão – que trabalha e paga imposto – de beber a sua cervejinha em torno do estádio. Ainda não havia, por aqui, a Suíça imposta pela Guarda Municipal. Também não existia celular. E isso acabou me impedindo de telefonar ao meu amigo, já distante pela ausência da tecnologia, e dizer-lhe que havia um clima absolutamente favorável à nossa vitória.
O Flamengo x Vasco de 1978 foi um jogo de poucas chances de gol. Aos 40 minutos do segundo tempo, Rondinelli resolveu sair jogando e perdeu a bola para Roberto Dinamite, que deixou Paulinho Massariol na cara de Cantarelli. O atacante chutou torto.
Pois dois minutos depois, Rondinelli, ainda candidato a vilão, partiu para a área cruzmaltina, na esperança de aproveitar um escanteio que Marco Antônio cedera de forma infantil. Cheguei a comentar com meu amigo Sérgio Peçanha, com ce cedilha ou dois esses, pouco importa , antes da cobrança. “Pô, mas é o Zico que vai bater?”.
O resto da história todo mundo sabe. A bola entrou, o Flamengo foi campeão, a Gávea ficou superlotada – naqueles tempos o clube oferecia chope quando o clube era campeão – e os craques acabaram sendo preservados. Daí em diante foram... bem, não vou relacionar os títulos para não ocupar espaço. Dia desses, lá se vão uns seis meses, o amigo esbarrou comigo no samba, duas ou três da manhã, já bastante animado. Pôs a mão no meu ombro e exclamou. “Porra, porque você não me levou naquele jogo?”. E eu respondi, esboçando uma gargalhada. “Porque era pra dá renda!”.
Salve, Rondi! Se a Igreja Católica tem os seus santos, nós também temos os nossos.
Roberto Assaf
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Delira Povão

Essa antiga Capa da Revista Placar parece mais atual que nunca. E a o Povão Rubro Negro, a maior Nação do Brasil vibra como nunca.
"Flamengo até morrer"
segunda-feira, 27 de julho de 2009
O primeiro treinador da História do Flamengo
domingo, 26 de julho de 2009
Flamengo - 1000 Jogos no Campeonato Brasileiro

No domingo, 26 de julho de 2009 o Flamengo atingiu mais uma marca histórica: o primeiro clube a chegar aos 1000 jogos no Campeonato Brasileiro. Mais um recorde e mais uma mostra por quê o Flamengo é o Maior Clube do Brasil.
sábado, 25 de julho de 2009
Papel de Parede Flamengo - O Dia

Mais um papel de Parede. Esse foi criado pelo jornal "O Dia", e apesar de ter um escudo antigo é muito bonito. Valeu Galera. Valeu Nação.
"Flamengo, eternamente em meu coração.
Flamengo, eternamente raça, amor e paixão."
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Festa na Favela
Favelaaaaaaa
Favelaaaaaaa
Silêncio na Favelaaaaaaaaaaaaa
Tal preconceituoso grito vinha do fato da torcida do Flamengo ser maioria nas favelas. O que eles não via é que o Flamengo também é maioria dentro das grandes empresas, das faculdades, da Academia Brasileira de Letras e onde mais existisse um aglomerado humano. Mas voltemos ao grito. Essa bobagem era comum. Mas agora, assim como fizemos com o Urubu (também criado como algo ofensivo Leia aqui), também assumimos esse grito. É uma honra ser o time da Favela. E agora é comum ouvir o grito quando o Flamengo ganha, dessa vez vindo da Magnética Rubro Negra:
Favelaaaaaaa
Favelaaaaaaa
Festa na Favelaaaaaaaaaaaaa
quinta-feira, 23 de julho de 2009
..e as multidões despertaram!
Primeiro eram uns poucos gaiatos que sem campo, mas com orgulho demais pra treinar em Laranjeiras, se arrumaram num gramado no Russel, na Glória. Depois, aquela gente de boa família virou espetáculo, nunca craques eram vistos de tão perto, democraticamente, e quando se viu era carnaval na cidade. De boca em boca os meninos passavam o amor pelo time e de repente o reco-reco se espalhava até o Largo do Machado, além dele, num carnaval fora de época. Era mais uma vitória do Flamengo.
O amor subiu o morro e desceu o asfalto, em pouco tempo o Rubro-negro já era “o mais querido”.
A rádio, fonte de informação e inspiração dos brasileiros de todos os cantos, levava em suas ondas os novos craques. O território nacional foi tomando as cores vermelho e preto.
Se fora de campo o Flamengo conquistava corações, dentro dele se coroava com títulos.
Desde que perdeu o carioca para o time “B” do Fluminense – o primeiro time do Flamengo era formado por dez ex-tricolores – em sete de julho de 1912, a rivalidade só fez crescer. Segundo Nélson Rodrigues foi essa derrota que se gravou na carne e na alma flamenga e que fez dele o grande conquistador.
Hoje o Fla deixou pra trás o Flu e tomou na bola, na boa, a hegemonia do título estadual. Está sem perder decisão para times do Rio desde 95. Em treze anos chegou e levou sete estaduais e uma Copa do Brasil em cima de cariocas. É a maior torcida do Brasil, quiçá do mundo, é uma nação em que time e apaixonados se completam.
A hegemonia vai ter que ser defendida a cada campeonato, heróis vão surgir – como nasceram de Zico a Zizinho, de Bruno a Pet, Evaristo, Junior, Joel, Leandro, Leônidas... –, dramas vão se desenhar, festas faremos, mas com essa torcida, o que posso garantir é que acredito na previsão do mestre Nelson:
“Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E, diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável”. Sentença de tricolor!
Renata Cordeiro
http://mkt.flamengo.com.br/reidorio/
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Flamengo 5 X 2 Corinthians - Grande Jogo
Veja a ficha do jogo:
C.R. Flamengo 5 x 2 Corinthians (SP)
Campeonato Brasileiro
28/08 - Estadio: Maracanã - Rio de Janeiro
Time: Gilmar, Fabiano(Paulo Nunes), Gelson, Índio, Marcos Adriano, Charles Guerreiro, Hugo, Marquinhos, Nélio, Magno e Savio.
Gols: Magno(3), Marcos Adriano e Savio.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Grandes jogadores do Flamengo - Gamarra
Em 2000, o Clube da Gávea não teve um bom ano, mas no ano seguinte, Gamarra comandou a zaga do Fla ao lado de Juan e com o olhar atento de Zagallo no banco de reservas treinando a equipe.
Foi um dos destaques das conquistas do tricampeonato estadual e da Copa dos Campeões. Antes, já havia feito história no Internacional e no Corinthians, conquistando o Campeonato Gaúcho de 1997, o Paulista de 1998 e o Brasileiro de 1999, que precedeu uma frustrada experiência no Atlético de Madrid. Por isso, o zagueiro ainda tinha o desejo de voltar à Europa.
Mas sua saída do Flamengo foi tumultuada, devido a problemas financeiros. No entanto, o jogador conseguiu se transferir para o AEK Atenas, da Grécia, onde ficou até 2002. De lá, foi para a Inter de Milão, e passou ainda pelo Palmeiras, pelo Ethnikus Piraeus, da Grécia, e finalmente encerrou a vitoriosa carreira no Olímpia do Paraguai.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Não sei quem um dia disse que “os brasileiros nascem flamengos; depois é que alguns degeneram”.
Não assisti à partida final. “'Vi” o jogo pelo rádio. O América era o favorito. Entrou em campo com banca de campeão. O Flamengo, de calções negros, pisava no gramado com humildade e de luto (pelo recém falecido Presidente do Clube, Gilberto Cardoso). O juiz da peleja era o fero Mário Vianna — “com dois enes, falou, está falado”. Na tribuna de honra, o Presidente Juscelino Kubitschek.
O América tinha um goleiro meio “presepeiro”, meio exibicionista, o Pompéia, que gostava de fazer defesas e “pontes” espetaculares para a torcida americana e para a galera em geral. E, naquele jogo, para desespero e sofrimento dos torcedores rubro-negros, estava com pinta de que ia pegar tudo. No entanto, era noite de Dida. O alagoano endiabrado deu o passe para o primeiro gol do Flamengo. E fez o segundo, o terceiro e o quarto — este último quase ao apagar das luzes, aos 44 minutos do segundo tempo. Conta o jornalista Mário Filho, em seu antológico Histórias do Flamengo, que o Presidente Juscelino deu um pulo e aplaudiu de pé. A torcida invadiu o gramado e comemorou o tri. Eu, em casa, me descobria flamengo desde e para sempre, sem jamais degenerar.
Afinal, ensina o tricolor Mário Filho, dono do Jornal dos Sports e pai da crônica desportiva moderna, é mais difícil deixar de amar um clube de futebol do que uma mulher (os vira-casacas são uma espécie raríssima). No fundo, Mário Filho tinha também o coração rubro-negro, como o irmão, o maior dos tricolores, Nelson Rodrigues. Ambos conhecedores, aliás, das origens do Clube, que nada teve a ver com o Fluminense, em seu nascimento.
Pois o Flamengo não nasceu como clube de futebol. Os rapazes que o fundaram, a 17 de novembro de 1895, eram remadores. Acertaram que o Clube de Regatas do Flamengo deveria comemorar seus aniversários no dia 15, para coincidir com a data da recém-proclamada República. Este fato desfaz um velho mito, repetido até por flamengos (perdão, não gosto muito do termo flamenguista — o "ista'' me soa mal, como pejorativo) menos avisados, de que o Flamengo teria sido "filho” do Fluminense.
Em 1911, nos tempos do amadorismo, quando se jogava o football — ainda um esporte meio inglês — por amor à bola e à camisa, um grupo de jogadores tricolores, rapazes de boas famílias, se desentendeu lá com o pessoal das Laranjeiras e decidiu se juntar à turma do remo do Flamengo, para criar o departamento de esportes terrestres de um clube, até então, exclusivamente dedicado a regatas.
Por ironia, e a bem da verdade, devo relembrar que o primeiro Fla-Flu, em 1912, foi vencido pelo timinho do Fluminense: 3 a 2. Digo “por ironia”, porque a História registra que os jogadores que o Flamengo acolheu eram os melhores. E falo em "timinho" sem maior maldade ou desrespeito ao pseudopapai, até porque se gabam os tricolores de que muitas das grandes conquistas do Fluminense foram obra de equipes sem craques de renome (a galera pó-de-arroz nunca confundiu “timinho” com “timeco”.).
Sempre resisto a apresentar uma lista dos craques que formariam o melhor time do Flamengo de todos os tempos. Como sempre acontece com essas listas — afinal, cada torcedor tem a sua —, é inevitável que fiquem nomes de fora. De minha parte, gostaria de citar muitos heróis rubro-negros, que marcaram a História do Mais Querido. Mas os mais velhos se lembrarão de muitos outros: um Rubens (o Doutor Rúbis), meia armador clássico, que fez a torcida matar as saudades do antológico Zizinho; também ouvi falar em Fausto, a Maravilha Negra, Leônidas da Silva. Mas vi jogar Zico e Júnior.
No momento em que o Botafogo perde a terceira final consecutiva para o Flamengo, é bom recordar, especialmente aos de fraca memória, que foi no Flamengo onde o maior ídolo botafoguense encontrou o seu último grande clube, porto de abrigo derradeiro, antes do naufrágio no alcoolismo irreversível, na decadência financeira e no abandono. Com generosidade, mas com muita esperança, o Mais Querido, que tanto sofrera com as diabruras das pernas tortas do Mané, tentou recuperar para o futebol brasileiro aquele que fora, como ele próprio — Flamengo — sempre será, a Alegria do Povo.
Pedro Fernando Brêtas Bastos
http://mkt.flamengo.com.br/reidorio/
domingo, 19 de julho de 2009
Grandes Craques da História - Nonô
Claudionor Gonçalves da Silva, o Nonô, é o décimo quarto maior artilheiro da história do Flamengo, com 123 gols em 143 jogos disputados. Destaque do clube de 1920 a 1930, Nonô foi o jogador que mais marcou com a camisa do clube na década de 20. Conquistou quatro títulos e fez parte da geração que profissionalizou o futebol rubro-negro que ainda jogava no estádio da Rua Paysandu. Em 1925, quando o conquistou o seu terceiro título carioca pelo Flamengo, obteve a incrível marca de 30 gols em 21 partidas no ano pelo clube. Ao todo Nonô fez 143 jogos e 123 gols com a camisa do time de Maior Torcida do Mundo.
Fonte: Flapedia
sábado, 18 de julho de 2009
Foto do Time do Flamengo de 1997
Mais uma foto antiga, dessa vez do time do Flamengo de 1997. Nesse time vemos alguns jogadores que deixaram saudades e outros que não trazem boas recordações.Vamos Flamengo, vamos ser Campeões, Vamos Flamengo
sexta-feira, 17 de julho de 2009
MARCA HISTÓRICA - FLAMENGO ETERNAMENTE 1.000.000 DE PAGE VIEWS
Gostaríamos de agradecer a toda a Torcida do Flamengo que nos possibilitou chegar tão longe e prometemos nos empenhar para chegar a outras marcas históricas, sempre trazendo conteúdo de qualidade e resgatando um pouquinho da vastíssima história do Flamengo.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
A embaixadinhas de Beto
Veja o vídeo das embaixadinhas abaixo:
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Jogador que mais fez gols num jogo do Flamengo do Campeonato Brasileiro
C.R. Flamengo 8 x 0 Fortaleza (CE)
Campeonato Brasileiro
04/02/1981 - Estadio: Maracanã - Rio de Janeiro
Time: Raul(Cantarele), Vitor, Luís Pereira, Marinho, Carlos Alberto, Carpegiani, Adilio, Peu, Fumanchu, Nunes e Edson(Carlos Henrique).
Gols: Peu(2), Nunes(5) e Vitor.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Edilson Capetinha no Flamengo

Edílson Ferreira da Silva ( Salvador, 17 de setembro de 1970 - ), é um atacante que começou no futebol quando tinha apenas vinte anos de idade. Seu primeiro clube foi o modestíssimo Industrial-ES.
O ínicio da difícil jornada de Edílson que houvera de começar no futebol capixaba, ficou para trás ao fim de apenas uma temporada. Pretendido por outro pequeno clube, desta vez o Tanabi, time do interior paulista, o atacante finalmente se viu vislumbrado por um dos grandes do futebol brasileiro em 1992, quando tinha 22 anos.
Ao sair do Corinthians em 2000, com honras de Campeão Mundial, Edílson enfim realizou o seu sonho de infância ao vestir a camisa do seu clube do coração, o Flamengo. Aquele era de fato, um dos maiores desafios da carreira do capetinha que já havia provado não ter medo de cara feia. Sua contratação foi milionária, as cifras anunciadas pela mídia especializada falava de algo em torno de U$$ 7 milhões.
Chegou para a disputa do Campeonato Brasileiro de 2000 e se manteve no grupo que tentaria a conquista do Tri Estadual de 2001. Neste meio tempo, porém, o polêmico jogador encontrou rusgas com aquele que era, possivelmente, a maior das estrelas do time, o ioguslavo Petkovic. Desafetos assumidos, Edílson e Pet se davam muito bem dentro de campo, com o profissionalismo na ponta da chuteira, os dois comandaram o time que chegou a final do Campeonato Carioca de 2001 contra o todo poderoso Vasco da Gama.
A partida final dispensa comentários, mas a história precisa reeditar que depois de uma milimétrica assitência de Petkovic, Edílson fez o gol que abriria caminho para o emocionante golaço de falta do Ioguslavo.
Entre Agosto de 2000 e Dezembro de 2001, período da sua primeira passagem pela Gávea, Edílson disputou 83 partidas e assinalou 37 gols. Conquistando além do Campeonato Carioca, a Copa dos Campeões de 2001.
Em 2003, Edílson voltaria para a Gávea para a sua derradeira passagem. Formando dupla de ataque com Jean, num time que tinha Felipe no meio-campo, Edílson não conquistou títulos, mas fez bastante gols e ajudou o time comandado por Waldemar Lemos a se safar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro.
Ao todo o baiano jogou 117 jogos e marcou 51 gols com o Manto Sagrado.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Coisas de Flamengo - Raul
domingo, 12 de julho de 2009
Flamengo Campeão Brasileiro de Showbol 2009

O ginásio Jones Minosso em Lages recebeu bom público para ver o Flamengo ser campeão Brasileiro 2009. Apesar da chuva, os torcedores do Flamengo que compareceram em maior número viram uma partida de 19 gols. Superior a média do campeonato que foi de 17,3. O Santos saiu na frente com um gol de Marcelo Fernandes. O Flamengo só conseguiu a virada na metade do segundo tempo. No final, vitória do Flamengo por 11 a 8.
Flamengo e Santos começaram a partida com seus principais jogadores. No Flamengo começaram Robertinho, Júnior Baiano, Gelson, Emerson, Marquinhos e Djalminha. No Santos começaram Joel Reis, Marcelo Fernandes, Marcos Paulo, Axel, Paulinho Kobayashi e Paulo Rink. Logo com 3 minutos, o capitão Marcelo Fernandes abriu o placar. Djalminha empatou em seguida. O Santos conseguiu abrir uma vantagem de 3 gols com Kobayashi e dois gols de Paulo Rink. Nos últimos 5 minutos do primeiro tempo, o Flamengo descontou com Marquinhos e Gelson. Santos terminou vencendo por 4 a 3.
Djalminha conseguiu o empate logo com um minuto. Novamente Paulo Rink ampliou para o Santos fazendo 6 a 4. A dupla de Baianos entrou em ação mais uma vez. Fábio Baiano fez o quinto, Júnior Baiano empatou, e Fábio Baiano virou faltando 18 minutos. Foi a vez do Flamengo ampliar com Marquinhos que fez dois gols. O melhor jogador do Brasileiro pela segunda vez, não se entregou. Descontou duas vezes. Mas foi insuficiente. Com mais dois gols de Gelson, o Flamengo conquistou o título por 11 a 8.
"Estamos procurando este título desde o ano passado, quando perdemos nos últimos segundo. Começamos mal, a rotatividade do Flamengo é maior que das outras equipes. No showbol isso é importante. Faltando minutos, voce pode colocar alguem que vai decidir" comentou Ernesto Paulo, técnico do Flamengo que se despede do showbol. Ele foi contratado pela Arabia Saudita e vai comandar a seleção olímpica. "Mas é temporariamente. Eu volto" disse com o troféu na mão. Axel concordou com Ernesto Paulo. "Na verdade são os dois melhores times do showbol. Mas o Flamengo teve uma troca maior que a nossa, e no final isso prevaleceu. Eles estavam com melhor preparo que nós".
O II Brasileiro de showbol terminou com 577 gols marcados em 33 jogos. Média de 17,4 gols por jogo. Foi a competição de showbol com a maior média de gols até hoje. Djalminha terminou como artilheiro máximo. Ele marcou 20 gols em 7 jogos. Joel Reis do Santos foi premiado como melhor goleiro. O Santos sofreu 40 gols, empatado com o Flamengo de Robertinho. Como Joel jogou 75 minutos a menos, por causa do Robson que entrou no segundo tempo, Joel sofreu 31 gols e Robson 9. Axel que marcou dois gols na final, foi eleito pela imprensa presente como o melhor jogador da competição. Ele recebeu 5 votos, Djalminha 3 e Fábio Baiano um voto. "Me deixa muito satisfeito ser eleito. Este Brasileiro foi muito nivelado. Tinhamos outros jogadores que estavam concorrendo. No Santos, tinha o Rink, Kobayashi. No Flamengo tinha Djalminha, Fábio Baiano. Para mim o Djalminha é o melhor do mundo" analisou Axel.
sábado, 11 de julho de 2009
Flamengo Campeão Brasileiro de Handebol 2000 - Segunda Divisão
O Flamengo conquistou a Copa Brasil, ou 2a Divisão do Campeonato Brasileiro, de Handebol de 2000. O resultado valeu ao Flamengo, e ao Cesulon, de Londrina, vaga na 1a Divisão (Liga Nacional) de 2000.Classificação:
1) Flamengo - 4 (saldo de +11)
2) Cesulon - 4 (saldo de +1)
3) AA Guaru - 2 (saldo de -3)
4) Adeblu - 2 (saldo de -9)
No ano seguinte o time fez bonito e ficou em terceiro lugar na Liga Handball
Fonte: http://esporterio.blogspot.com/2009/06/cr-flamengo-campeao-brasileiro-da-2a.html
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Flamengo Campeão da Copa Cultura de Juniores
Copa Cultura de Juniores de futebol teve sua única edição realizada em 2005 com o Flamengo sagrando-se campeão. Foi organizada e exibida pela TV Cultura e contou com dez equipes de São Paulo e Rio de Janeiro. A competição estendeu-se de 24 de abril até 4 de dezembro de 2005. O Flamengo levantou mais essa taça.
Regulamento
As dez equipes jogaram entre si em turno e returno, classificando as quatro melhores equipes da primeira fase. Os quatro melhores disputaram a fase final que também foi disputada em turno e returno. O melhor sagrou-se campeão.
Participantes
BotafogoCorinthians
Flamengo
Fluminense
Palmeiras
Ponte Preta
Santos
São Caetano
São Paulo
Vasco da Gama
Classificação final
Na última rodada da fase final, Santos e Flamengo se enfrentaram na Vila Belmiro, ao mesmo tempo que Fluminense e São Paulo jogavam no estádio das Laranjeiras. Os são-paulinos venciam o Fluminense e o Flamengo empatava com o Santos, combinação que daria o título ao São Paulo. Porém, mesmo com dois jogadores a menos, o Flamengo buscou a vitória por 2x1 e se sagrou campeão.
Naquele time, destacavam-se o goleiro Marcelo Lomba, os zagueiros Hélder e Marlon, o lateral Egídio, os volantes Rômulo e Célio Júnior, o meia Vinícius Pacheco e os atacantes Gilmar, João Alex e Bruno Mezenga.
PRIMEIRA FASE
- Fluminense - 31 pontos
- São Paulo - 30 pontos
- Santos - 30 pontos
- Flamengo - 30 pontos
FASE FINAL
- Flamengo - 13 pontos (campeão)
- São Paulo - 11 pontos
- Santos - 7 pontos
- Fluminense - 3 pontos
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Futebol Feminino do Flamengo

O Flamengo já teve seu time de futebol feminino, como mostra essa bela foto das musas do Flamengo. O time durou pouco tempo e gostaríamos de ver o Clube de Regatas do Flamengo apoiando o Futebol Feminino.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O Argentino Molas e o Flamengo
O argentino Molas foi o criador de vários símbolos da torcida dos clubes de futebol que ainda perduram. O Flamengo era reconhecido por um Popeye pela sua força; o Vasco da Gama, pelo Almirante; o Fluminense, por um Cartola; o América, por um Diabinho; o Botafogo, um inquieto Pato Donald, só para dar alguns exemplos. Na Argentina, os grandes clubes também eram reconhecidos pelos desenhos espirituosos deste artista.
Com o Flamengo Molas tem uma estória cativante. Num dos campeonatos vencidos pelo Flamengo, propôs ao diretor do jornal, Mário Filho, fazer um desenho que ocuparia toda a página e a idéia foi aceita. Molas desenhou o casamento de Miss Campeonato com Popeye numa igreja com todos os detalhes, inclusive com um padre casando-os. Os demais clubes foram personificados conforme já relatado, mas do lado de fora da igreja; eles apenas olhavam o prêmio que o Flamengo levava. Foi um êxito fantástico no ano de 1943. A edição esgotou-se e no dia seguinte teve que ser repetida com idêntico sucesso, a pedido dos leitores.
Na época em que o Brasil era governado pelo Presidente Getúlio Vargas e quando o Flamengo ganhou seu primeiro tricampeonato, Molas desenhou na capa o Popeye, numa pose clássica, mas na forma de posar de Getúlio — no lugar do cachimbo desenhou o tradicional charuto habitual nas mãos do Presidente. O desenho era enorme e foi assim intitulado: Flamengo, o ditador do futebol novamente campeão. Houve confusão na redação, mas infundada: vendeu-se toda a edição. No dia seguinte, Getúlio solicitou o desenho original para pendurálo no seu gabinete.
Para saber mais do antigo mascote do Flamengo, clique
http://flamengoeternamente.blogspot.com/2007/05/popeye-biografia-flamenga-muito-antes.html
NE - Vale lembrar que na Argentina o Boca Juniors também era personificado pelo Popeye, o "Cartola" representava o River Plate e o Diabinho representava o Independiente entre outros.
Fonte: http://www.abi.org.br/jornaldaabi/Novembro_dezembro-2004.pdf
terça-feira, 7 de julho de 2009
Coração Rubro Negro - Homenagem Olympikus
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Flamengo Campeão da Copa Record de 2005

A Copa Record Rio de Futebol foi um campeonato profissional realizado entre 21 de outubro e 3 de dezembro de 2005, de responsabilidade da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com a Rede Record.
Na primeira fase do torneio, os times foram separados em dois grupos numericamente iguais. As equipe deviam enfrentar os adversários do outro grupo, em turno único, classificando-se as duas melhores equipes de cada grupo para as semifinais.
Na semifinal, cruzavam-se, em jogo único, o primeiro e segundo lugares de cada grupo. Os vencedores de suas respectivas chaves adquiriam o direito de disputar a final, também realizada em uma só partida.
O Flamengo disputou o campeonato com jogadores saídos do junior e outros que não estavam sendo utilizados. Em resumo era o Flamengo B. E no fim a equipe levantou a tação ao ganhar do Olaria nos penaltys.
A campanha do campeão foi essa:
Bonsucesso 0x4 Flamengo
Flamengo 1x1 Céres
Estácio de Sá 0x1 Flamengo
Flamengo 0x1 Villa Rio
Botafogo 0x1 Flamengo
Semi Final
Céres 1x2 Flamengo
Final
Olaria 0x0 Flamengo (4x5 nas penalidades)
Ficha técnica da Final:
C.R.Flamengo 0x0 Olaria (RJ)
Nos penaltis C.R.Flamengo 5x4 Olaria
Copa Record - Decisão - Campeonato Municipal
02/12/2005 - Estadio Rua Bariri (RJ)
Time: Wilson; Marcelinho, Thiago, Carlos Alexandre, Fábio (Igor Nakamura); Elan, Yuri, Róbson, Emerson; Fabiano Oliveira (Eder), Fábio Júnior.
Gols nos penaltis : Emerson, Róbson, Eder, Marcelinho, Fábio Júnior.
OBS: C.R.Flamengo - CAMPEÃO DA COPA RECORD 2005.
domingo, 5 de julho de 2009
Flamengo tema de reportagem na Austrália
Quem quiser traduzir, poste pedaços do texto nos comentários.
http://www.flamengoeternamente.com.br/fla_incomparavel.pdf
sábado, 4 de julho de 2009
A maior goleada do Flamengo na História do Campeonato Brasileiro
C.R. Flamengo 8 x 0 Fortaleza (CE)
Campeonato Brasileiro
04/02 - Estadio: Maracanã - Rio de Janeiro
Time: Raul(Cantarele), Vitor, Luís Pereira, Marinho, Carlos Alberto, Carpegiani, Adilio, Peu, Fumanchu, Nunes e Edson(Carlos Henrique).
Gols: Peu(2), Nunes(5) e Vitor.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
O Flamengo em 1933
Antes de fazê-lo, no entanto, o Flamengo jogou três partidas em Montevidéu, as primeiras de sua história no exterior. A estréia foi em 2 de abril, com a vitória de 3 X 2 sobre o poderoso Peñarol, em pleno estádio Centenário, onde os uruguaios haviam conquistado em 1930 o título mundial.
O Peñarol jogou com Capuccini, Canavese (Mascheroni) e Laino; Zunico, Fernandez (Chanés) e Mainardi; Castro, Matta, Young, Anselmo e Arremendi. Quatro jogadores desta escalação integraram o grupo que ganhou a primeira Copa do Mundo: Capuccini, Mascheroni, Fernandez e Anselmo.
No dia 14 de maio, no Estádio do Botafogo, na Rua General Severiano, o Flamengo fez seu último jogo como amador, vencendo por 16 X 2 o time do River, time do bairro de Piedade. O meia direita Nelson marcou 6 vezes. O centro médio Flavio Costa, que mais tarde ganhou fama como tecnico, fez o 13° gol. O ataque do adversario, formado por cinco "inhos" - Manuelzinho, Zezinho, Bebetinho, Luizinho e Nelinho - não inspirava mesmo respeito.
O Flamengo disputava então o Campeonato Carioca da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA), integrada por amadores, e terminou por abandoná-la na noite de 20 de maio, quando sua diretoria compreendeu, enfim, que já não havia como ignorar o regime profissional.
É interessante destacar uma curiosidade. O Flamengo ganhou por 16 X 2 o primeira e a sua última partida como amador.
Ir para o índice da história do Flamengo ano a ano